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Lei De Abuso de Autoridade será tema de live promovida hoje pelo MP em parceria com Sindjor-MT

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O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor MT) e o Ministério Público realizam hoje (terça-feira, 10) live sobre a Lei de Abuso de Autoridade e suas consequências. O debate ocorre às 15h no Instagram do MP MT: @mpemt.

A live integra o projeto “MPMT e Você” e é a terceira atividade da parceria entre as duas entidades em torno da Liberdade de Expressão e da Defesa da Democracia.

A Lei de Abuso de Autoridade (13.869/2019) entrou em vigor em janeiro deste ano e será debatida pela promotora de Justiça Alessandra Gonçalves da Silva Godoi e pelo jornalista e coordenador do Núcleo do Sindjor em Tangará da Serra, Sergio Reichert.

O que é, de fato, abuso de autoridade? Como isso se manifesta no dia a dia e como a utilização da lei pode influencia-lo? Que postura o Ministério Público tem adotado diante da legislação? Cabe responsabilização aos veículos jornalísticos? Existem riscos intimidatórios à atuação de jornalistas e do MP? Esses e outros questionamentos fazem parte do debate.

“A Lei de Abuso de Autoridade incide diretamente na vida da sociedade e no trabalho dos jornalistas. Será muito importante contribuir com essa discussão”, comentou Sergio Reichert.

Até o momento a parceria entre Sindjor e MP promoveu duas lives, que podem ser conferidas no canal do Ministério no YouTube. A primeira foi no dia 28 de julho (Ameaças ao direito à informação e à liberdade de imprensa), com o presidente do Sindicato, Itamar Perenha, e o procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges: https://www.youtube.com/watch?v=37SOI7VIPKE .

A segunda ocorreu em 04 de agosto (Fake news e qualidade da informação) e contou com a contribuição da vice-presidenta do Sindjor, Magda Matos, e do procurador-regional Eleitoral, Pedro Melo Pouchain: https://www.youtube.com/watch?v=ITsTOZn0-30 .

 

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Meteorologia prevê nova frente fria em junho para derrubar temperaturas em Mato Grosso

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A segunda metade de junho promete trazer uma nova friagem para o Centro-Oeste, com destaque para Tangará da Serra e municípios vizinhos, como Barra do Bugres, Nova Olímpia, Arenápolis, Nortelândia e Reserva do Cabaçal. A Serra de Tapirapuã, conhecida por registrar algumas das menores temperaturas da região, deve sentir de forma mais intensa os efeitos da frente fria que se aproxima.

De acordo com previsões do Climatempo, Cptec/Inpe e Inmet, uma massa de ar polar avança pelo Sul do Brasil e se desloca em direção ao Centro-Oeste, canalizando-se pela Bolívia e Acre até alcançar o oeste de Mato Grosso. Esse movimento é característico das friagens amazônicas, que costumam derrubar rapidamente as temperaturas em áreas serranas.

Queda acentuada

As mínimas previstas para Tangará da Serra e Serra de Tapirapuã devem ficar entre 10 °C e 12 °C, com sensação térmica ainda menor durante as madrugadas. Nos municípios vizinhos, como Barra do Bugres, Nova Olímpia e Arenápolis, os termômetros devem marcar entre 12 °C e 14 °C, enquanto em Nortelândia e Reserva do Cabaçal as mínimas devem variar de 11 °C a 13 °C. As máximas, que normalmente ultrapassam os 30 °C nesta época do ano, devem cair para a faixa de 20 °C a 23 °C.

Chuva rápida na chegada

A frente fria deve chegar acompanhada de chuvas rápidas e isoladas, principalmente no início da incursão do ar polar. Após a passagem, o tempo tende a se estabilizar, com dias ensolarados e noites frias, típicas das friagens que marcam o inverno mato-grossense.

Pela meteorologia, nova frente fria deverá chegar em Tangará da Serra na segunda metade do mês.

Persistência do fenômeno

Segundo os meteorologistas, o resfriamento deve persistir por 3 a 5 dias, sendo mais intenso nas primeiras 48 horas. A partir do final da semana seguinte, as temperaturas voltam a subir gradualmente, devolvendo o calor característico da região.

Impactos locais

A friagem pode afetar culturas agrícolas sensíveis ao frio, exigindo atenção redobrada dos produtores. A população também deve se preparar para noites geladas, especialmente em áreas rurais e serranas. Municípios como Tangará da Serra e Reserva do Cabaçal, já acostumados a registrar temperaturas mais baixas, devem sentir os efeitos de forma mais intensa.

O fenômeno reforça a importância da Serra de Tapirapuã como um dos pontos mais frios do Centro-Oeste e confirma que o inverno de 2026 terá episódios marcantes de friagem em Mato Grosso.

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