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Com 22 anos de atuação, Madeireira Flor do Campo recebe prêmio de empresa destaque

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O único lugar aonde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário. A frase, do jornalista norte-americano Stubby Currence, condiz com a trajetória de trabalho e seriedade da Madeireira Flor do Campo, que em 2023 celebra 22 anos de atuação em Tangará da Serra.

A empresa foi agraciada recentemente (sábado, 06/05), em megaevento no CTG Aliança da Serra, com o prêmio Destaque Empresarial ACITS no segmento Madeireira e Artefatos de Madeira, conferido pela Associação Comercial e Empresarial a partir de pesquisa de mercado com base no ano de 2022.

Iniciou suas atividades no ano de 2001 e desde então, a Madeireira Flor do Campo é referência no mercado regional de madeiras para móveis e construção civil. A empresa atua, também, no beneficiamento de portais, assoalhos, deck’s, aberturas e beirais. Nestas operações, a empresa prima pela qualidade e pontualidade na entrega.

Ataídes Toquetto e o filho Fernando são os fundadores da empresa.

Fundada pelo empresário e pioneiro Ataídes Tocchetto e seu filho, Fernando, a empresa gera 22 empregos diretos e ao menos 60 postos indiretos, atendendo uma grande carteira de clientes onde se incluem marcenarias e o ramo da construção civil, além de propriedades rurais de Tangará da Serra e região circunvizinha. “Nosso diferencial está na união de qualidade, variedade e atendimento”, observa Fernando, que hoje responde pela administração.

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Trabalho e dedicação

A história da Madeireira Flor do Campo tem origem no final da década de 1990, quando a família Tocchetto trocou o estado do Paraná pelo Mato Grosso. Chegaram em Tangará da Serra com uma Ford F-4000, adquirida por Ataídes para trabalhar com fretes.

 

Direção e equipe da Madeireira Flor do Campo: Credibilidade e sólido conhecimento do mercado madeireiro.

Após um duro trabalho de transportes de cargas de madeira abrangendo desde a região de Juína, Ataídes Tocchetto centralizou suas atividades em Tangará da Serra, fundando, em 2001, a Madeireira Flor do Campo.

No ano de 2004, ainda na primeira sede da empresa, localizada rua Vilibaldo Behling (Rua 10), na Vila Alta, Fernando propôs ao pai a ampliação do negócio. Com um consórcio que mantinha com suas economias, Fernando ajudou Ataídes a adquirir um caminhão Ford truck.

Foi o ‘start’ para uma nova fase, com impulsionamento da empresa.  “Logo adquirimos novos caminhões truck, alguns da marca Mercedes Benz. Nosso crescimento foi rápido, atendendo marcenarias, o comércio local, o poder público e fazendas”, conta Fernando Tocchetto.

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Com a consolidação no mercado, a Madeireira Flor do Campo precisou de uma sede maior. Transferiu, então, suas instalações para o atual endereço, na Cidade Alta.

O sucesso nos negócios e o sólido conhecimento do mercado madeireiro pelos Tocchetto faz a Flor do Campo projetar a abertura de uma filial para breve.

Endereço e contato

A sede da Madeireira Flor do Campo é na rua Júlio Martinez Benevides n°2.123-S, esquina com rua 26-A, bairro Cidade Alta. Os telefones para contato são: 65 3326-6373 e 3325-2405 (escritório), 65 9 9904-5838 (Ataides), 65 9 9987-0626 (Fernando), 65 9 9690-2259 (Ednelson) e 65 9 9989-9490 (Cleber). O endereço eletrônico é [email protected].

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Biorrefinaria Uisa integra produção sustentável à preservação de nascentes e biodiversidade

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No ano em que Nova Olímpia completa 40 anos de emancipação, a presença da Uisa remonta ao período anterior à formação do município. Fundada em 1980, ainda como Destilarias Itamarati, a empresa acompanhou a estruturação da cidade e sua evolução ao longo das últimas décadas. Com atuação contínua no setor sucroenergético, a biorrefinaria integra a base econômica local e mantém participação no desenvolvimento regional, associando produção industrial a iniciativas voltadas à sustentabilidade ambiental.

Instalada em Nova Olímpia, a Uisa, empresa do setor sucroenergético que transforma matérias-primas em bioprodutos e bioalimentos, mantém um conjunto de programas ambientais voltados à preservação de nascentes, recuperação de áreas degradadas e segurança hídrica.

Caetano Henrique Grossi: “Mantemos o foco na preservação ambiental, no uso consciente da água e na recuperação de áreas degradadas”.

O programa Águas da Guanabara, uma das principais iniciativas da Uisa, criado em 2004, opera em uma área estratégica por integrar a zona de transição entre os biomas Cerrado e Amazônia, na bacia do Alto Paraguai, região formadora do sistema hídrico do Pantanal.

