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Paraná Implementos apresenta em Tangará da Serra rodotrem basculante para 49 tons/líquidas

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Aço de altíssima resistência, reforços laterais, maior capacidade de carga, praticidade e configurações para melhor utilização e aproveitamento do implemento. Estas são as características principais do rodotrem basculante da Pastre, comercializado em Mato Grosso pela Paraná Implementos.

O semirreboque, com capacidade para até 49 toneladas (carga líquida), está à mostra nesta segunda e amanhã (09 e terça, 10), em Tangará da Serra, no pátio da Associação dos Proprietários de Caminhões de Transporte (APCTTS), com comercialização no local.

Nivaldo: “É a bola da vez no transporte de cargas, um implemento multiuso, de grande capacidade, alta resistência, segurança e que permite agilidade ao transportador”

Segundo o representante de vendas da Paraná Implementos, Nivaldo Amorim, o implemento é ideal para pessoa jurídica, especialmente empresas transportadoras e produtores rurais. É o mais adequado do mercado para transportar todos os insumos para plantio e colheita, e também para o transporte de grãos aos silos, cooperativas ou portos.

Com preços a partir de R$ 275 mil, o semirreboque basculante também pode ser financiado em operações com ICMS de 7%. “É a bola da vez no transporte de cargas, um implemento multiuso, de grande capacidade, alta resistência, segurança e que permite agilidade ao transportador”, afirma Nivaldo.

O rodotrem basculante da Pastre é fabricado em Quatro Barras, proximidades de Curitiba, no Paraná. Em Mato Grosso, a representação é sediada em Cuiabá, no Distrito Industrial, com negociações para todo o estado (telefones 65 3667-7000 e  99982-7083).

(*) Abaixo, detalhes técnicos do produto disponível nos volumes de 25m³, 30m³ ou 35m³ cada caixa:

CAIXA DE CARGA: Somente no modelo PLANA; Construída em chapa de aço de alta e altíssima resistência; Cantos arredondados – Raio de 300mm; Costelas de reforço nas laterais; Tampa articulada na unidade dianteira, o que possibilita a descarga sem haver o desengate; Tampa traseira basculante com mancais e pinos reforçados e travamento automático duplo; Ângulo de basculamento de 42°.

CHASSI: Duas longarinas em perfil “I”, unidas por travessas em perfil “U”, fabricadas em chapa de aço de alta resistência; Eixo extralargo com buchas cementadas – Total segurança na operação de basculamento; Travessa traseira reforçada, equipada com sistema de engate esférico – Excelente estabilidade e facilidade nas operações.

DOLLY: Cambão rebaixado que possibilita a descarga sem haver o desengate; Duas longarinas em perfil “I” unidas por travessas, fabricadas em chapa de aço de alta resistência.

SUSPENSÃO: Mecânica universal; Suportes estampados, com “esfrega molas” resistentes ao desgaste; Pino de diâmetro 50mm em aço ABNT 1045 temperado; Tirantes de borracha do tipo silence block; Molejos para 6,5 toneladas, com tratamento shot peening e pre set; Eixos tubulares redondos de capacidade Técnica 13 toneladas e rolamentos 32.218 internos e externos; Cuíca de freio SIMPLES no primeiro eixo e SPRING BRAKE nos demais; Freios a ar com lonas 8” X 16.1/2” tipo tubeless.

SISTEMA HIDRÁULICO: Acionamento frontal por cilindro hidráulico telescópico; Válvula fim-de-curso mecânica; Engates rápidos de 1” – Maior vazão.

SISTEMA ELÉTRICO: Conforme NBR

ACABAMENTO: Jateamento por granalha de aço; Fundo anticorrosivo EPÓXI; Pintura em Poliuretano (PU) na cor desejada;

ITENS DE SÉRIE: Sinaleiras traseiras e lanternas de posição em LED; Freios ABS; Apara-barros de borracha; Barrica d’água; Caixa de ferramentas; Caixa de cozinha; Chave de cubo; Encerado colorido; Escada de acesso frontal, aparafusada; Estribo (ferro de ½”) nas laterais, com pinos de corda; Jogo de arcos para enlonar; Para-lamas plásticos individuais; Pés de apoio mecânicos; Levantador pneumático no 1º eixo; Protetor de cabine; Roda ou aro de estepe (01 un.); Para-choque traseiro; Faixas refletivas; Suporte de estepe frontal com levantador a cabo com catraca; Protetor lateral; Catracas de freio com ajuste automático.

OPCIONAIS: Comando hidráulico para o cavalo-mecânico; Pés de apoio hidropneumáticos; Rodas de alumínio; Suspensão pneumática; Tampa traseira com abertura para a lateral; Kit carga perigosa; Kit mineração; Kit de intercambialidade; Estabilizador central.

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Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

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Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

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