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Cadastro Positivo é o banco de dados dos bons pagadores, diz gerente da Boa Vista em encontro regional

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Com a aprovação da nova lei do Cadastro Positivo – que torna automática a inclusão de consumidores e empresas neste banco de dados, e a sua regulamentação no início de julho – o mercado de crédito brasileiro vive um novo momento, que pode também ser considerado um marco nas relações de consumo. Com este feito, há grande expectativa sobre as novas soluções de análise de crédito e o quanto os dados positivos ajudarão a reduzir a assimetria de informação, ou seja, melhor discriminar o bom do mau pagador.

Este foi um dos assuntos discutidos na manhã desta sexta-feira (25.10) pelo gerente de Contas da Boa Vista SCPC, Everton Fiorelli, no segundo dia do Encontro Regional das Associações Comerciais e Empresariais que acontece em Tangará da Serra, com a presença de presidentes, executivos, comerciais e colaboradores de 12 municípios de Mato Grosso. O evento é uma realização da Facmat, com o apoio da Associação Comercial e Empresarial de Tangará da Serra (Acits).

Evento reúne 11 associações comerciais do estado em Tangará da Serra.

Fiorelli explicou que o Cadastro Positivo é uma solução gratuita que pode favorecer empresas que solicitam crédito, porque considera todo o histórico de pagamentos, não somente as dívidas. “É o banco de dados dos bons pagadores que avalia os compromissos financeiros ou serviços continuados dos consumidores Pessoa Física e Pessoa Jurídica”, complementa.

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A Boa Vista já está utilizando toda a sua inteligência analítica por meio de modelos de machine learning e de inteligência artificial para extrair o máximo de valor das informações positivas de consumidores e empresas. Para se ter uma ideia, com a nova lei em vigor, estima-se que cerca de 120 milhões de consumidores passam a fazer parte do Cadastro Positivo, dos quais aproximadamente 22 milhões estão agora sendo inseridos no mercado de crédito, o que demonstra o grande potencial para novos negócios.

Segundo a Boa Vista, os dados do Cadastro Positivo podem aumentar as vendas se usados de forma inteligente, ou seja, diante do cenário atual, com maior acesso do consumidor ao crédito, o credor que souber identificar melhor os pagadores dos não pagadores, venderá mais e melhor.

Uma das soluções com essas características é o Acerta Completo Positivo, desenvolvido pela Boa Vista e já à disposição do mercado. Com esse produto é possível checar as informações analíticas como score (nota de crédito), comprometimento financeiro, pontualidade de pagamento e renda estimada.

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Esse tipo de solução ajuda o empresário a conhecer e prever o comportamento do consumidor, tendo menos riscos na hora de tomar uma decisão de venda. E tudo isso é possível porque a Boa Vista possui uma das maiores bases de comportamento de crédito e tem capacidade analítica para transformar todos esses dados em instrumentos de decisão, de forma clara e objetiva.

Benefícios do Cadastro Positivo para a empresa

Maior poder de negociação na hora de solicitar crédito com a possibilidade de menores taxas e melhores prazos;

Avaliação de crédito baseada no comportamento de pagamento e não somente nas informações restritivas;

Saber o que o mercado irá considerar na concessão de crédito graças ao monitoramento do histórico de pagamentos;

Contar com um cadastro que demonstra que a empresa é boa pagadora.

 

(Redação: Luciane Mildenberger – Assessora de Imprensa da Facmat, com informações da Boa Vista SCPC)

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Cidades & Geral

Jornalistas: Convenção coletiva prevê nova data-base da categoria e piso de R$ 2.938,49

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A Convenção Coletiva de Trabalho dos profissionais do jornalismo em Mato Grosso foi aprovada na noite do último dia 22 (quinta-feira) em Assembleia Geral Extraordinária da categoria.

A assembleia foi convocada pela Junta Administrativa do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (SINDJOR-MT) e ocorreu em plataforma virtual, com participação de jornalistas da capital e do interior do estado. A pauta foi única, com a apreciação e discussão da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria, sendo a primeira dentro de Mato Grosso.