Segundo o gerente de Sustentabilidade da Uisa, Caetano Henrique Grossi, atualmente 245 nascentes localizadas em cerca de 50 mil hectares da companhia estão mapeadas e preservadas. “Nosso objetivo é garantir o abastecimento de rios e córregos, além de manter o equilíbrio ambiental e a disponibilidade de água na região”, afirmou.

Mapeamento com tecnologia e validação ambiental

A tecnologia é um dos pilares do programa. O levantamento das nascentes é realizado com uso de sensoriamento remoto, geoprocessamento e imagens de satélite, cruzadas com dados da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Levantamento das nascentes ocorre por sensoriamento remoto, geoprocessamento e imagens de satélite.

“Esse método permite identificar áreas que necessitam de intervenção e monitorar as condições ambientais, caso a caso”, explicou Grossi.

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O trabalho também conta com validação de órgãos ambientais e acompanhamento técnico, além de estudos independentes que atestam a precisão do mapeamento e a efetividade das ações.

Biodiversidade e qualidade da água

As intervenções incluem reflorestamento, controle de erosão, manejo do solo e manutenção da cobertura vegetal. A recomposição das áreas é feita com espécies nativas do Cerrado e da Amazônia, produzidas em viveiro próprio, que mantém cerca de 75 variedades, incluindo espécies ameaçadas.

O viveiro conta com capacidade de produção anual de até 200 mil mudas.

Desde o início do programa, mais de 2 milhões de mudas foram plantadas. Entre 2007 e 2024, a área de vegetação nativa foi ampliada em 1.030 hectares, o que representa aumento de 8% na cobertura vegetal.

De acordo com Grossi, os resultados também aparecem na biodiversidade e nos recursos hídricos. “Identificamos 163 espécies arbóreas e 355 espécies de animais — incluindo onça-pintada, anta, lobo-guará e tamanduá-bandeira — considerados indicadores de equilíbrio ambiental”, relatou.

Na área hídrica, sete nascentes degradadas tiveram a vazão recuperada após ações de revitalização. O Índice de Qualidade da Água (IQA) permanece classificado como “bom”, segundo monitoramento técnico.

Integração entre produção e sustentabilidade

As ações ambientais estão integradas ao modelo produtivo da biorrefinaria, baseado em economia circular. A produção utiliza integralmente a cana-de-açúcar e reaproveita subprodutos como vinhaça e resíduos orgânicos na fertirrigação e na melhoria do solo.

O uso eficiente da água é um dos pilares operacionais.  “Em nosso processo industrial, a água é reutilizada em circuito fechado, sem descarte em corpos hídricos”, disse Grossi. Segundo ele, a adoção de tecnologias de recirculação contribuiu para a redução do consumo de água, tanto na indústria quanto nas operações agrícolas.

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A unidade também gera energia elétrica a partir da biomassa, garantindo autossuficiência energética e fornecimento de excedente ao Sistema Interligado Nacional.

Ações regionais e engajamento comunitário

Além das áreas próprias, a empresa mantém iniciativas voltadas à comunidade, com destaque para a doação de mudas e ações de educação ambiental, por meio do projeto Pensamos Verde, que já destinou mais de 570 mil mudas a produtores rurais, instituições e comunidades em 16 municípios de Mato Grosso.

As atividades incluem orientação técnica, campanhas educativas e programas voltados a estudantes.

“Mantemos o foco na preservação ambiental, no uso consciente da água e na recuperação de áreas degradadas”, afirmou Grossi. “A ampliação das ações ocorre principalmente por meio da distribuição de mudas e do fortalecimento de projetos comunitários.”

O modelo adotado já recebeu premiações e certificações ambientais e é apontado como referência no setor sucroenergético, com reconhecimento por iniciativas voltadas à preservação do bioma pantaneiro.

Segurança hídrica como eixo estratégico

A segurança hídrica é fundamental para garantir a regularidade dos fluxos de água que sustentam rios, biodiversidade e atividades econômicas. A preservação dessas áreas mantém o equilíbrio dos ecossistemas, reduz riscos de escassez e assegura o abastecimento humano e produtivo, além de contribuir para a estabilidade climática.

Segundo Grossi, na Uisa, a preservação das nascentes é tratada como elemento central para a continuidade das atividades produtivas e para a manutenção dos ecossistemas regionais.

“Nossa estratégia busca alinhar produção agrícola, conservação ambiental e disponibilidade de água em uma região sensível do ponto de vista hídrico”, concluiu.

(*) Na sequência, link com matérias sobre registro da presença de onças na área da Uisa e sobre ação educativa com foco ambiental da biorrefinaria.

Imagens registram três onças-pintadas em área da biorrefinaria uisa em Mato Grosso

Uisa promove ação educativa entre produtores para prevenção da mosca-dos-estábulos

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