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Parceria Tratortecmaq/Multiagro oferece soluções para armazenamento de grãos e forragens

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Em uma região marcada pela alta produtividade agrícola e pela força da pecuária de corte e leite, a busca por soluções tecnológicas e operacionais é uma exigência constante do mercado. Atentas a essa realidade, a Tratortecmaq e a Multiagro firmaram parceria para oferecer ao setor agropecuário regional sistemas inovadores de armazenagem móvel de silagem e grãos.

O objetivo é atender às demandas do campo com tecnologia acessível, simplicidade e foco em resultados.

“Sempre caminhamos ao lado do produtor rural, contribuindo com tecnologias eficientes e agora ampliamos esse leque com a parceria firmada com a Multiagro”, destaca Alfredo Acácio Nuernberg, diretor-proprietário da Tratortecmaq.

A pareceria foi fechada semana passada, após reunião com o gerente comercial da Multiagro, Eder Mendes. O representante destacou os diferenciais para o atendimento à região. “Trabalhamos com a premissa de atender o produtor com soluções que aumentem a produtividade e gerem lucro com sustentabilidade”, afirmou Eder.

Soluções para grãos úmidos

A produção de alimentos energéticos de alta qualidade é fundamental para o desempenho da pecuária de corte e leite. Entre as opções mais eficientes, a silagem de grãos úmidos se destaca por ser prática, nutritiva e de excelente custo-benefício, especialmente em sistemas intensivos.

Ao utilizar milho colhido com maior teor de umidade, moído e armazenado em ambiente anaeróbico, o produtor dispensa a secagem, reduz custos operacionais e melhora a digestibilidade do amido, o que reflete diretamente em ganhos de peso e produção de leite.

O sucesso do processo, porém, depende de moagem, compactação e vedação eficientes, evitando perdas e contaminações por fungos. Para isso, a Tratortecmaq oferece soluções completas, como os Embutidores Multiagro SEGU 30 e SEGU 40, que compactam a silagem em silo-bolsa com alta eficiência e possuem moinho incorporado. O resultado é máxima conservação, valor nutricional preservado e melhor retorno sobre o investimento.

Soluções para grãos secos

A armazenagem de grãos secos — como milho, soja e trigo — é um pilar estratégico da agropecuária brasileira. Garantir a preservação da qualidade e do valor nutricional desses alimentos exige equipamentos adequados e boa gestão do armazenamento.

Os principais desafios envolvem controle de umidade e pragas, vedação eficiente e manutenção da densidade ideal, para reduzir perdas e custos por tonelada armazenada.
Com isso, a Tratortecmaq disponibiliza uma linha completa de equipamentos Multiagro para grãos secos, com foco em eficiência, economia e durabilidade.

Soluções para forragens

A produção e conservação de forragens de qualidade são fundamentais para a sustentabilidade da pecuária. Trabalhar com culturas como capim, milho para silagem e sorgo exige técnicas que assegurem máximo aproveitamento dos nutrientes e menores perdas no armazenamento.

A silagem de forragem é a principal estratégia para garantir alimento ao rebanho durante o período seco. No entanto, requer compactação uniforme, vedação eficaz e manejo adequado para evitar fungos e reduzir custos por tonelada produzida. Para isso, a Tratortecmaq dispõe de equipamentos Multiagro versáteis e robustos, ampliando a eficiência e a segurança alimentar das propriedades.

Informações: Avenida Lions Internacional 1923 W, Tangará da Serra, MT; +55 65 99987-4408; [email protected]

Veja nos arquivos a seguir as soluções oferecidas por esta parceria:

Folder PSP 30E Folder SEF 30 Folder SEF 40 Folder PDL 50 Folder SGM 400 Folder TGM 350 PDF Folder SEFG 30 (1) Folder SEGU 30 (1) Folder SEGU 40 (1) Folder SMG 20 (1)

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Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

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Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

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