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Camerite: Sistema inovador de monitoramento de cidades com apoio do Grupo Habitabem

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Um sistema próprio do conceito Cidade Inteligente, com possibilidade de cobrir grandes áreas com câmeras de tecnologia inteligente e plataforma de compartilhamento de imagens. As câmeras compõem uma rede de inteligência artificial e são capazes de realizar a leitura de placas de veículos e vinculá-las a um sistema de blacklist, enviando um alerta sempre que uma placa procurada for captada. Isso sem os grandes investimentos demandados nos sistemas convencionais.

Pois, esta é a nova tecnologia oferecida em Tangará da Serra com o apoio e patrocínio do Grupo Habitabem. As imagens captadas em alta resolução e armazenadas em nuvem podem ser compartilhadas em grupo, seja do poder público, dos órgãos de segurança pública e, também, de grupos privados, inclusive de moradores nos bairros.

Os equipamentos são do tipo PONTO DE MONITORAMENTO INDIVIDUAL (PMI), PONTO DE MONITORAMENTO LEITURA DE PLACAS (LPR) e TORRE DE MONITORAMENTO OSTENSIVO (TMO), além da inteligência artificial patenteada, chamada Hórus, que faz a busca de objetos personalizados e traz em questão de minutos a provável rota de fuga percorrida pelo suspeito. Essa tecnologia auxilia as forças de segurança na identificação de provas para elucidação de ocorrências.

Segundo o diretor da Camerite, Antonio Carlos Cabral Amaral, o projeto tem um objetivo bem definido. “Reduzir as taxas de criminalidade e inibir as ações criminosas, oferecer facilidade na localização de provas e aumentar a segurança são formas de modernizar a cidade e obter ganhos na qualidade de vida da população”, observa.

O empresário entende que a implantação de equipamentos de monitoramento é fundamental para que haja uma política de vigilância no município. Ao registrar as movimentações em vias públicas, o sistema capta eventuais ações de criminosos, proporcionando apoio às polícias e servindo de referência para ações preventivas que venham a ser realizadas. “É um serviço a mais que o poder público pode oferecer, proporcionando maior segurança aos cidadãos”, acrescenta Antônio Cabral.

Segurança patrimonial

O sistema Camerite possui tecnologia exclusiva e plataforma própria, com custo bem abaixo dos convencionais. Pode ser utilizado a favor do serviço público, como escolas e hospitais, além dos prédios públicos, em áreas de concentração de empresas (como núcleos e distritos industriais) e de bairros inteiros, em que os próprios moradores e comerciantes fazem de forma eficiente a segurança de sua comunidade.

O uso do sistema Camerite tem referências em todo o Brasil, como a cidade de São Paulo (SP), Palotina (PR) e Cuiabá (MT).

Em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, o sistema Camerite está em vias de ser implantado e foi contratado em regime de terceirização e sob inexigibilidade de licitação, haja vista a tecnologia exclusiva e o custo reduzido.

Segundo o documento de formalização de demanda, que justifica a contratação em Três Lagoas, a terceirização dos serviços de videomonitoramento representará uma opção mais econômica a curto prazo, já que dispensará o município de investir na compra de equipamentos e/ou softwares, de  custear a manutenção destes e, também, de disponibilizar um quadro técnico de profissionais para a gestão do sistema de monitoramento, entre outras vantagens.

Segurança pública

Considerando as principais dificuldades que envolvem a segurança pública, a Camerite oferece uma solução completa de tecnologia em segurança e videomonitoramento de cidades.

A plataforma disponibilizada conta com armazenamento 100% em nuvem e dispensa servidores locais e infraestrutura pesada. Dispõe de sistema de leitura de placas com ferramenta para cadastro de placas procuradas pelas forças de segurança e de análise de rotas de veículos e pessoas. As imagens são enviadas via aplicativo para os agentes de segurança pública de plantão e/ou que estão em serviço de campo.

Vizinhança colaborativa

Para o cidadão, uma vantagem é a “vizinhança colaborativa”, que contribui não apenas para a prevenção, como é, também, um grande recurso para solução de crimes. Cada cidadão pode ter em seu celular as imagens das câmeras instaladas em sua rua e em todo o bairro onde reside, bem como de suas vias de acesso.

A facilidade de operação é um grande diferencial. Ao contrário de outros sistemas difíceis de manusear, o aplicativo Camerite é pensado para o dia a dia, para que toda e qualquer pessoa possa utilizar com facilidade, mesmo sem afinidade com tecnologia.

(Assessoria Especial)

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Biorrefinaria Uisa integra produção sustentável à preservação de nascentes e biodiversidade

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No ano em que Nova Olímpia completa 40 anos de emancipação, a presença da Uisa remonta ao período anterior à formação do município. Fundada em 1980, ainda como Destilarias Itamarati, a empresa acompanhou a estruturação da cidade e sua evolução ao longo das últimas décadas. Com atuação contínua no setor sucroenergético, a biorrefinaria integra a base econômica local e mantém participação no desenvolvimento regional, associando produção industrial a iniciativas voltadas à sustentabilidade ambiental.

Instalada em Nova Olímpia, a Uisa, empresa do setor sucroenergético que transforma matérias-primas em bioprodutos e bioalimentos, mantém um conjunto de programas ambientais voltados à preservação de nascentes, recuperação de áreas degradadas e segurança hídrica.

