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Infraestrutura & Logística

Rodovias estaduais: Novas concessões incluem dois lotes na região Tangará/Barra do Bugres

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O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra-MT), realizará audiência pública virtual no próximo dia 21 (terça-feira) para apresentar os estudos da concessão de 21 rodovias estaduais, divididas em 10 lotes. O encontro será transmitido pelo canal da Sinfra-MT no YouTube, das 9h às 11h, e permitirá que a população contribua com sugestões antes da publicação do edital.

Entre os trechos contemplados, ganham destaque os lotes G e H, que abrangem rodovias essenciais para a mobilidade e o escoamento da produção agrícola na em nossa região:

  • Lote G: 254,51 km das MT-010, MT-160 e MT-343, atendendo municípios como Barra do Bugres, Cáceres, Arenápolis e Porto Estrela.
  • Lote H: 122,16 km das MT-246 e MT-339, passando por Tangará da Serra, Barra do Bugres, Nova Olímpia e Rio Branco.

Agora pavimentada, a MT-339 mostra ganho no fluxo de veículos. Estrada consta no lote “H” do novo pacote de concessões.

A concessão é a solução encontrada para manter as rodovias em boas condições de trafegabilidade, garantindo manutenção contínua, investimentos em infraestrutura e maior segurança para motoristas e produtores rurais. Para cidades como Tangará da Serra e Barra do Bugres, que dependem diretamente dessas estradas para o transporte de cargas e deslocamento diário, o projeto representa um avanço decisivo.

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Além de reduzir custos logísticos e agilizar o transporte, a iniciativa deve trazer mais conforto e segurança aos usuários, com serviços de apoio e monitoramento. A expectativa é que os lotes G e H se tornem vetores de desenvolvimento regional, fortalecendo a ligação entre municípios e assegurando que nossas estradas deixem de ser um desafio e passem a ser um instrumento de crescimento.

Confira a divisão das rodovias dos demais lotes:

LOTE A: 287,30 km
Rodovias: MT-320, MT-422, MT-423, MT-429.
Municípios: Cláudia, Marcelândia, Nova Santa Helena, Santa Carmem, Sinop e União do Sul.

LOTE B: 161,48 km
Rodovias: MT-100, MT-240, MT-326.
Municípios: Água Boa, Cocalinho, Nova Nazaré.

LOTE C: 291,875 km
Rodovia: MT-100
Municípios: Araguaiana, Araguainha, Alto Araguaia, Barra do Garças, Ponte Branca, Pontal do Araguaia, Ribeirãozinho e Torixoréu.

LOTE D: 240,26 km
Rodovias: MT-110 e MT-270.
Municípios: Alto Garças, Guiratinga, Rondonópolis, São José do Povo e Tesouro.

LOTE F: 124,83 km
Rodovias: MT-060 e MT-451.
Municípios: Nossa Senhora do Livramento e Poconé.

LOTE I: 183,74 km
Rodovias: MT-010, MT-160, MT-249 e MT-492.
Municípios: Lucas do Rio Verde, Nova Maringá, Nova Mutum, São José do Rio Claro e Tapurah.

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LOTE J: 286,95 km
Rodovias: MT-010 e MT-242.
Municípios: Brasnorte, Ipiranga do Norte, Itanhangá, Juara, Nova Maringá e Tapurah.

LOTE K: 186,27 km
Rodovias: MT-010, MT-222 e MT-491.
Municípios: Ipiranga do Norte, Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Sinop e Sorriso.

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Infraestrutura & Logística

Aeroporto de Tangará avança em obras e pode se tornar hub regional, diz Pivetta

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Governador defende ampliação da conectividade aérea e aponta perspectiva de voos regionais; obras de readequação do terminal devem ser concluídas em novembro

O Aeroporto Regional Joaquim Aderaldo de Souza (SWTS), de Tangará da Serra, passa por obras de readequação estrutural que, segundo o governador Otaviano Pivetta, poderão preparar a unidade para assumir uma função de maior alcance na aviação regional.

