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Inovação: Primeira máscara respiratória com IoT é apresentada na FISP 2024

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São Paulo, outubro de 2024 – A Internet das Coisas (IoT) tem revolucionado a interação com o mundo físico, expandindo seu alcance e tornando-se uma realidade em diferentes setores, como o das soluções de proteção e segurança do trabalho. Diante dessa tendência sem volta, a multinacional latino-americana Libus, especialista em equipamentos de proteção individual, apresenta a primeira máscara respiratória com IoT na Feira Internacional de Segurança e Proteção – FISP 2024 – entre os dias 22 e 24 de outubro, em São Paulo (SP).

Com uma operação importante no Brasil, país responsável por 30% do seu faturamento, a companhia acredita que a Libus BLS IoT  é um marco no segmento por conta da inovadora tecnologia Narvalo Active Shield, uma válvula inteligente projetada para maximizar o conforto respiratório através de um ventilador adaptativo, capaz de reduzir a umidade e extrair CO2, garantindo frescor e conforto contínuos durante o uso. A solução possui sensores de última geração que revelam dados importantes sobre o desempenho respiratório e comunicam diretamente esses índices, devido a um aplicativo disponível para smartphones.

“O foco de nossa atuação baseia-se em dois princípios, que é o de proteger as pessoas em ambientes que colocam suas vidas em risco, e ao mesmo tempo, fazer isso com equipamentos de proteção individual que, além de cumprirem elevados padrões de qualidade e certificações, proporcionam conforto na rotina laboral e reduzem o esforço dos trabalhadores em relação aos demais equipamentos. Garantimos a segurança dessas pessoas e contribuímos para a alta performance na linha de produção”, declara Lucas Argul, cofundador e CEO da Libus.

Com quatro plantas industriais na América Latina, incluindo uma fábrica no Brasil, e capacidade produtiva de um milhão de produtos por mês, a companhia ainda apresentará outros lançamentos na FISP 2024. Os destaques envolvem, além da solução de IoT, uma linha completa de produtos para proteção respiratória, como o Respirador Descartável, Respirador Full Face, Respirador Semi Facial, Filtros, Cartuchos e Fit Test, todos eles reunidos sob o portfólio Libus | BLS, proveniente da parceria com a companhia italiana BLS, referência internacional no segmento.

“Fizemos uma aliança estratégica com a BLS para trazer essas soluções respiratórias à América Latina, agregando poder de escala a um projeto que desenvolvemos em conjunto. Unimos nossa presença já consolidada neste mercado, com a expertise da BLS em produzir as mais inovadoras soluções de proteção individual, voltadas para a segurança respiratória dos trabalhadores”, explica Argul.

Entre outras soluções apresentadas no encontro, a Libus dará o devido destaque à sua Linha de Bombeiros, com os Equipamentos Autônomos Spiromatic 90U, Incurve Eletrônico, Incurve Mecânico e Interspiro S9, que têm como finalidade promover segurança aos profissionais em situações de combate a incêndios, vazamentos químicos e resgate. Ainda nesse sentido, serão também apresentados os capacetes Vulcan Neo e Tytan Neo – para combate a incêndios estruturais, resgates técnicos, treinamentos, missões e combate a incêndios florestais.

Sobre a Libus

Com 20 anos de mercado e uma década de presença no Brasil, a Libus é uma multinacional latino-americana, especialista em equipamentos de proteção individual, como capacetes, protetores auditivos, respiradores faciais, óculos de segurança, entre outros.

A companhia possui atualmente quatro plantas industriais na América Latina, incluindo uma fábrica no Brasil, mais de 500 colaboradores e capacidade produtiva de um milhão de produtos por mês. Suas soluções atendem com efetividade mais de mil clientes ativos, de diferentes setores da indústria e mercados, como o da mineração, frigoríficos, saúde, petróleo, combate a incêndios, agroindústria, alimentos, aço, química, metalurgia e muitas outras.  Para mais informações, acesse o site.

(Assessoria)

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Biorrefinaria Uisa integra produção sustentável à preservação de nascentes e biodiversidade

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No ano em que Nova Olímpia completa 40 anos de emancipação, a presença da Uisa remonta ao período anterior à formação do município. Fundada em 1980, ainda como Destilarias Itamarati, a empresa acompanhou a estruturação da cidade e sua evolução ao longo das últimas décadas. Com atuação contínua no setor sucroenergético, a biorrefinaria integra a base econômica local e mantém participação no desenvolvimento regional, associando produção industrial a iniciativas voltadas à sustentabilidade ambiental.

Instalada em Nova Olímpia, a Uisa, empresa do setor sucroenergético que transforma matérias-primas em bioprodutos e bioalimentos, mantém um conjunto de programas ambientais voltados à preservação de nascentes, recuperação de áreas degradadas e segurança hídrica.

Caetano Henrique Grossi: “Mantemos o foco na preservação ambiental, no uso consciente da água e na recuperação de áreas degradadas”.

