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Entidades de Classe

Sindicato Rural: Eleito, Romeu Ciochetta, projeta novo conceito de gestão e ampliação do quadro

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Em eleição com chapa única, o Sindicato Rural de Tangará da Serra elegeu nesta segunda-feira (14) a sua nova diretoria. Romeu José Ciochetta foi referendado por quase 80% dos votantes, encabeçando grupo de consenso para conduzir, na condição de presidente, a entidade pelos próximos três anos.

O pleito também definiu o conselho fiscal e seus respectivos suplentes. Ciochetta fez parte da última diretoria, presidida por Vanderlei Reck Júnior, e nesta segunda foi eleito pela chapa “Produzindo Conexões” (Composição na sequência). A posse acontecerá dia 1º de julho.

Referendado no pleito sindical, Romeu Ciocchetta sucederá a Reck Júnior (dir) dia 1º de julho.

O trabalho da nova diretoria envolve uma ampla gama de ações, planejada a partir da “Estratégia: Produzir, Conservar e Incluir” (PCI). “Este será o carro chefe das nossas ações nos próximos anos. Para começar os trabalhos, já dividimos a nossa diretoria em três comissões: administrativa, infraestrutura, agricultura e pecuária. Acreditamos que desta forma teremos uma gestão compartilhada, com espaço para que todos trabalhem em diversas vertentes e possamos continuar produzindo variadas conexões entre o campo e a cidade”, destacou o presidente eleito, Romeu Ciochetta.

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Uma das principais ações de Ciochetta à frente do Sindicato Rural será a ampliação do quadro de filiados. A meta é passar dos atuais 126 filiados (18 filiações ocorreram nas semanas que antecederam o pleito) para 300 até o final desse ano.

Um dos novos filiados é Rogério Rio, atual secretário de Agricultura e Pecuária do município e que exerce atividades em pequena propriedade, junto à família. A filiação de Rogério Rio no Sindicato Rural é um dos exemplos da abertura proporcionada pela nova direção. “Queremos os pequenos produtores compondo o sindicato conosco e, para isso, teremos alguns incentivos. Esses produtores de pequena escala precisam se sentir abraçados”, disse, acrescentando que haverá ações voltadas à regularização fundiária de propriedades que produzem sem ainda, no entanto, estarem titularizadas.

Conexão/renovação

Presidente eleito conversa com Rogério Rio: Inclusão de produtores de pequena escala entre os filiados será uma das principais ações.

Segundo o novo presidente do Sindicato Rural, o nome da chapa ‘Produzindo Conexões’ foi escolhido com o ideal de representar todo o setor produtivo. Nesse com texto se incluem o pequeno, o médio e o grande produtor. “Pensamos que é preciso melhorar as relações entre o campo e a cidade e interagir mais com a sociedade para que possamos construir juntos uma comunicação mais assertiva” acrescentou.

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Romeu Ciochetta também ressaltou a renovação da chapa. “Temos pessoas novas, vários membros jovens que vão se formando e tenho convicção que, com o tempo, vão fazer a diferença na sucessão”.

Diretoria

A nova diretoria eleita nesta segunda-feira estará à frente do Sindicato Rural durante o próximo triênio (2021-2024). Na sequência, a composição a ser empossada no próximo dia 1º:

Presidente: Romeu José Ciochetta
Vice – Presidente: Francisco Renato Casale Mauro
1º Secretário: Patrícia Regina Barbosa Pasa
2º Secretário: Eloiza Zuconelli
1º Tesoureiro: Jose Afonso Gonçalves
2º Tesoureiro: Wellington Vladimir Formigoni
1º Suplente da Diretoria: Normando Corral
2º Suplente da Diretoria: Saul Francisco de Souza e Silva
3º Suplente da Diretoria: Sergio Rodrigues Sanches
4º Suplente da Diretoria: Antônio Dilceu Guzatti
5º Suplente da Diretoria: Jose Renato Lemos Meirelles
6º Suplente da Diretoria: Luis Otávio Ciochetta
Conselheiro Fiscal Efetivo: Eduardo Germano dos Santos
Conselheiro Fiscal Efetivo: Claudir Barivieira
Conselheiro Fiscal Efetivo: Paulo Cezar Rebellato
Conselheiro Fiscal Suplente: Nelson Garcia Neto
Conselheiro Fiscal Suplente: Eduardo Barivieira
Conselheiro Fiscal Suplente: Ramon Sanches Marques Neto

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Cidades & Geral

Jornalistas: Convenção coletiva prevê nova data-base da categoria e piso de R$ 2.938,49

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A Convenção Coletiva de Trabalho dos profissionais do jornalismo em Mato Grosso foi aprovada na noite do último dia 22 (quinta-feira) em Assembleia Geral Extraordinária da categoria.

