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Sindicatos rurais distribuem cestas básicas; Em Tangará foram 300 cestas e 30 toneladas de alimentos

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As ações de solidariedade seguem marcando a pandemia do novo coronavírus em Mato Grosso. A prevenção à Covid-19 tem mobilizado os sindicatos rurais do estado para auxiliar famílias em situação de vulnerabilidade. Além de adotar as medidas de higiene pessoal e isolamento social para evitar a disseminação da doença, os Sindicatos Rurais de Rondonópolis, Barra do Garças, Tangará da Serra, Cáceres e Matupá abraçaram a campanha “Um por todos e todos contra a Covid-19” da Fundação André e Lúcia Maggi em parceria com o Sistema Famato e demais parceiros.

Famílias que estão em situação de vulnerabilidade serão beneficiadas com as cestas arrecadadas durante a campanha e serão entregues pelos sindicatos. Os organizadores da campanha encaminharam 200 cestas básicas para o Sindicato Rural de Rondonópolis, 150 para Barra do Garças, 200 para Cáceres, 300 para Tangará da Serra e 150 para Matupá.

“É uma corrente do bem em forma de contribuições que se somam aos esforços que todo o setor produtivo rural do estado está fazendo para acolher e atender a sociedade da melhor forma possível neste período de pandemia da Covid-19”, disse o presidente do Sindicato Rural de Matupá e diretor de Relações Institucionais da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), José Luiz Fidelis.

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Os sindicatos ficaram responsáveis em identificar as pessoas em situação de vulnerabilidade para receber as cestas e fizeram levantamento das instituições carentes e de cidadãos. O Sindicato Rural de Rondonópolis, em parceria com a Famato e a campanha “Um por Todos e Todos Contra a Covid-19”, arrecadou o total de 510 cestas básicas. Foram contempladas as casas Lar de Nazaré, Francisco de Assis e a Casa Espirita Lar Cristo, Caridade e Amor, além de famílias. “Agradeço a todos que doaram e a todos os parceiros. Estamos fazendo a destinação às famílias que mais estão precisando neste momento, assim como as instituições de caridade do nosso município”, disse o presidente do sindicato de Rondonópolis, Aylon Arruda.

O presidente do Sindicato Rural de Barra do Garças, Eduardo Baroni, parabenizou a iniciativa da Fundação André Maggi, Sistema Famato e todos os parceiros. “O sindicato de Barra do Garças agradece pelas 150 cestas básicas enviadas para atender as famílias de maior vulnerabilidade da região do Araguaia”, disse Baroni.

A presidente do Sindicato Rural de Cáceres, Ida Beatriz, além de agradecer pelas 200 cestas básicas, falou da importância do trabalho de empreendedorismo social como mecanismo de desenvolvimento sustentável para Mato Grosso. “Agradeço à presidente da Fundação André e Lúcia Maggi, Belisa Maggi, por liderar um belíssimo trabalho de empreendedorismo social, e agradeço também ao presidente do Sistema Famato, Normando Corral, e o superintendente do Senar Mato Grosso, Chico Castro, por indicar Cáceres para receber os alimentos”, agradeceu a presidente Ida.

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Tangará da Serra

Em Tangará da Serra, além das 300 cestas destinadas pela Campanha “Um por todos e todos contra a Covid-19”, o sindicato rural arrecadou com a campanha “Produtor Solidário”, de iniciativa da própria instituição, a doação de mais de 30 mil quilos de alimentos. As doações partiram de produtores rurais, colaboradores do sindicato, empresários e comunidade em geral. Os alimentos também serão distribuídos para famílias em situação de vulnerabilidade. “Mais uma vez os produtores rurais colaborando com a sociedade”, disse o presidente do sindicato rural, Reck Júnior, que também agradeceu à Fundação André e Lúcia Maggi pelas cestas básicas e parabenizou pela iniciativa.

Para quem quiser contribuir com doações para a campanha, basta acessar o site https://umportodos.org.br/ e doar qualquer valor. Também é possível fazer a doação pelo PicPay (Um Por Todos) ou por transferência bancária direto na conta do Fundo (Banco: Sicredi, Ag: 0810, C/C: 74775-5, Fundação André e Lucia Maggi, CNPJ: 01.832.808/0001-06).

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Cidades & Geral

Jornalistas: Convenção coletiva prevê nova data-base da categoria e piso de R$ 2.938,49

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A Convenção Coletiva de Trabalho dos profissionais do jornalismo em Mato Grosso foi aprovada na noite do último dia 22 (quinta-feira) em Assembleia Geral Extraordinária da categoria.

A assembleia foi convocada pela Junta Administrativa do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (SINDJOR-MT) e ocorreu em plataforma virtual, com participação de jornalistas da capital e do interior do estado. A pauta foi única, com a apreciação e discussão da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria, sendo a primeira dentro de Mato Grosso.

Após publicação de edital para a convocação dos jornalistas que atuam no Estado, o Sindicato disponibilizou através de seu site e redes sociais a minuta com a proposta da CCT, para que a categoria pudesse conhecer todas as cláusulas econômicas e sociais da pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2021 a 2023.

Itamar Perenha, presidente do Sindjor-MT.

Na assembleia os presentes puderam discutir as vinte cláusulas da convenção e, com sua aprovação, autorizar o sindicato a instaurar a negociação com as empresas de comunicação e representar a categoria, como substituto processual, perante o poder Judiciário.

Entre os principais pontos de esclarecimento e debates estiveram à abrangência de ocupações que hoje estão abarcadas pelo Sindicato, que são além dos jornalistas, os diagramadores, diagramadores de cópias reprográficas, programadores visuais, editores de imagens, editores de VTS, repórteres–fotográficos e repórteres–cinematográficos, ilustradores, vídeo-grafistas, animadores em película ou digital, analistas e operadores de mídias sociais e outras profissões correlatas.

Em esclarecimento dado pelo presidente da Junta Administrativa do Sindjor, Itamar Perenha, a gestão promove a defesa também destes profissionais uma vez que eles não têm entidade representativa no Estado e pela própria empatia, já que são segmentos correlatos e colegas do cotidiano da nossa atuação.

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Nova data-base

Outro aspecto esclarecido foi a mudança da data–base da categoria para o mês de setembro. Essa alteração se deve ao grande fluxo de negociações que ocorrem em maio devido às outras categorias, o que gera congestionamentos e maior sobrecarga nos órgãos/repartições afins.

Novo piso

Com relação ao piso salarial do jornalista, ficou aprovado o valor de R$ R$ 2.938,49 para jornada diária de cinco horas, valor que contém reajuste pelo índice percentual de 6,22% de acordo com o INPC/IBGE relativo ao período de maio de 2021 a abril de 2022, correspondente a perdas inflacionárias.

Modalidades de trabalho

A nova Convenção traz uma cláusula que trata dos ‘Trabalhos Temporários e Intermitentes’, mostrando a preocupação do sindicato com a precarização dos contratos. Uma vez que essas modalidades já constam em lei e, sendo situações presentes no mercado de trabalho, é importante que elas estejam normatizadas e presentes no corpo da Convenção para que os trabalhadores não fiquem sem referenciais.

A modalidade de trabalho em Home Office foi uma das mais debatidas. Considerada uma novidade que rapidamente teve adesão em decorrência da pandemia do novo coronavírus, é fundamental que suas regras estejam previstas na CCT, apesar de ainda não haver um consenso sobre seu funcionamento.

A importância de uma boa negociação entre o patrão e o empregado que passa a trabalhar em casa, traz a questão do aumento de custos de energia, muitas vezes, da necessidade de melhoria dos serviços contratados de internet, além de outras despesas. Por outro lado, a experiência já mostra que o empregador teve custos reduzidos, o que requer a compensação pelo uso de equipamentos próprios, por exemplo.

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Além disso, há que se observar o respeito à jornada de trabalho diária, uma vez que diversos relatos indicam abuso por parte de empregadores que veem o jornalista como alguém que está em casa e, portanto, disponível em tempo integral. Nesse contexto, constatou-se a necessidade de regras quanto ao controle de jornada, sendo, por isso, outro ponto presente na Convenção.

Essas discussões mostram a relevância do registro formal de acordo entre os envolvidos e a importância do sindicato como órgão de fiscalização e amparo ao trabalhador.

Também foi ressaltado na assembleia a importância de preencher a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), que nesta pandemia, enquadra os jornalistas acometidos pela Covid-19, no exercício de suas atividades, como uma nova situação de acidente de trabalho. Na questão foi considerada, principalmente, a gravidade da doença e de sequelas de toda ordem que estão cada vez mais se apresentando de forma persistente.

Encaminhamento

Com a aprovação das cláusulas, agora a Convenção Coletiva de Trabalho será peticionada junto ao Ministério Público do Trabalho, que posteriormente fará a convocação e intimação das partes envolvidas para as negociações.

(Por: Luciana Oliveira Pereira e Sergio Roberto Reichert – Sindjor/MT)

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