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Eleições 2024

Baixa performance nas eleições revela raquitismo da esquerda em Tangará da Serra

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Foram 636 votos recebidos na disputa majoritária e apenas 525 auferidos na disputa proporcional. Este foi o resultado conquistado pela Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB, PV), nas eleições municipais do último domingo, em Tangará da Serra.

A baixíssima performance mostra o enfraquecimento da esquerda no município, que em outros pleitos se mostrou presente tanto no Executivo como no Legislativo. O PT, que nos áureos tempos que antecederam os escândalos de corrupção que protagonizou, chegou à Câmara Municipal em Tangará da Serra a partir das legislaturas de 1997/2000, até o ano de 2012. O partido compôs o Legislativo, inclusive exercendo a presidência da casa de leis em três oportunidades.

Nilvinha, do PCdoB: 636 votos em chapa formada com o PT.

No Executivo, o PT figurou na condição de vice e em secretarias nas gestões iniciadas em 2009 e 2012. Desde a prisão do agora presidente Lula, em 2018, a esquerda vivenciou uma derrocada principalmente na região Centro Oeste, à exceção de Cuiabá, onde a militância assegura mandatos na Assembleia Legislativa e, agora, uma disputa em segundo turno pela prefeitura da capital.

Em Tangará da Serra ficou evidente uma divisão interna no próprio PT, desde o momento em que o diretório local discutia a participação da sigla nas eleições majoritárias, em fevereiro (ver matéria relacionada no link a seguir). Naquela oportunidade, divergências internas minaram qualquer intenção da legenda de encabeçar alguma chapa majoritária.

O resultado foi uma participação tímida, através da professora Flávia como vice de Nilvinha Alves, esta do PCdoB. Nas proporcionais, os melhores resultados foram alcançados pela Professora Francisca (230 votos) e pelo professor José Rosa (209 votos). Resultados irrisórios de uma legenda que parece ter chegado ao fundo do poço em Tangará da Serra.

Tangará da Serra: Nota de pré-candidato indica racha interno em sigla para o pleito de outubro

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Eleições 2024

Após recurso do MPE, Justiça Eleitoral mantém aprovação das contas de Márcio Pescador

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A Justiça da 13ª Zona Eleitoral manteve a aprovação com ressalvas das contas de campanha do candidato do PP nas eleições majoritárias do município de Porto Estrela, Márcio Rodrigues da Silva (Márcio Pescador – PP). A decisão, do juiz eleitoral Arom Olimpio Ferreira, foi divulgada na tarde desta terça-feira (10).

Na decisão, o juiz expôs entendimento de que o candidato do PP apresentou “tempestivamente” suas contas e que “as irregularidades correspondem a 6,12% dos recursos manejados, razão pela qual é possível a aplicação dos princípios da proporcionalidade e razoabilidade, sendo, portanto, tais impropriedades incapazes de causar a rejeição das contas”.

Por fim, o titular da 13ª Zona Eleitoral determinou o recolhimento do valor correspondente à irregularidade apontada pelo Ministério Público Eleitoral. “Diante do uso indevido do recurso público do FEFC – Fundo Especial de Financiamento de Campanha -, determino o recolhimento do valor de R$ 3.234,00 (três mil, duzentos e trinta e quatros reais) ao Tesouro Nacional, por meio de GRU, nos termos do § 1ª, do art. 79, da Res. 23.607/19, o qual deve ser comprovado nos autos, observando-se, ainda, a regra prevista no § 2º, do mesmo dispositivo”.

Da decisão, ainda cabe recurso do Ministério Público Eleitoral junto ao TRE-MT.

Na sequência, íntegra da decisão do juiz Arom Olimpio Pereira.

SENTENÇA MARCIO PP

Veja matéria publicada nesta terça-feira sobre o recurso da procuradora eleitoral:

Porto Estrela: MPE recorre e pede rejeição das contas de campanha de Márcio Pescador

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