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Espaço saúde: Há 35 anos no mercado, Polly Dance é Destaque Empresarial 2021

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Amplos espaços com equipamentos modernos, acompanhamento profissional, atendimento às diferentes necessidades do cliente. Este tripé qualitativo levou a Academia Polly Dance ao reconhecimento de empresa destaque, em evento empresarial na noite do último sábado (28.05), no CTG Aliança da Serra.

A premiação – Destaque Empresarial ACITS – foi conferida à Polly Dance pela Associação Comercial e Empresarial de Tangará da Serra após pesquisa de mercado, no segmento Academia de Ginástica, com base no ano de 2021.

Direção e colaboradores da Polly Dance receberam o Destaque Empresariam no último dia 28.

Há 35 anos no mercado e 1.800 clientes fidelizados, a Polly Dance possui duas academias – uma no Centro (foto topo) e outra no Jardim Olímpico (Acqua Academia) – e em breve inaugurará uma terceira, no Tangará Tênis Clube (TTC).

Estas unidades incorporam um conceito moderno em fitness e saúde, totalmente diferente das abordagens tradicionais em grande parte das academias. Oferece amplas estruturas, proporcionando as melhores condições para o desenvolvimento das pessoas, de crianças a idosos, atendendo a cada objetivo, necessidade e especificidade.

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Segundo o gerente Junior Alves, a Polly Dance prioriza o atendimento personalizado aos clientes. “Acompanhamos nossos clientes nas atividades e, com isso, fazemos com que eles alcancem seus objetivos na academia”, relata. Ou seja, são metodologias com abordagens individualizadas, com avaliação físico-corporal completa. “Nosso diferencial está nos novos métodos, com atenção especial a cada caso”, observa.

Em consonância com seus métodos de musculação, a Polly Dance oferece (sempre) equipamentos de última geração. “Estamos sempre atentos às novidades do mercado e estamos montando salas climatizadas e iluminação moderna para proporcionar maior conforto e motivação aos clientes”, completa Junior, acrescentando que a unidade do Centro já projeta uma sala para treinos HIIT (Treinamento de Alta Intensidade).

Nas duas academias da Polly Dance, o cliente poderá desfrutar, além de musculação em equipamentos de última geração, de aulas nas modalidades kangoo jump, aqua cross, pilates bola e solo, atividades em piscina olímpica e, em breve, novamente o cross fit.

As estruturas da Polly Dance também dispõem de lanchonete e um departamento especializado em acessórios e roupas fitness.

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Endereço e contato

A Polly Dance mantém suas academias em Tangará da Serra na Avenida Mato Grosso nº 857, Centro – telefone (65) 3326-2927, e (Acqua) na Avenida Tancredo de Almeida Neves, 2015, Setor W – Parque das Mansões, telefone 3326-1277. Em breve, a Polly Dance abrirá uma terceira academia, esta no TTC.

(Assessoria Especial)

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Biorrefinaria Uisa integra produção sustentável à preservação de nascentes e biodiversidade

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No ano em que Nova Olímpia completa 40 anos de emancipação, a presença da Uisa remonta ao período anterior à formação do município. Fundada em 1980, ainda como Destilarias Itamarati, a empresa acompanhou a estruturação da cidade e sua evolução ao longo das últimas décadas. Com atuação contínua no setor sucroenergético, a biorrefinaria integra a base econômica local e mantém participação no desenvolvimento regional, associando produção industrial a iniciativas voltadas à sustentabilidade ambiental.

Instalada em Nova Olímpia, a Uisa, empresa do setor sucroenergético que transforma matérias-primas em bioprodutos e bioalimentos, mantém um conjunto de programas ambientais voltados à preservação de nascentes, recuperação de áreas degradadas e segurança hídrica.

Caetano Henrique Grossi: “Mantemos o foco na preservação ambiental, no uso consciente da água e na recuperação de áreas degradadas”.

O programa Águas da Guanabara, uma das principais iniciativas da Uisa, criado em 2004, opera em uma área estratégica por integrar a zona de transição entre os biomas Cerrado e Amazônia, na bacia do Alto Paraguai, região formadora do sistema hídrico do Pantanal.

Segundo o gerente de Sustentabilidade da Uisa, Caetano Henrique Grossi, atualmente 245 nascentes localizadas em cerca de 50 mil hectares da companhia estão mapeadas e preservadas. “Nosso objetivo é garantir o abastecimento de rios e córregos, além de manter o equilíbrio ambiental e a disponibilidade de água na região”, afirmou.