Caetano Henrique Grossi: “Mantemos o foco na preservação ambiental, no uso consciente da água e na recuperação de áreas degradadas”.

O programa Águas da Guanabara, uma das principais iniciativas da Uisa, criado em 2004, opera em uma área estratégica por integrar a zona de transição entre os biomas Cerrado e Amazônia, na bacia do Alto Paraguai, região formadora do sistema hídrico do Pantanal.

Segundo o gerente de Sustentabilidade da Uisa, Caetano Henrique Grossi, atualmente 245 nascentes localizadas em cerca de 50 mil hectares da companhia estão mapeadas e preservadas. “Nosso objetivo é garantir o abastecimento de rios e córregos, além de manter o equilíbrio ambiental e a disponibilidade de água na região”, afirmou.

Mapeamento com tecnologia e validação ambiental

A tecnologia é um dos pilares do programa. O levantamento das nascentes é realizado com uso de sensoriamento remoto, geoprocessamento e imagens de satélite, cruzadas com dados da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Levantamento das nascentes ocorre por sensoriamento remoto, geoprocessamento e imagens de satélite.

“Esse método permite identificar áreas que necessitam de intervenção e monitorar as condições ambientais, caso a caso”, explicou Grossi.

O trabalho também conta com validação de órgãos ambientais e acompanhamento técnico, além de estudos independentes que atestam a precisão do mapeamento e a efetividade das ações.

Biodiversidade e qualidade da água

As intervenções incluem reflorestamento, controle de erosão, manejo do solo e manutenção da cobertura vegetal. A recomposição das áreas é feita com espécies nativas do Cerrado e da Amazônia, produzidas em viveiro próprio, que mantém cerca de 75 variedades, incluindo espécies ameaçadas.

O viveiro conta com capacidade de produção anual de até 200 mil mudas.

Desde o início do programa, mais de 2 milhões de mudas foram plantadas. Entre 2007 e 2024, a área de vegetação nativa foi ampliada em 1.030 hectares, o que representa aumento de 8% na cobertura vegetal.

De acordo com Grossi, os resultados também aparecem na biodiversidade e nos recursos hídricos. “Identificamos 163 espécies arbóreas e 355 espécies de animais — incluindo onça-pintada, anta, lobo-guará e tamanduá-bandeira — considerados indicadores de equilíbrio ambiental”, relatou.

Na área hídrica, sete nascentes degradadas tiveram a vazão recuperada após ações de revitalização. O Índice de Qualidade da Água (IQA) permanece classificado como “bom”, segundo monitoramento técnico.

Integração entre produção e sustentabilidade

As ações ambientais estão integradas ao modelo produtivo da biorrefinaria, baseado em economia circular. A produção utiliza integralmente a cana-de-açúcar e reaproveita subprodutos como vinhaça e resíduos orgânicos na fertirrigação e na melhoria do solo.

O uso eficiente da água é um dos pilares operacionais.  “Em nosso processo industrial, a água é reutilizada em circuito fechado, sem descarte em corpos hídricos”, disse Grossi. Segundo ele, a adoção de tecnologias de recirculação contribuiu para a redução do consumo de água, tanto na indústria quanto nas operações agrícolas.

A unidade também gera energia elétrica a partir da biomassa, garantindo autossuficiência energética e fornecimento de excedente ao Sistema Interligado Nacional.

Ações regionais e engajamento comunitário

Além das áreas próprias, a empresa mantém iniciativas voltadas à comunidade, com destaque para a doação de mudas e ações de educação ambiental, por meio do projeto Pensamos Verde, que já destinou mais de 570 mil mudas a produtores rurais, instituições e comunidades em 16 municípios de Mato Grosso.

As atividades incluem orientação técnica, campanhas educativas e programas voltados a estudantes.

“Mantemos o foco na preservação ambiental, no uso consciente da água e na recuperação de áreas degradadas”, afirmou Grossi. “A ampliação das ações ocorre principalmente por meio da distribuição de mudas e do fortalecimento de projetos comunitários.”

O modelo adotado já recebeu premiações e certificações ambientais e é apontado como referência no setor sucroenergético, com reconhecimento por iniciativas voltadas à preservação do bioma pantaneiro.

Segurança hídrica como eixo estratégico

A segurança hídrica é fundamental para garantir a regularidade dos fluxos de água que sustentam rios, biodiversidade e atividades econômicas. A preservação dessas áreas mantém o equilíbrio dos ecossistemas, reduz riscos de escassez e assegura o abastecimento humano e produtivo, além de contribuir para a estabilidade climática.

Segundo Grossi, na Uisa, a preservação das nascentes é tratada como elemento central para a continuidade das atividades produtivas e para a manutenção dos ecossistemas regionais.

“Nossa estratégia busca alinhar produção agrícola, conservação ambiental e disponibilidade de água em uma região sensível do ponto de vista hídrico”, concluiu.

(*) Na sequência, link com matérias sobre registro da presença de onças na área da Uisa e sobre ação educativa com foco ambiental da biorrefinaria.

Imagens registram três onças-pintadas em área da biorrefinaria uisa em Mato Grosso

Uisa promove ação educativa entre produtores para prevenção da mosca-dos-estábulos

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