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Pesquisa projeta o pós-crise: Mais home office, delivery e e-commerce; Menos viagens, financiamentos e seguros

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Toda crise traz lições, novas tendências e mudanças de comportamentos. A pandemia do novo coronavírus apurou que novas modalidades de trabalho e consumo se farão presentes na vida dos brasileiros, assim como o pensamento em relação às finanças.

Levantamento divulgado nesta sexta-feira (12) pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) aponta que quase a metade (49%) dos entrevistados acredita que suas finanças voltarão ao patamar de antes da pandemia de covid-19 em até um ano. Destes, 21% apostam que a retomada poderá se dar ainda mais rápida, em até seis meses.

Trata-se do Observatório Febraban, estudo mensal que mapeia a visão da população sobre os temas que impactam o Brasil. Nesta pesquisa, a Febraban busca identificar como as pessoas têm superado medos e incertezas na retomada das atividades econômicas no país em virtude da pandemia do novo coronavírus.

Freio

Home office é uma modalidade de trabalho que ganha cada vez mais força na pandemia.

Segundo a pesquisa, 37% dos entrevistados preveem diminuir suas viagens – o que pode indicar receio de contaminação por covid-19. Ainda temendo o vírus, um percentual de 27% dos ouvidos quer aumentar o trabalho na modalidade home office e 28% planejam usar mais os serviços de delivery. A pesquisa também identificou que 45% dos entrevistados afirmam que irão dedicar mais tempo à família e aos filhos e 30% pretendem aumentar as compras feitas via e-commerce.

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Outros resultados da pesquisa mostram que o brasileiro vê o endividamento com outros olhos. Mais de 80% dos entrevistados afirmaram não deverão mais usar mais o cheque especial e evitarão  créditos consignados e financiamentos bancários (gráfico na imagem do cabeçalho). A maioria também respondeu que não pretenderá contratar seguros de vida, carro e residencial.

Projeção

O Observatório aponta otimismo entre a população bancarizada brasileira sobre a perspectiva de retomada financeira individual e familiar.

Entre os entrevistados, 30% pretendem aumentar as compras feitas via e-commerce.

Existe, por exemplo, intenção de manter ou aumentar a frequência aos supermercados em 78% dos pesquisados. Outros negócios também registram intenções elevadas de continuar ou elevar a frequência, como salões de beleza (66%), comércio de rua (55%), bares e restaurantes (47%) e shoppings (47%).

Pesquisa

Realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), a primeira edição do novo Observatório Febraban ouviu amostra de mil pessoas representativa da população adulta bancarizada, de todas as regiões do país, entre os dias 1º e 3 de junho.

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No link abaixo, os dados completos da pesquisa

https://cmsportal.febraban.org.br/Arquivos/documentos/PDF/OBSERVATO%CC%81RIO%20FEBRABAN%20-%20JUN%202020.pdf

(Redação EB, com AEB)

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Sapezal, Lucas e Sinop: Amaggi investirá R$ 574 milhões em biodiesel, fertilizantes e geração de energia

Publicado

Os municípios de Lucas do Rio Verde, Sinop e Sapezal serão contemplados com investimentos privados na ordem de R$ 574 milhões em estruturas de armazenagem, geração de energia  e produção de biodiesel e fertilizantes.

O anúncio aconteceu na última quarta-feira (07), no Palácio Paiaguás, na capital Cuiabá, em reunião entre o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, e a diretoria da multinacional mato-grossense Amaggi. Os investimentos – anunciados pelo ex-governador Blairo Maggi, que é acionista da Amaggi, e pelo presidente executivo da companhia, Judiney Carvalho – deverão gerar 1.430 novos empregos, entre temporários, diretos e indiretos.

Investimentos foram anunciados em reunião entre o governador e diretores da multinacional.

Os investimentos consistem na construção de nova fábrica de biodiesel e armazém de grãos em Lucas do Rio Verde; fábrica de fertilizantes em Sinop; e uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH) em Sapezal. Também serão adquiridos equipamentos agrícolas.

De acordo com Mauro Mendes, Mato Grosso passa por um bom momento, com centenas de empresas se instalando e expandido operações no estado nos últimos anos. O gestor atribuiu os investimentos ao ambiente favorável ao empreendedorismo oferecido pelo governo, citando segurança jurídica, isonomia nos incentivos, licenciamento ambiental simplificado e redução de burocracia. “Quem conhece Mato Grosso, continua apostando em Mato Grosso. É um estado de muitas oportunidades, com muita gente vindo para cá investir. Há alguns dias anunciamos os novos investimentos da BRF, que superam os R$ 670 milhões”, pontuou.

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Investimentos

Maior parte do investimento será na PCH Jesuíta, em Sapezal, com capacidade instalada de 22,3 MW.

Conforme o presidente executivo da Amaggi, a construção da fábrica de biodiesel e armazém de grãos, em Lucas do Rio Verde, receberá investimento de R$ 145 milhões. A unidade terá capacidade de processar 900 toneladas de biodiesel por dia e deve ser entregue em fevereiro de 2022. A previsão é que as obras gerem 300 empregos temporários e 30 postos de trabalho diretos e indiretos.

Já a fábrica de fertilizantes de Sinop receberá investimento de R$ 99,2 milhões e terá capacidade para processar 300 mil toneladas de mistura. A previsão de conclusão é para agosto de 2022. Devem ser empregadas 200 pessoas na construção e 80 nas operações da fábrica.

Já a PCH de Sapezal receberá o maior investimento: R$ 230 milhões, com previsão de entrega no primeiro semestre de 2023. As obras na hidrelétrica devem empregar cerca de 800 trabalhadores e a expectativa é que 20 novos postos de trabalho diretos e indiretos sejam criados para a unidade.

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A Amaggi ainda vai investir outros R$ 100 milhões na aquisição de equipamentos agrícolas, entre colheitadeiras, tratores e pulverizadores.

(Redação EB, com Secom-MT)

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