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Chico Guarnieri: Articulações por energia e saúde beneficiam municípios da região

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A semana foi marcada por avanços em duas áreas estratégicas para o desenvolvimento regional: infraestrutura energética e saúde pública. As ações articuladas pelo deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB) beneficiam os municípios de Rosário Oeste e Nova Olímpia.

Energia para Bauxi

Na última terça-feira (02), Chico Guarnieri reuniu-se com o assessor governamental e institucional da Energisa, Luiz Carlos Moreira Júnior, para discutir o fornecimento de energia elétrica na região da Rodovia MT-406, no Distrito de Bauxi, em Rosário Oeste. O encontro contou também com a participação do empresário Lester Luiz.

A pauta foi a necessidade de ampliar a capacidade energética para atender a expansão das atividades produtivas na região. Durante a reunião, foram discutidas alternativas para melhorar o atendimento enquanto a concessionária executa obras estruturantes previstas para o local.

Segundo o parlamentar, o fortalecimento da infraestrutura é fundamental para acompanhar o crescimento dos municípios e estimular a geração de emprego e renda.

“Quando uma demanda chega ao nosso gabinete, buscamos dialogar com os órgãos responsáveis e contribuir para a construção de soluções que beneficiem a população e o desenvolvimento regional”, afirmou.

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R$ 500 mil para a saúde em Nova Olímpia

Também na semana passada, Nova Olímpia recebeu R$ 500 mil para o custeio da saúde pública. O recurso, destinado por meio de emenda parlamentar de Chico Guarnieri, já foi repassado à Prefeitura pelo Fundo Estadual de Saúde (FES).

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção dos serviços, aquisição de insumos e medicamentos e demais despesas necessárias ao funcionamento da rede pública de saúde.

“A saúde é uma das principais demandas da população e sabemos dos desafios enfrentados pelos municípios. Esse recurso chega para ajudar na manutenção dos serviços e garantir atendimento de qualidade à população”, destacou o deputado.

Desenvolvimento e qualidade de vida

As duas iniciativas reforçam a importância dos investimentos em áreas essenciais para o desenvolvimento regional. Enquanto a melhoria da infraestrutura energética busca dar suporte ao crescimento econômico e à expansão da produção, os recursos destinados à saúde contribuem para fortalecer os serviços públicos e ampliar a qualidade de vida da população.

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Endividamento rural segue sem solução e contraproposta do governo não convence FPA

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Enquanto o agronegócio brasileiro acumula sucessivos recordes de produtividade, o endividamento rural continua sendo um dos principais desafios enfrentados pelo setor. Em Brasília, o impasse em torno do Projeto de Lei 5.122/2023, que trata da renegociação das dívidas dos produtores rurais, permanece sem solução e gera crescente preocupação quanto ao acesso ao crédito para a próxima safra.

Nesta semana, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) analisou a contraproposta apresentada pelo governo federal, elaborada na forma de uma Medida Provisória. No entanto, a avaliação da bancada ruralista foi de que o texto ainda está longe de atender às necessidades do setor. Persistem divergências sobre os critérios de enquadramento dos produtores, taxas de juros, prazos de carência, período de pagamento e, principalmente, sobre a abrangência da renegociação. Enquanto o governo pretende restringir o benefício aos produtores afetados por eventos climáticos, a FPA defende que também sejam contemplados aqueles que enfrentaram dificuldades decorrentes da elevação dos custos de produção, juros elevados e queda da rentabilidade nos últimos anos.

Deputado Pedro Lupion, presidente da FPA: questões consideradas cruciais ainda precisam ser discutidas, como o montante das operações, os critérios de enquadramento dos produtores e as condições dos juros e prazos.

O principal argumento do Ministério da Fazenda para resistir ao projeto é o impacto fiscal da proposta. A equipe econômica estima um custo de aproximadamente R$ 140 bilhões, valor contestado pela FPA, que sustenta que o programa teria custo significativamente menor e poderia ser executado de forma gradual.

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Para o jornalista Olmir Cividini, autor da coluna Circuito Rural, o maior desafio do agronegócio neste momento é garantir que os produtores, mesmo após alcançarem elevados índices de produtividade, não sejam penalizados com restrições ao crédito. Na avaliação do colunista, sem uma solução para o endividamento rural, milhares de produtores poderão enfrentar dificuldades para financiar a próxima safra, comprometendo investimentos, a continuidade da produção e a competitividade do setor. (Ouça a coluna de Cividini na íntegra, no áudio Youtube ao final do texto)

A expectativa da bancada ruralista é de que as negociações com o governo avancem nos próximos dias. No entanto, a FPA já deixou claro que não concorda com a substituição automática do projeto aprovado pelo Senado por uma Medida Provisória e mantém a defesa da votação do PL 5.122/2023 como base para uma solução definitiva ao problema.

Enquanto governo e bancada ruralista mantêm as negociações, produtores aguardam uma definição que permita recuperar o acesso ao crédito antes do início do próximo ciclo agrícola.

Leia mais:  Endividamento rural segue sem solução e contraproposta do governo não convence FPA

Na sequência, a íntegra do Circuito Rural:

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