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Produtor rural convoca proprietários para adesão ao projeto de recuperação do Queima-pé

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O prefeito municipal, Vander Masson, e o vice-prefeito e secretário de Infraestrutura, Marcos Scolari, acompanharam esta semana os trabalhos de recuperação da nascente do Rio Queima-pé, que abastece Tangará da Serra. Coordenados pelo consultor ambiental Décio Siebert, com participação de estudantes de agronomia da Unic, o projeto é apoiado pelos produtores rurais Reinaldo Bonzanini e Antônio Guzatti.

Décio Siebert explica que na propriedade particular foram feitas curvas de nível e estão sendo implantados drenos que irão auxiliar na infiltração da água da chuva para ficar armazenada no lençol freático, dando maior estabilidade à nascente do Queima-pé. A medida, segundo o consultor ambiental, é importante e deve ser implantada em toda a área de extensão do rio, em especial nas áreas de recarga do manancial, com adesão de todos os proprietários de fazendas, sítios e chácaras.

O prefeito Vander Masson agradeceu a adesão dos dois produtores rurais e destacou a importância da participação dos demais. “Quero agradecer ao Antônio Guzatti e ao Reinaldo Bonzanini, que forma parceiros nossos, que entenderam o objetivo e a importância da realização desse trabalho de recuperação da nascente do nosso Rio Queima-pé. Esses produtores, que aderiram a esse projeto vão dizer aos amigos deles da importância disso aqui”, disse o prefeito.

Antônio Guzatti sabe da importância de recuperar o Rio Queima-pé. Ele convoca os demais proprietários que façam adesão o projeto.

“Convoco aqui os outros proprietários, o Rio Queima-pé tem 8 a 10 quilômetros de extensão daqui até na ETA [Estação de Tratamento de Água], então todos esses companheiros, os agricultores, os proprietários que façam esse trabalho junto com o prefeito, com o Décio, com a Secretaria de Infraestrutura, porque é um trabalho importantíssimo, que deve ser feito não só na cabeceira e sim em todas as vertentes que abastecem o Queima-pé. Fica um recado para os amigos o desafio para que a gente pegue para valer, vamos tocar o barco e abraçar esse projeto para preservar o Queima-pé, rio tão importante que abastece nossa cidade”, destacou.

(Assessoria)

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Meteorologia prevê nova frente fria em junho para derrubar temperaturas em Mato Grosso

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A segunda metade de junho promete trazer uma nova friagem para o Centro-Oeste, com destaque para Tangará da Serra e municípios vizinhos, como Barra do Bugres, Nova Olímpia, Arenápolis, Nortelândia e Reserva do Cabaçal. A Serra de Tapirapuã, conhecida por registrar algumas das menores temperaturas da região, deve sentir de forma mais intensa os efeitos da frente fria que se aproxima.

De acordo com previsões do Climatempo, Cptec/Inpe e Inmet, uma massa de ar polar avança pelo Sul do Brasil e se desloca em direção ao Centro-Oeste, canalizando-se pela Bolívia e Acre até alcançar o oeste de Mato Grosso. Esse movimento é característico das friagens amazônicas, que costumam derrubar rapidamente as temperaturas em áreas serranas.

Queda acentuada

As mínimas previstas para Tangará da Serra e Serra de Tapirapuã devem ficar entre 10 °C e 12 °C, com sensação térmica ainda menor durante as madrugadas. Nos municípios vizinhos, como Barra do Bugres, Nova Olímpia e Arenápolis, os termômetros devem marcar entre 12 °C e 14 °C, enquanto em Nortelândia e Reserva do Cabaçal as mínimas devem variar de 11 °C a 13 °C. As máximas, que normalmente ultrapassam os 30 °C nesta época do ano, devem cair para a faixa de 20 °C a 23 °C.

Chuva rápida na chegada

A frente fria deve chegar acompanhada de chuvas rápidas e isoladas, principalmente no início da incursão do ar polar. Após a passagem, o tempo tende a se estabilizar, com dias ensolarados e noites frias, típicas das friagens que marcam o inverno mato-grossense.

Pela meteorologia, nova frente fria deverá chegar em Tangará da Serra na segunda metade do mês.

Persistência do fenômeno

Segundo os meteorologistas, o resfriamento deve persistir por 3 a 5 dias, sendo mais intenso nas primeiras 48 horas. A partir do final da semana seguinte, as temperaturas voltam a subir gradualmente, devolvendo o calor característico da região.

Impactos locais

A friagem pode afetar culturas agrícolas sensíveis ao frio, exigindo atenção redobrada dos produtores. A população também deve se preparar para noites geladas, especialmente em áreas rurais e serranas. Municípios como Tangará da Serra e Reserva do Cabaçal, já acostumados a registrar temperaturas mais baixas, devem sentir os efeitos de forma mais intensa.

O fenômeno reforça a importância da Serra de Tapirapuã como um dos pontos mais frios do Centro-Oeste e confirma que o inverno de 2026 terá episódios marcantes de friagem em Mato Grosso.

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