Mapeamento com tecnologia e validação ambiental

A tecnologia é um dos pilares do programa. O levantamento das nascentes é realizado com uso de sensoriamento remoto, geoprocessamento e imagens de satélite, cruzadas com dados da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Levantamento das nascentes ocorre por sensoriamento remoto, geoprocessamento e imagens de satélite.

“Esse método permite identificar áreas que necessitam de intervenção e monitorar as condições ambientais, caso a caso”, explicou Grossi.

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O trabalho também conta com validação de órgãos ambientais e acompanhamento técnico, além de estudos independentes que atestam a precisão do mapeamento e a efetividade das ações.

Biodiversidade e qualidade da água

As intervenções incluem reflorestamento, controle de erosão, manejo do solo e manutenção da cobertura vegetal. A recomposição das áreas é feita com espécies nativas do Cerrado e da Amazônia, produzidas em viveiro próprio, que mantém cerca de 75 variedades, incluindo espécies ameaçadas.

O viveiro conta com capacidade de produção anual de até 200 mil mudas.

Desde o início do programa, mais de 2 milhões de mudas foram plantadas. Entre 2007 e 2024, a área de vegetação nativa foi ampliada em 1.030 hectares, o que representa aumento de 8% na cobertura vegetal.

De acordo com Grossi, os resultados também aparecem na biodiversidade e nos recursos hídricos. “Identificamos 163 espécies arbóreas e 355 espécies de animais — incluindo onça-pintada, anta, lobo-guará e tamanduá-bandeira — considerados indicadores de equilíbrio ambiental”, relatou.

Na área hídrica, sete nascentes degradadas tiveram a vazão recuperada após ações de revitalização. O Índice de Qualidade da Água (IQA) permanece classificado como “bom”, segundo monitoramento técnico.

Integração entre produção e sustentabilidade

As ações ambientais estão integradas ao modelo produtivo da biorrefinaria, baseado em economia circular. A produção utiliza integralmente a cana-de-açúcar e reaproveita subprodutos como vinhaça e resíduos orgânicos na fertirrigação e na melhoria do solo.

O uso eficiente da água é um dos pilares operacionais.  “Em nosso processo industrial, a água é reutilizada em circuito fechado, sem descarte em corpos hídricos”, disse Grossi. Segundo ele, a adoção de tecnologias de recirculação contribuiu para a redução do consumo de água, tanto na indústria quanto nas operações agrícolas.

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A unidade também gera energia elétrica a partir da biomassa, garantindo autossuficiência energética e fornecimento de excedente ao Sistema Interligado Nacional.

Ações regionais e engajamento comunitário

Além das áreas próprias, a empresa mantém iniciativas voltadas à comunidade, com destaque para a doação de mudas e ações de educação ambiental, por meio do projeto Pensamos Verde, que já destinou mais de 570 mil mudas a produtores rurais, instituições e comunidades em 16 municípios de Mato Grosso.

As atividades incluem orientação técnica, campanhas educativas e programas voltados a estudantes.

“Mantemos o foco na preservação ambiental, no uso consciente da água e na recuperação de áreas degradadas”, afirmou Grossi. “A ampliação das ações ocorre principalmente por meio da distribuição de mudas e do fortalecimento de projetos comunitários.”

O modelo adotado já recebeu premiações e certificações ambientais e é apontado como referência no setor sucroenergético, com reconhecimento por iniciativas voltadas à preservação do bioma pantaneiro.

Segurança hídrica como eixo estratégico

A segurança hídrica é fundamental para garantir a regularidade dos fluxos de água que sustentam rios, biodiversidade e atividades econômicas. A preservação dessas áreas mantém o equilíbrio dos ecossistemas, reduz riscos de escassez e assegura o abastecimento humano e produtivo, além de contribuir para a estabilidade climática.

Segundo Grossi, na Uisa, a preservação das nascentes é tratada como elemento central para a continuidade das atividades produtivas e para a manutenção dos ecossistemas regionais.

“Nossa estratégia busca alinhar produção agrícola, conservação ambiental e disponibilidade de água em uma região sensível do ponto de vista hídrico”, concluiu.

(*) Na sequência, link com matérias sobre registro da presença de onças na área da Uisa e sobre ação educativa com foco ambiental da biorrefinaria.

Imagens registram três onças-pintadas em área da biorrefinaria uisa em Mato Grosso

Uisa promove ação educativa entre produtores para prevenção da mosca-dos-estábulos

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