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MT-339: Obras de pavimentação atingem 104 km; ponte é instalada sobre o Tarumã

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As obras de pavimentação da MT-339 – entre Tangará da Serra e a localidade de Panorama, no município de Rio Branco, já na região Oeste de Mato Grosso – estão dentro do cronograma e deverão ser finalizadas ainda esse ano. A informação é da associação

As obras estão sob responsabilidade da Guaxe Construtora e Terraplanagem e são coordenadas pela Associação de Produtores das Rodovias MT-480 e 339, sob regime de parceria público-privada (PPP) com o governo estadual.

Capa asfáltica já chegou na altura do KM 104, em Salto do Céu.

A pavimentação da rodovia já está concluída até a altura do KM 104, na localidade de São Jorge, no município de Salto do Céu. Nas imediações do KM 112 as obras se encontram no estágio de terraplenagem. A previsão é de concluirmos os últimos 10 quilômetros, até Panorama, até o mês de outubro”, diz o superintende da Associação, Edílson Sampaio.

Outros detalhes que demandam mais tempo nas obras são as pontes. Uma delas, em concreto, sobre o rio Tarumã, foi instalada no início desta semana e conta com obras de finalização e acabamento na pista e nas cabeceiras.

Nas imediações do KM 112 as obras se encontram no estágio de terraplenagem.

A MT-339 possui um traçado integrador, conectando os municípios de Rio Branco, Salto do Céu, Lambari do Oeste, Barra do Bugres, Nova Olímpia a Tangará da Serra. Quando concluída, o tráfego tenderá a aumentar consideravelmente, envolvendo boa movimentação de cargas e veículos de todos os portes oriundos de todos os municípios por ela atendidos. A pavimentação também proporcionará novas oportunidades de negócios à região, como a instalação de novas unidades de armazenagem de grãos, plantas industriais e empreendimentos comerciais.

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Aeroporto de Tangará da Serra integra pacote ligado à concessão do aeroporto de Brasília

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O leilão que definirá a gestão do Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília, terá reflexo direto em Tangará da Serra. A empresa vencedora da concessão do terminal da capital federal deverá assumir também a gestão de dez aeroportos regionais de pequeno porte, três deles em Mato Grosso.

A medida é uma estratégia do governo federal, usando um grande aeroporto rentável como “âncora” para viabilizar investimentos em aeroportos menores, dentro da mesma concessão.

Entre os terminais incluídos no pacote do leilão em Brasília está o aeroporto regional de Tangará da Serra. Também integram a lista os aeroportos de Juína e de Cáceres, igualmente em território mato-grossense.

Além desses, estão previstos aeroportos regionais em Mato Grosso do Sul — Bonito, Dourados e Três Lagoas —, dois em Goiás — São Miguel do Araguaia e Alto Paraíso —, além de Ponta Grossa, no Paraná, e Barreiras, na Bahia. Todos os terminais passaram por inspeção prévia da atual concessionária do aeroporto de Brasília, a Inframérica.

Os investimentos estimados somam cerca de R$ 500 milhões para adequar os aeroportos às operações de aeronaves e ao atendimento de passageiros.

Benefícios

Para uma cidade polo como Tangará da Serra, um aeroporto regional não é apenas uma obra de transporte. Ele funciona como infraestrutura estratégica de integração econômica, reduzindo distâncias e ampliando a capacidade de atração de negócios, fortalecendo o papel de polo regional de Tangará da Serra.

A região é fortemente baseada no agronegócio. Nesse contexto, um aeroporto regional facilita deslocamento de técnicos e executivos de empresas do setor, facilita a chegada de investidores e compradores, além de proporcionar operações corporativas rápidas.

Modelo

A gestão do Aeroporto Internacional de Brasília deverá ir a leilão no segundo semestre deste ano, após a atual concessionária, Inframérica, registrar prejuízos acumulados ao longo de anos de operação.

Os valores mínimos da concessão ainda não foram divulgados. O processo, no entanto, deverá seguir modelo semelhante ao adotado na relicitação do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, que estabeleceu pagamento inicial de R$ 982 milhões pela outorga, além de repasse de 20% do faturamento anual e cumprimento de cronograma de investimentos em melhorias estruturais.

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