Após publicação de edital para a convocação dos jornalistas que atuam no Estado, o Sindicato disponibilizou através de seu site e redes sociais a minuta com a proposta da CCT, para que a categoria pudesse conhecer todas as cláusulas econômicas e sociais da pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2021 a 2023.

Itamar Perenha, presidente do Sindjor-MT.

Na assembleia os presentes puderam discutir as vinte cláusulas da convenção e, com sua aprovação, autorizar o sindicato a instaurar a negociação com as empresas de comunicação e representar a categoria, como substituto processual, perante o poder Judiciário.

Entre os principais pontos de esclarecimento e debates estiveram à abrangência de ocupações que hoje estão abarcadas pelo Sindicato, que são além dos jornalistas, os diagramadores, diagramadores de cópias reprográficas, programadores visuais, editores de imagens, editores de VTS, repórteres–fotográficos e repórteres–cinematográficos, ilustradores, vídeo-grafistas, animadores em película ou digital, analistas e operadores de mídias sociais e outras profissões correlatas.

Em esclarecimento dado pelo presidente da Junta Administrativa do Sindjor, Itamar Perenha, a gestão promove a defesa também destes profissionais uma vez que eles não têm entidade representativa no Estado e pela própria empatia, já que são segmentos correlatos e colegas do cotidiano da nossa atuação.

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Nova data-base

Outro aspecto esclarecido foi a mudança da data–base da categoria para o mês de setembro. Essa alteração se deve ao grande fluxo de negociações que ocorrem em maio devido às outras categorias, o que gera congestionamentos e maior sobrecarga nos órgãos/repartições afins.

Novo piso

Com relação ao piso salarial do jornalista, ficou aprovado o valor de R$ R$ 2.938,49 para jornada diária de cinco horas, valor que contém reajuste pelo índice percentual de 6,22% de acordo com o INPC/IBGE relativo ao período de maio de 2021 a abril de 2022, correspondente a perdas inflacionárias.

Modalidades de trabalho

A nova Convenção traz uma cláusula que trata dos ‘Trabalhos Temporários e Intermitentes’, mostrando a preocupação do sindicato com a precarização dos contratos. Uma vez que essas modalidades já constam em lei e, sendo situações presentes no mercado de trabalho, é importante que elas estejam normatizadas e presentes no corpo da Convenção para que os trabalhadores não fiquem sem referenciais.

A modalidade de trabalho em Home Office foi uma das mais debatidas. Considerada uma novidade que rapidamente teve adesão em decorrência da pandemia do novo coronavírus, é fundamental que suas regras estejam previstas na CCT, apesar de ainda não haver um consenso sobre seu funcionamento.

A importância de uma boa negociação entre o patrão e o empregado que passa a trabalhar em casa, traz a questão do aumento de custos de energia, muitas vezes, da necessidade de melhoria dos serviços contratados de internet, além de outras despesas. Por outro lado, a experiência já mostra que o empregador teve custos reduzidos, o que requer a compensação pelo uso de equipamentos próprios, por exemplo.

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Além disso, há que se observar o respeito à jornada de trabalho diária, uma vez que diversos relatos indicam abuso por parte de empregadores que veem o jornalista como alguém que está em casa e, portanto, disponível em tempo integral. Nesse contexto, constatou-se a necessidade de regras quanto ao controle de jornada, sendo, por isso, outro ponto presente na Convenção.

Essas discussões mostram a relevância do registro formal de acordo entre os envolvidos e a importância do sindicato como órgão de fiscalização e amparo ao trabalhador.

Também foi ressaltado na assembleia a importância de preencher a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), que nesta pandemia, enquadra os jornalistas acometidos pela Covid-19, no exercício de suas atividades, como uma nova situação de acidente de trabalho. Na questão foi considerada, principalmente, a gravidade da doença e de sequelas de toda ordem que estão cada vez mais se apresentando de forma persistente.

Encaminhamento

Com a aprovação das cláusulas, agora a Convenção Coletiva de Trabalho será peticionada junto ao Ministério Público do Trabalho, que posteriormente fará a convocação e intimação das partes envolvidas para as negociações.

(Por: Luciana Oliveira Pereira e Sergio Roberto Reichert – Sindjor/MT)

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