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Prefeitura de Tangará da Serra projeta nova estrada entre a Gleba Triângulo e MT-339

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Uma nova estrada ligará a localidade de Gleba Triângulo à MT-339, em Tangará da Serra. É o que informa a prefeitura de Tangará da Serra, após mini estradeiro realizado no final de semana passado, com participação do prefeito Vander Masson e uma comitiva composta por secretários, servidores e produtores rurais.

O objetivo foi verificar o possível trajeto da nova estrada para encurtar o caminho entre a MT-339, região de Nova Fernandópolis, à Gleba Triângulo e as proximidades da empresa Calcário Tangará.

Vander Masson, entre servidores e assessores: “É um sonho antigo da comunidade, um sonho meu também, até mesmo antes de ser candidato eu já tenho esse desejo”.

Participaram da comitiva os secretários de Infraestrutura, Magno César, de Meio Ambiente, Vinícius Lançone, e de indústria, Comércio e Serviços, Sílvio Sommavilla, de produtores como Arlindo Vilela e José Delcaro, o Ouvidor do Município, José Maria, assim como servidores da Prefeitura Municipal.

O Prefeito Vander Masson explica que há hoje uma estrada a cerca de 15 km da ponte do Rio Sepotuba (proximidades da PCH Graça Brennand) que conecta a MT-339 a Triângulo, a qual possui 35,6 km de extensão. A nova estrada terá cerca de 28 quilômetros, encurtando em mais de 7 km o trajeto em relação a Triângulo e em mais de 10 km a conexão a região da Calcário.

“É um sonho antigo da comunidade, um sonho meu também, até mesmo antes de ser candidato eu já tenho esse desejo. Veja da importância de reduzir esse trajeto para ligar a comunidade da Triângulo, aos produtores rurais, pecuaristas, moradores dessa região e a empresa Calcário”, destacou o gestor.

Essa região é grande produtora de grãos, além de possuir força na agricultura familiar e na criação de bovinos, assim como produção de calcário e outras riquezas que geram renda para a comunidade e divisas para o município.

O prefeito explica que o projeto ainda depende da aprovação e aceitação de alguns proprietários de áreas pelas quais a estrada deverá passar, e ainda que buscará junto ao Governo do Estado recursos para a construção de uma ponte de concreto no Rio Juba, por onde a via passará.

“É um projeto que trará benefícios para toda a comunidade, melhorias para as pessoas e promoverá a integração dessa região”, pontuou.

(Redação EB, com Assessoria de Comunicação – Fotos: Assessoria)

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Aeroporto de Tangará da Serra integra pacote ligado à concessão do aeroporto de Brasília

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O leilão que definirá a gestão do Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília, terá reflexo direto em Tangará da Serra. A empresa vencedora da concessão do terminal da capital federal deverá assumir também a gestão de dez aeroportos regionais de pequeno porte, três deles em Mato Grosso.

A medida é uma estratégia do governo federal, usando um grande aeroporto rentável como “âncora” para viabilizar investimentos em aeroportos menores, dentro da mesma concessão.

Entre os terminais incluídos no pacote do leilão em Brasília está o aeroporto regional de Tangará da Serra. Também integram a lista os aeroportos de Juína e de Cáceres, igualmente em território mato-grossense.

Além desses, estão previstos aeroportos regionais em Mato Grosso do Sul — Bonito, Dourados e Três Lagoas —, dois em Goiás — São Miguel do Araguaia e Alto Paraíso —, além de Ponta Grossa, no Paraná, e Barreiras, na Bahia. Todos os terminais passaram por inspeção prévia da atual concessionária do aeroporto de Brasília, a Inframérica.

Os investimentos estimados somam cerca de R$ 500 milhões para adequar os aeroportos às operações de aeronaves e ao atendimento de passageiros.

Benefícios

Para uma cidade polo como Tangará da Serra, um aeroporto regional não é apenas uma obra de transporte. Ele funciona como infraestrutura estratégica de integração econômica, reduzindo distâncias e ampliando a capacidade de atração de negócios, fortalecendo o papel de polo regional de Tangará da Serra.

A região é fortemente baseada no agronegócio. Nesse contexto, um aeroporto regional facilita deslocamento de técnicos e executivos de empresas do setor, facilita a chegada de investidores e compradores, além de proporcionar operações corporativas rápidas.

Modelo

A gestão do Aeroporto Internacional de Brasília deverá ir a leilão no segundo semestre deste ano, após a atual concessionária, Inframérica, registrar prejuízos acumulados ao longo de anos de operação.

Os valores mínimos da concessão ainda não foram divulgados. O processo, no entanto, deverá seguir modelo semelhante ao adotado na relicitação do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, que estabeleceu pagamento inicial de R$ 982 milhões pela outorga, além de repasse de 20% do faturamento anual e cumprimento de cronograma de investimentos em melhorias estruturais.

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