O programa Águas da Guanabara, uma das principais iniciativas da Uisa, criado em 2004, opera em uma área estratégica por integrar a zona de transição entre os biomas Cerrado e Amazônia, na bacia do Alto Paraguai, região formadora do sistema hídrico do Pantanal.

Segundo o gerente de Sustentabilidade da Uisa, Caetano Henrique Grossi, atualmente 245 nascentes localizadas em cerca de 50 mil hectares da companhia estão mapeadas e preservadas. “Nosso objetivo é garantir o abastecimento de rios e córregos, além de manter o equilíbrio ambiental e a disponibilidade de água na região”, afirmou.

Mapeamento com tecnologia e validação ambiental

A tecnologia é um dos pilares do programa. O levantamento das nascentes é realizado com uso de sensoriamento remoto, geoprocessamento e imagens de satélite, cruzadas com dados da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Levantamento das nascentes ocorre por sensoriamento remoto, geoprocessamento e imagens de satélite.

“Esse método permite identificar áreas que necessitam de intervenção e monitorar as condições ambientais, caso a caso”, explicou Grossi.

O trabalho também conta com validação de órgãos ambientais e acompanhamento técnico, além de estudos independentes que atestam a precisão do mapeamento e a efetividade das ações.

Biodiversidade e qualidade da água

As intervenções incluem reflorestamento, controle de erosão, manejo do solo e manutenção da cobertura vegetal. A recomposição das áreas é feita com espécies nativas do Cerrado e da Amazônia, produzidas em viveiro próprio, que mantém cerca de 75 variedades, incluindo espécies ameaçadas.

O viveiro conta com capacidade de produção anual de até 200 mil mudas.

Desde o início do programa, mais de 2 milhões de mudas foram plantadas. Entre 2007 e 2024, a área de vegetação nativa foi ampliada em 1.030 hectares, o que representa aumento de 8% na cobertura vegetal.

De acordo com Grossi, os resultados também aparecem na biodiversidade e nos recursos hídricos. “Identificamos 163 espécies arbóreas e 355 espécies de animais — incluindo onça-pintada, anta, lobo-guará e tamanduá-bandeira — considerados indicadores de equilíbrio ambiental”, relatou.

Na área hídrica, sete nascentes degradadas tiveram a vazão recuperada após ações de revitalização. O Índice de Qualidade da Água (IQA) permanece classificado como “bom”, segundo monitoramento técnico.

Integração entre produção e sustentabilidade

As ações ambientais estão integradas ao modelo produtivo da biorrefinaria, baseado em economia circular. A produção utiliza integralmente a cana-de-açúcar e reaproveita subprodutos como vinhaça e resíduos orgânicos na fertirrigação e na melhoria do solo.

O uso eficiente da água é um dos pilares operacionais.  “Em nosso processo industrial, a água é reutilizada em circuito fechado, sem descarte em corpos hídricos”, disse Grossi. Segundo ele, a adoção de tecnologias de recirculação contribuiu para a redução do consumo de água, tanto na indústria quanto nas operações agrícolas.

A unidade também gera energia elétrica a partir da biomassa, garantindo autossuficiência energética e fornecimento de excedente ao Sistema Interligado Nacional.

Ações regionais e engajamento comunitário

Além das áreas próprias, a empresa mantém iniciativas voltadas à comunidade, com destaque para a doação de mudas e ações de educação ambiental, por meio do projeto Pensamos Verde, que já destinou mais de 570 mil mudas a produtores rurais, instituições e comunidades em 16 municípios de Mato Grosso.

As atividades incluem orientação técnica, campanhas educativas e programas voltados a estudantes.

“Mantemos o foco na preservação ambiental, no uso consciente da água e na recuperação de áreas degradadas”, afirmou Grossi. “A ampliação das ações ocorre principalmente por meio da distribuição de mudas e do fortalecimento de projetos comunitários.”

O modelo adotado já recebeu premiações e certificações ambientais e é apontado como referência no setor sucroenergético, com reconhecimento por iniciativas voltadas à preservação do bioma pantaneiro.

Segurança hídrica como eixo estratégico

A segurança hídrica é fundamental para garantir a regularidade dos fluxos de água que sustentam rios, biodiversidade e atividades econômicas. A preservação dessas áreas mantém o equilíbrio dos ecossistemas, reduz riscos de escassez e assegura o abastecimento humano e produtivo, além de contribuir para a estabilidade climática.

Segundo Grossi, na Uisa, a preservação das nascentes é tratada como elemento central para a continuidade das atividades produtivas e para a manutenção dos ecossistemas regionais.

“Nossa estratégia busca alinhar produção agrícola, conservação ambiental e disponibilidade de água em uma região sensível do ponto de vista hídrico”, concluiu.

(*) Na sequência, link com matérias sobre registro da presença de onças na área da Uisa e sobre ação educativa com foco ambiental da biorrefinaria.

Imagens registram três onças-pintadas em área da biorrefinaria uisa em Mato Grosso

Uisa promove ação educativa entre produtores para prevenção da mosca-dos-estábulos

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