Ao responder, em entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira (10,09), sobre o futuro do aeroporto, Pivetta defendeu a transformação da unidade em referência logística, com oferta de voos para outras cidades. “A tendência é este aeroporto do município se transformar num hub regional”, afirmou.

Ao lado do prefeito de Tangará da Serra, Vander Masson, o governador declarou que o Estado pretende atuar politicamente junto ao governo federal para ressaltar a importância econômica de Tangará da Serra e da região e ampliar a conectividade aérea. Pivetta disse acreditar que a cidade poderá ter voos regionais em breve, seguindo o exemplo de outras regiões de Mato Grosso.

Obras avançam no aeroporto

O Aeroporto Joaquim Aderaldo de Souza está passando por um conjunto de intervenções na infraestrutura. A pista, com 1.500 metros de extensão por 30 metros de largura, está sendo recapeada.

Também estão em execução obras na área de taxiway, no pátio de aeronaves, além de serviços de drenagem e sinalização.

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Segundo o engenheiro responsável pela execução, João Victor Carvalho, da Guaxe Construtora, a previsão é que os trabalhos sejam concluídos em novembro.

Recapeamento da pista está em fase final. Entrega do pacote de obras está prevista para novembro.

Os investimentos somam R$ 9,3 milhões, com recursos do Governo de Mato Grosso e contrapartida do município – que ampliou e regularizou a área da unidade aeroportuária.

Após a conclusão dessa etapa, o aeroporto deverá receber ainda obras de balizamento, previstas em outro contrato firmado pelo Governo do Estado.

Para Pivetta, o conjunto de intervenções deverá melhorar as condições de pouso e decolagem e preparar o aeroporto para receber aeronaves de maior porte utilizadas em operações regionais.

Aeroporto integra concessão de Brasília

Além das obras físicas, o futuro do aeroporto está relacionado ao novo modelo de concessão do Aeroporto Internacional de Brasília. As informações foram prestadas pelo prefeito Vander Masson, na mesma entrevista coletiva em que estava o governador.

“Tangará da Serra foi incluída, junto com outros nove aeroportos regionais, no processo de repactuação da concessão de Brasília, dentro do Programa AmpliAR”, disse o gestor municipal, acrescentando que o leilão está previsto para 17 de dezembro de 2026.

Governador Otaviano Pivetta vistoriou as obras, ao lado do prefeito Vander Masson e demais autoridades locais e estaduais.

O pacote inclui, além de Tangará, os aeroportos de Juína e Cáceres, em Mato Grosso; Alto Paraíso de Goiás, Barreiras, Bonito, Dourados, Ponta Grossa, Três Lagoas e São Miguel do Araguaia.

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A proposta prevê investimentos de aproximadamente R$ 857,8 milhões nos dez aeroportos regionais, destinados à expansão, manutenção e operação das unidades. O valor ainda poderá ser ajustado após uma etapa de diagnóstico inicial, que deverá avaliar as condições físicas e fundiárias de cada aeroporto.

No Aeroporto de Brasília, a previsão é de investimentos de aproximadamente R$ 1,2 bilhão, incluindo a construção de um novo terminal internacional.

Hub depende de infraestrutura e operação

A transformação do aeroporto de Tangará da Serra em um hub regional, portanto, envolve duas frentes distintas: a conclusão das obras de infraestrutura e a definição do modelo de operação que será adotado após a nova concessão.

A melhoria da pista, taxiway, pátio, drenagem, sinalização e, posteriormente, do balizamento amplia a capacidade física da unidade. A efetiva oferta de voos, por outro lado, dependerá da operação aeroportuária e da existência de demanda comercial que sustente novas rotas.

A perspectiva apresentada pelo governador coloca o aeroporto como uma das estruturas que poderão ampliar a integração de Tangará da Serra com outras regiões, especialmente em uma área de forte atividade econômica e circulação de empresas, produtores, investidores e prestadores de serviços.

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