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Advogada é investigada por entrega de ilícitos em cadeia de Campo Novo do Parecis

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A Polícia Civil cumpriu, na manhã de ontem (quarta, 27), três ordens judiciais tendo como alvo uma advogada, investigada por envolvimento em um suposto esquema de ingresso de materiais ilícitos na Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis.

As ordens judiciais, sendo dois mandados de busca e apreensão na residência e escritório da advogada e um de quebra de dados telefônicos e telemáticos, foram expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Tangará da Serra.

As investigações foram conduzidas pela Delegacia de Campo Novo do Parecis e os mandados foram cumpridos na cidade de Sapezal, com apoio da equipe de policiais da Delegacia do município.

Para garantir a legalidade e a regularidade dos atos, a Polícia Civil solicitou o acompanhamento de representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) durante o cumprimento das medidas.

As investigações foram conduzidas pela Delegacia de Campo Novo do Parecis e os mandados foram cumpridos na cidade de Sapezal.

O inquérito policial para apuração dos fatos foi instaurado após registro de ocorrência no início deste ano, do ingresso de materiais ilícitos na Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis. Na ocasião, durante procedimento de revista promovido por policiais penais, foram localizados uma porção de maconha e dois carregadores de telefone celular em posse de um reeducando.

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O material ilícito foi encontrado com o reeducando logo após atendimento jurídico realizado pela advogada, residente na cidade de Sapezal, levantando a suspeita de, supostamente, os produtos terem sido entregues por ela durante a visita.

Com base nas informações reunidas durante as diligências investigativas, foi representado pelas ordens judiciais contra a advogada, que foram deferidas pelo Poder Judiciário. As buscas foram realizadas no escritório profissional e na residência da investigada, localizados em Sapezal. Durante as diligências, foram apreendidos um aparelho celular, um notebook e dispositivos de armazenamento digital.

As investigações seguem em andamento para completa apuração dos fatos.

(Assessoria PJC)

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Policial

Pedreiro é condenado a 40 anos por feminicídio; faccionado é preso por tráfico

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O pedreiro Adalberto Ribeiro dos Santos foi condenado pelo Tribunal do Júri de Tangará da Serra a 40 anos, dois meses e 12 dias de prisão pelos crimes de feminicídio e ocultação de cadáver. A sentença, proferida na quinta-feira (21), também determinou o cumprimento imediato da pena em regime fechado.

O caso refere-se à morte de Kelma Dias da Silva, ocorrida em novembro de 2024. Conforme a denúncia do Ministério Público, o crime aconteceu em contexto de violência doméstica. A vítima foi assassinada por asfixia e teve o corpo ocultado às margens do Córrego da Preguiça, em Deciolândia.

As investigações apontaram histórico de agressões e ameaças no relacionamento. Segundo a apuração, o acusado não aceitava o fim da relação e agiu motivado por sentimento de posse. O corpo da vítima foi encontrado enrolado em um cobertor, em avançado estado de decomposição.

A perícia constatou morte por sufocamento mecânico. No imóvel onde o casal vivia, a polícia encontrou vestígios de sangue e sinais de luta.

Tráfico

Em Denise, um homem apontado como integrante de facção criminosa foi preso por tráfico de drogas durante a Operação CGFRON – Brasil Contra o Crime Organizado.

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A prisão ocorreu na noite desta sexta-feira (22), no bairro Jardim Boa Esperança, após informações repassadas pela Agência Regional de Inteligência do 7º Comando Regional.

Segundo a Força Tática, o suspeito tentou fugir ao perceber a presença policial, mas foi abordado. Com ele e na residência foram apreendidos 35 pinos de cocaína, 20 porções de maconha, uma balança de precisão, um celular Samsung e R$ 10 em dinheiro.

O suspeito e o material apreendido foram encaminhados à Delegacia da Polícia Civil de Barra do Bugres.

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