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Preso pela PJC, suspeito de matar estudante universitária agiu por vingança

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O suspeito de assassinar a estudante universitária Valéria Correia Araújo, de 28 anos, foi identificado e preso pela Polícia Judiciária Civil na tarde desta sexta-feira, em Tangará da Serra. O homem, de 20 anos, foi localizado no Residencial Dona Júlia durante ação conjunta das delegacias Regional, Especializada de Defesa da Mulher, de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e de Roubos e Furtos (DERF), coordenada pelo delegado Gustavo Espíndula de Souza.

Valéria tinha 28 anos e estudava Direito.

Em entrevista coletiva, o delegado informou que o suspeito confessou o crime e afirmou ter agido por vingança após um desentendimento ocorrido dias antes. Segundo a investigação, ele e Valéria haviam se relacionado algumas vezes e, no último encontro, houve uma discussão, ocasião em que a jovem o expulsou da residência.

Conforme o relato do investigado, ele decidiu retornar ao imóvel na manhã da última quarta-feira (06), quando invadiu a quitinete da vítima e a matou com cerca de 30 golpes de faca, a maioria na região do pescoço.

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O autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro. Ele tem antecedentes por roubo e chegou a ser detido para internação quando adolescente.

Autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro.

Valéria foi encontrada morta por um amigo da família, acionado após parentes — residentes em Minas Gerais — perderem contato com a jovem. A universitária estava com braços e pernas amarrados, o rosto coberto e apresentava sinais de violência sexual, conforme apurado pela investigação.

A vítima cursava Direito e deixa uma filha de 10 anos, que vive com o pai em Minas Gerais. Uma irmã de Valéria esteve em Tangará da Serra para realizar os procedimentos de reconhecimento e providenciar o translado do corpo para o estado de origem da família.

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Tangará da Serra: droga avaliada em até R$ 1 milhão seria distribuída no mercado local

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A grande quantidade de drogas apreendida na madrugada desta quarta-feira (25.06), em Tangará da Serra, seria destinada ao abastecimento do mercado local de entorpecentes. A informação é da delegada regional da Polícia Judiciária Civil (PJC), Alessandrah Marques Alecrim.

A delegada coordenou o planejamento da operação que resultou na prisão de dois homens no Distrito de Progresso. A ação policial impediu a entrada de um carregamento expressivo de drogas no município.

Ao todo, os agentes apreenderam 120 tabletes contendo pelo menos quatro tipos de substâncias ilícitas: cocaína, pasta base de cocaína, maconha e skank. Segundo a Polícia Civil, a carga está avaliada entre R$ 800 mil e R$ 1 milhão e seria distribuída em diversos pontos de comercialização de drogas espalhados pela cidade.

Droga era transportada em caixas no interior de um veículo Astra.

Esta é a segunda grande apreensão de entorpecentes registrada no Distrito de Progresso em 2026. Em janeiro, a PJC apreendeu 150 tabletes de maconha e cocaína na localidade, causando prejuízo estimado em R$ 1,5 milhão ao tráfico de drogas.

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No caso desta madrugada, o setor de inteligência da Delegacia Regional já monitorava os suspeitos havia vários dias. Ambos são moradores de Tangará da Serra e, conforme as investigações, integrariam uma organização criminosa, atuando na distribuição de drogas para traficantes de menor porte.

A interceptação ocorreu após o monitoramento da rota utilizada pela dupla. Os policiais realizaram acompanhamento tático e efetuaram a abordagem do veículo no momento em que ele cruzava os limites do município.

O material ilícito foi encontrado no interior do automóvel, acondicionado em caixas de papelão. Após receberem voz de prisão, os suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil, onde foram autuados por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

A origem da carga apreendida ainda é investigada pela Polícia Civil.

(Redação EB, com informações de Thaís Silva/Repórter em Ação)

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