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Lei de Chico Guarnieri coloca FestPorto no calendário estadual e festival vive edição histórica

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Poucos dias após a sanção da Lei nº 13.389/2026, que incluiu o FestPorto no calendário oficial de eventos de Mato Grosso, o município de Porto Estrela realizou uma das maiores edições de sua história. Autor da proposta, o deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB) acompanhou de perto a programação durante o sábado e o domingo, reforçando o apoio ao festival que se consolidou como uma das principais atrações turísticas e esportivas da região.

Realizado entre os dias 4 e 7 de junho, o 10º Festival de Pesca de Porto Estrela reuniu milhares de visitantes, pescadores e competidores em uma programação marcada por esporte, lazer, cultura e fortalecimento da economia local.

Ao defender a inclusão do evento no calendário oficial do Estado, Chico Guarnieri destacou que o FestPorto ultrapassou há muito tempo a condição de uma simples competição de pesca, tornando-se uma manifestação cultural ligada à história e à identidade do município.

“Porto Estrela possui uma história rica, construída às margens do Rio Paraguai, e o festival representa justamente essa conexão entre o povo, a cultura ribeirinha e as potencialidades da região. O reconhecimento oficial é uma forma de valorizar essa tradição e garantir ainda mais visibilidade ao município”, afirmou o parlamentar.

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Na justificativa do projeto que deu origem à lei, Guarnieri ressaltou que o festival exerce papel importante no desenvolvimento econômico e social da cidade, movimentando o turismo, incentivando o comércio local e fortalecendo a cultura regional. O deputado também destacou o caráter inclusivo do evento, que nesta edição contou com categorias destinadas a crianças, mulheres, pessoas com deficiência, melhor idade, pescadores em canoas, embarcações motorizadas e caiaqueiros.

Com mais de R$ 350 mil em premiações, o FestPorto 2026 confirmou o crescimento do evento e sua consolidação entre os maiores festivais de pesca esportiva de Mato Grosso. Além das competições, a programação contou com atrações culturais, shows e atividades voltadas às famílias, atraindo visitantes de diversas regiões do estado.

Para Chico Guarnieri, o fortalecimento do festival representa também uma oportunidade de ampliar o potencial turístico de Porto Estrela, município cuja história está diretamente ligada ao Rio Paraguai e às tradições ribeirinhas.

“O FestPorto promove o município, gera renda, atrai visitantes e fortalece o sentimento de pertencimento da população. É um evento que preserva tradições, incentiva o turismo sustentável e ajuda a construir novas oportunidades para Porto Estrela”, destacou.

Leia mais:  Endividamento rural segue sem solução e contraproposta do governo não convence FPA

Agora oficialmente inserido no calendário estadual de eventos, o FestPorto ganha ainda mais visibilidade para atrair investimentos, visitantes e novas oportunidades de desenvolvimento, reforçando seu papel como uma das maiores celebrações da pesca esportiva em Mato Grosso.

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Endividamento rural segue sem solução e contraproposta do governo não convence FPA

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Enquanto o agronegócio brasileiro acumula sucessivos recordes de produtividade, o endividamento rural continua sendo um dos principais desafios enfrentados pelo setor. Em Brasília, o impasse em torno do Projeto de Lei 5.122/2023, que trata da renegociação das dívidas dos produtores rurais, permanece sem solução e gera crescente preocupação quanto ao acesso ao crédito para a próxima safra.

Nesta semana, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) analisou a contraproposta apresentada pelo governo federal, elaborada na forma de uma Medida Provisória. No entanto, a avaliação da bancada ruralista foi de que o texto ainda está longe de atender às necessidades do setor. Persistem divergências sobre os critérios de enquadramento dos produtores, taxas de juros, prazos de carência, período de pagamento e, principalmente, sobre a abrangência da renegociação. Enquanto o governo pretende restringir o benefício aos produtores afetados por eventos climáticos, a FPA defende que também sejam contemplados aqueles que enfrentaram dificuldades decorrentes da elevação dos custos de produção, juros elevados e queda da rentabilidade nos últimos anos.

Deputado Pedro Lupion, presidente da FPA: questões consideradas cruciais ainda precisam ser discutidas, como o montante das operações, os critérios de enquadramento dos produtores e as condições dos juros e prazos.

O principal argumento do Ministério da Fazenda para resistir ao projeto é o impacto fiscal da proposta. A equipe econômica estima um custo de aproximadamente R$ 140 bilhões, valor contestado pela FPA, que sustenta que o programa teria custo significativamente menor e poderia ser executado de forma gradual.

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Para o jornalista Olmir Cividini, autor da coluna Circuito Rural, o maior desafio do agronegócio neste momento é garantir que os produtores, mesmo após alcançarem elevados índices de produtividade, não sejam penalizados com restrições ao crédito. Na avaliação do colunista, sem uma solução para o endividamento rural, milhares de produtores poderão enfrentar dificuldades para financiar a próxima safra, comprometendo investimentos, a continuidade da produção e a competitividade do setor. (Ouça a coluna de Cividini na íntegra, no áudio Youtube ao final do texto)

A expectativa da bancada ruralista é de que as negociações com o governo avancem nos próximos dias. No entanto, a FPA já deixou claro que não concorda com a substituição automática do projeto aprovado pelo Senado por uma Medida Provisória e mantém a defesa da votação do PL 5.122/2023 como base para uma solução definitiva ao problema.

Enquanto governo e bancada ruralista mantêm as negociações, produtores aguardam uma definição que permita recuperar o acesso ao crédito antes do início do próximo ciclo agrícola.

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Na sequência, a íntegra do Circuito Rural:

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