A assembleia foi convocada pela Junta Administrativa do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (SINDJOR-MT) e ocorreu em plataforma virtual, com participação de jornalistas da capital e do interior do estado. A pauta foi única, com a apreciação e discussão da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria, sendo a primeira dentro de Mato Grosso.

Após publicação de edital para a convocação dos jornalistas que atuam no Estado, o Sindicato disponibilizou através de seu site e redes sociais a minuta com a proposta da CCT, para que a categoria pudesse conhecer todas as cláusulas econômicas e sociais da pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2021 a 2023.

Itamar Perenha, presidente do Sindjor-MT.

Na assembleia os presentes puderam discutir as vinte cláusulas da convenção e, com sua aprovação, autorizar o sindicato a instaurar a negociação com as empresas de comunicação e representar a categoria, como substituto processual, perante o poder Judiciário.

Entre os principais pontos de esclarecimento e debates estiveram à abrangência de ocupações que hoje estão abarcadas pelo Sindicato, que são além dos jornalistas, os diagramadores, diagramadores de cópias reprográficas, programadores visuais, editores de imagens, editores de VTS, repórteres–fotográficos e repórteres–cinematográficos, ilustradores, vídeo-grafistas, animadores em película ou digital, analistas e operadores de mídias sociais e outras profissões correlatas.

Em esclarecimento dado pelo presidente da Junta Administrativa do Sindjor, Itamar Perenha, a gestão promove a defesa também destes profissionais uma vez que eles não têm entidade representativa no Estado e pela própria empatia, já que são segmentos correlatos e colegas do cotidiano da nossa atuação.

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Nova data-base

Outro aspecto esclarecido foi a mudança da data–base da categoria para o mês de setembro. Essa alteração se deve ao grande fluxo de negociações que ocorrem em maio devido às outras categorias, o que gera congestionamentos e maior sobrecarga nos órgãos/repartições afins.

Novo piso

Com relação ao piso salarial do jornalista, ficou aprovado o valor de R$ R$ 2.938,49 para jornada diária de cinco horas, valor que contém reajuste pelo índice percentual de 6,22% de acordo com o INPC/IBGE relativo ao período de maio de 2021 a abril de 2022, correspondente a perdas inflacionárias.

Modalidades de trabalho

A nova Convenção traz uma cláusula que trata dos ‘Trabalhos Temporários e Intermitentes’, mostrando a preocupação do sindicato com a precarização dos contratos. Uma vez que essas modalidades já constam em lei e, sendo situações presentes no mercado de trabalho, é importante que elas estejam normatizadas e presentes no corpo da Convenção para que os trabalhadores não fiquem sem referenciais.

A modalidade de trabalho em Home Office foi uma das mais debatidas. Considerada uma novidade que rapidamente teve adesão em decorrência da pandemia do novo coronavírus, é fundamental que suas regras estejam previstas na CCT, apesar de ainda não haver um consenso sobre seu funcionamento.

A importância de uma boa negociação entre o patrão e o empregado que passa a trabalhar em casa, traz a questão do aumento de custos de energia, muitas vezes, da necessidade de melhoria dos serviços contratados de internet, além de outras despesas. Por outro lado, a experiência já mostra que o empregador teve custos reduzidos, o que requer a compensação pelo uso de equipamentos próprios, por exemplo.

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Além disso, há que se observar o respeito à jornada de trabalho diária, uma vez que diversos relatos indicam abuso por parte de empregadores que veem o jornalista como alguém que está em casa e, portanto, disponível em tempo integral. Nesse contexto, constatou-se a necessidade de regras quanto ao controle de jornada, sendo, por isso, outro ponto presente na Convenção.

Essas discussões mostram a relevância do registro formal de acordo entre os envolvidos e a importância do sindicato como órgão de fiscalização e amparo ao trabalhador.

Também foi ressaltado na assembleia a importância de preencher a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), que nesta pandemia, enquadra os jornalistas acometidos pela Covid-19, no exercício de suas atividades, como uma nova situação de acidente de trabalho. Na questão foi considerada, principalmente, a gravidade da doença e de sequelas de toda ordem que estão cada vez mais se apresentando de forma persistente.

Encaminhamento

Com a aprovação das cláusulas, agora a Convenção Coletiva de Trabalho será peticionada junto ao Ministério Público do Trabalho, que posteriormente fará a convocação e intimação das partes envolvidas para as negociações.

(Por: Luciana Oliveira Pereira e Sergio Roberto Reichert – Sindjor/MT)

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