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Creditares, uma Agfintech que nasceu em Tangará da Serra para revolucionar o crédito no agro

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O agro representa o setor mais forte da economia de Mato Grosso. Pois, foi em Tangará da Serra – um ambiente reconhecidamente fértil de trabalho, inovação e visão empreendedora – que nasceu a Creditares, uma agfintech criada para transformar a forma como o produtor rural acessa crédito e oportunidades financeiras.

A Creditares rompeu barreiras, saiu das fronteiras do município e hoje atua em 14 estados do território nacional através de 70 “Agro Bankers” – profissionais autonômos credenciados na plataforma – levando agilidade, tecnologia e confiança para quem vive do agro.

A proposta é ousada e plenamente conectada às necessidades reais do campo. Afinal, a força do agronegócio exige soluções à altura de seu dinamismo e potencial de crescimento. A partir dessa exigência, a Creditares criou um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios – FIDC – pensado especialmente para financiar a cadeia produtiva do agronegócio.

Trata-se de uma alternativa sólida e estruturada para viabilizar crédito com agilidade, segurança e taxas competitivas, conectando o mercado financeiro a quem move o campo: produtores, revendas, cooperativas e distribuidores. “Acreditamos que empreender é entender o presente e construir o futuro, e é exatamente isso que move nossa equipe: criar soluções financeiras inteligentes, descomplicadas e acessíveis, que ajudam os produtores a crescerem com sustentabilidade e autonomia”, observa o CEO e cofundador da empresa, José Corral, jovem empreendedor com MBA em Finanças pela Fundação Getúlio Vargas.

Os sócios José Corral e Daniel Latorraca: Creditare é alternativa sólida e estruturada para viabilizar crédito com agilidade, segurança e taxas competitivas.

Segundo ele, a Creditares já superou a marca de R$ 1 bilhão em limites de crédito aprovados em mais de 10 instituições financeiras. “Temos uma demanda bruta de R$ 5 bilhões e incorporamos a inteligência de crédito das aprovações que fizemos nos bancos com a nossa proprietária, o que dá subsídio para nosso fundo ter excelência na análise de crédito”, sublinha o empresário, que tem como sócio o economista e MBA em Agronegócio, Daniel Latorraca, que traz em seu currículo mais de uma década de atuação destacada como superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária.

A empresa

A Creditares é uma agfintech brasileira com DNA mato-grossense, nascida em Tangará da Serra, uma das regiões mais produtivas do agronegócio nacional. Com a missão de facilitar o acesso ao crédito rural, a empresa une tecnologia, inteligência de dados e conhecimento do campo para conectar produtores a soluções financeiras ágeis, seguras e descomplicadas.

A Creditares é mais que uma plataforma de crédito. É parceira do produtor rural, entendendo suas necessidades e oferecendo linhas de financiamento personalizadas, com menos burocracia e mais transparência. Desde seu nascimento em solo tangaraense, a fintech vem crescendo com os pés na terra e os olhos no futuro, atendendo produtores, revendas, tradings e cooperativas por todo o Brasil.

No custeio, nos investimentos ou na comercialização, a Creditares está transformando a relação entre o agronegócio e o sistema financeiro, gerando impacto positivo na vida de quem faz o campo acontecer: o produtor rural.

Contatos

E-mail: [email protected]; Celular/WhatsApp: +55 (11) 96830-1500

#creditares; #agfintech

 

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Redução da jornada para escala 5×2 gera debate sobre custos e produtividade

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A proposta de redução da jornada de trabalho, com a substituição da escala 6×1 pela 5×2, voltou ao centro dos debates econômicos e trabalhistas no país. Entre os principais pontos levantados por representantes do setor produtivo estão os possíveis impactos sobre custos, produtividade e oferta de mão de obra.

O tema é abordado na edição deste sábado do programa Momento Agrícola, apresentado pelo produtor rural, engenheiro agrônomo e consultor Ricardo Arioli, de Tangará da Serra.

Segundo a análise apresentada no programa, a redução da jornada tende a elevar os custos de produção no agronegócio, considerado um dos principais motores da economia brasileira. O mesmo efeito também seria sentido pela indústria, comércio e setor de serviços, que poderiam necessitar de novas contratações para compensar a diminuição das horas trabalhadas.

Na avaliação de Arioli, o aumento dos custos operacionais deverá refletir nos preços finais de alimentos, vestuário, calçados e outros produtos comercializados no mercado nacional. E tem, também, a questão do impacto sobre a competitividade dos produtor nacionais nas exportações.

Custo da mão de obra no campo será impulsionado com a redução da jornada para escala 5 x 2.

Um aspecto paralelo à abordagem do programa é a dificuldade enfrentada por diversos setores para encontrar trabalhadores qualificados. Afinal, a escassez de mão de obra poderá representar um desafio adicional caso as empresas precisem ampliar seus quadros de funcionários para atender à nova jornada.

A produtividade do trabalhador brasileiro também entra na discussão. Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) indicam que o Brasil gera, em média, US$ 21,20 por hora trabalhada, ocupando a 94ª posição em um ranking de 184 países. O desempenho fica abaixo de países vizinhos, como Uruguai, Chile e Argentina (entre US$ 33 e US$ 38), e distante de economias desenvolvidas, como a Alemanha (US$ 80,50).

Arioli também relacionou o debate à carga tributária incidente sobre as empresas brasileiras. Segundo ele, a combinação entre altos impostos e aumento dos custos trabalhistas já reduz a competitividade nacional e estimula a migração de investimentos para países com ambiente de negócios considerado mais favorável, como o Paraguai.

Além da discussão sobre a jornada de trabalho, o Momento Agrícola abordou temas como a demora na solução para o endividamento rural, os resultados positivos da pecuária e da cotonicultura e os números do Produto Interno Bruto (PIB), que evidenciam a participação do agronegócio na economia brasileira.

A edição também trouxe entrevistas sobre sementes, com Jonas Pinto, da FEBRASEM; gestão de crises e soluções para o setor, com Mauro Osaki, do CEPEA; e o lançamento do livro infantil A Fazenda dos Bezerros, com Lygia Pimentel, da Agrifatto.

Para ouvir o Momento Agrícola na íntegra, clique abaixo.

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