TANGARÁ DA SERRA
Pesquisar
Close this search box.

Empresas & Produtos

Auditoria; saiba a importância da participação do RH nas políticas internas e externas de uma empresa

Publicado em

Em um mundo corporativo cada vez mais dinâmico, a implementação de um sistema de auditoria eficiente se tornou um dos pilares para garantir a sustentabilidade das empresas. Mas, para que esse processo tenha sucesso, a colaboração entre os departamentos de recursos humanos e auditoria é crucial. De acordo com especialistas, a gestão de pessoas desempenha um papel vital, não apenas na conformidade com as normas trabalhistas, mas também na facilitação da comunicação entre auditores e colaboradores, assegurando que as recomendações sejam executadas de maneira eficaz. Por outro lado, a ineficiência nos processos pode gerar consequências graves.

“O processo de auditoria trabalhista e previdenciária consiste em um exame detalhado sobre um determinado escopo de um aspecto organizacional e existe para servir como ferramenta de auxílio para a gestão de uma empresa. Ela evita autuações, reclamações trabalhistas, autofiscalização, entre vários outros processos. Além disso, muitas das empresas não entendem que as pessoas são o recurso mais importante dentro das organizações e por isso a boa gestão desse recurso é indispensável”, afirma Antonio Rocha, sócio da ECOVIS WFA e especialista em compliance trabalhista e due diligence.

Leia mais:  Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

A supervisão pós-auditoria é outra área onde o RH desempenha um papel crucial. Após a conclusão do processo de auditoria, o departamento de recursos humanos tem a tarefa de monitorar a execução das recomendações feitas pelos auditores, garantindo que as melhorias necessárias sejam implementadas corretamente e de forma sustentável. Esse acompanhamento é fundamental para que as mudanças se traduzam em resultados duradouros e para que a empresa se mantenha em conformidade no longo prazo.

As empresas precisam enxergar a auditoria trabalhista e previdenciária como uma auto-análise que busca auxiliar a área de RH a realizar suas funções com qualidade e segurança no que diz respeito ao cumprimento das exigências legais, desta forma, quebra-se aquela visão de que o auditor é o “investigador” em muito dos processos em que atua (folha de pagamento, rescisões contratuais, apuração do INSS etc.), e passa-se a enxergá-lo como parceiro com papel fundamental na prevenção de possíveis problemas.

Serviço: https://ecovisbr.com/

Para maiores informações: Mengucci Imprensa e Mídia

11 91516-2424 | [email protected]

Comentários Facebook
Advertisement

Empresas & Produtos

Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

Published

on

Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

Leia mais:  Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Leia mais:  Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

Comentários Facebook
Continue Reading

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana