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Cidades & Geral

Ação do SINDJOR-MT em parceria com Poder Público disponibiliza hoje vacina contra Influenza para profissionais da Imprensa

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Ação conjunta promovida pelo Sindicato dos Jornalistas do Estado de Mato Grosso (Sindjor-MT) e Prefeitura Municipal de Tangará da Serra, através da Secretaria Municipal de Saúde (Vigilância Epidemiológica), disponibiliza nesta quarta-feira (15.07) vacinas contra Influenza a profissionais da Imprensa local que atuam em trabalhos externos (repórteres e cinegrafistas).

A ação é uma iniciativa do Núcleo do Sindjor-MT em Tangará da Serra e tem como apoio fundamental o Poder Público Municipal, com autorização direta do prefeito Fábio Martins Junqueira, após reunião entre a entidade – através do coordenador Sergio Reichert e o secretário Humberto Ferreira – e o Executivo, no início deste mês (foto acima).

As vacinas, gratuitas, serão aplicadas aos profissionais conforme lista nominal, na Clínica da Família (Avenida Tancredo de Almeida Neves), somente nesta quarta-feira, das 13hs às 15hs. Para receber a vacina, o profissional terá de apresentar documento de identificação.

Segundo a coordenação do Núcleo do Sindjor-MT em Tangará da Serra, o acesso às vacinas é fundamental para as atividades dos profissionais do setor que atuam em trabalhos externos, o que torna inevitável o contato direto com o público.

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Ainda segundo o Núcleo do Sindjor-MT, outro fator que impõe a necessidade de vacinação é a presença destes profissionais nos mais variados locais e ambientes para o desempenho das suas funções.

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Anvisa alerta que testes de covid não detectam anticorpo, nem eficácia das vacinas

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A Anvisa divulgou esta semana um alerta reforçando que testes de covid -19 não comprovam a proteção da vacina. A Agência lembra que estes testes não devem ser usados para medir o nível de proteção contra o coronavírus após as pessoas se vacinarem.

O alerta da Anvisa informa que os testes de identificação da covid-19 registrados no país, vendidos até em farmácia, não tem a finalidade de indicar se a pessoa está protegida do vírus. Só confirma se a pessoa foi infectada ou não. Segundo a agência, esses testes não verificam o nível de proteção que cada pessoa tem contra a doença.

A Anvisa reforça que nenhum teste que detecta a presença de anticorpo (seja neutralizante, IGM, IGG ou outro) dão a garantia de imunidade e nem atestam qualquer nível de proteção contra a covid.

O professor da Universidade de Brasília, Wender Silva diz que, como estes testes não identificam a presença da proteína do coronavírus que a vacina combate, não conseguem medir a eficácia dos imunizantes. O professor Wender Silva reforça que, uma vez aprovadas, não é necessário se preocupar se as vacinas são eficazes e seguras.

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A Anvisa ainda alerta que não existe, até o momento, estudos indicam a quantidade de anticorpos neutralizantes necessária para garantir a proteção contra a covid-19. Esses anticorpos são os que evitam a entrada e multiplicação do coronavírus. E que também é preciso desenvolver outras pesquisas científicas para avaliar qual o grau de proteção é necessário contra a doença.

Para a Agência, ainda é preciso adotar as medidas preventivas contra o coronavírus, com uso de máscaras, higienização das mãos e o distanciamento social, mesmo após a vacinação.

(Agência Brasil)

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