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Democracia e Liberdade de Expressão: MPMT e Sindjor-MT realizam quarta live nesta terça-feira

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O fortalecimento da democracia e a manutenção das garantias da liberdade de expressão serão debatidos durante uma live, nesta terça-feira (18). O debate é promovido pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso e o Sindicato dos Jornalistas (Sindjor-MT), com transmissão no Instagram do MPMT (@mpemt), às 15 horas (horário local).

A promotora de Justiça Luciana Fernandes de Freitas e o jornalista e professor da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Gibran Luis Lachowski, são os convidados. Eles vão abordar tópicos como a lei de direito de resposta, o Marco Civil na Internet, a retomada da exigência de diploma para jornalistas, além de propostas para o enfrentamento às ameaças à atuação de jornalistas e outros profissionais.

O público poderá participar e interagir com perguntas para os convidados ou comentários sobre o tema. Este é o principal objetivo do projeto “MPMT e Você”, que visa promover uma maior interação entre a sociedade e a instituição. Na primeira rodada, foi debatida a atuação do MPMT no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

No dia 28 de julho teve início uma segunda rodada de lives, realizada em parceria com o Sindjor-MT, sobre temas relacionados à liberdade de expressão e democracia. Todas as transmissões já realizadas estão disponíveis no canal do YouTube do MPMT.

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(Por: Tânia Rauber – Assessoria MPMT)

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Anvisa alerta que testes de covid não detectam anticorpo, nem eficácia das vacinas

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A Anvisa divulgou esta semana um alerta reforçando que testes de covid -19 não comprovam a proteção da vacina. A Agência lembra que estes testes não devem ser usados para medir o nível de proteção contra o coronavírus após as pessoas se vacinarem.

O alerta da Anvisa informa que os testes de identificação da covid-19 registrados no país, vendidos até em farmácia, não tem a finalidade de indicar se a pessoa está protegida do vírus. Só confirma se a pessoa foi infectada ou não. Segundo a agência, esses testes não verificam o nível de proteção que cada pessoa tem contra a doença.

A Anvisa reforça que nenhum teste que detecta a presença de anticorpo (seja neutralizante, IGM, IGG ou outro) dão a garantia de imunidade e nem atestam qualquer nível de proteção contra a covid.

O professor da Universidade de Brasília, Wender Silva diz que, como estes testes não identificam a presença da proteína do coronavírus que a vacina combate, não conseguem medir a eficácia dos imunizantes. O professor Wender Silva reforça que, uma vez aprovadas, não é necessário se preocupar se as vacinas são eficazes e seguras.

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A Anvisa ainda alerta que não existe, até o momento, estudos indicam a quantidade de anticorpos neutralizantes necessária para garantir a proteção contra a covid-19. Esses anticorpos são os que evitam a entrada e multiplicação do coronavírus. E que também é preciso desenvolver outras pesquisas científicas para avaliar qual o grau de proteção é necessário contra a doença.

Para a Agência, ainda é preciso adotar as medidas preventivas contra o coronavírus, com uso de máscaras, higienização das mãos e o distanciamento social, mesmo após a vacinação.

(Agência Brasil)

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