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Oeste Veículos recebe 22º certificado de concessionária Padrão ‘A’ da GM do Brasil

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A Oeste Veículos, concessionária Chevrolet para Tangará da Serra e região, recebeu nesta quarta-feira (13), o Certificado Concessionária Padrão Classe ‘A’, prêmio concedido pela General Motors do Brasil.

Esta é a 22ª vez, em 28 anos de trajetória no mercado automotivo, que a empresa é certificada. O desempenho medido corresponde às operações da empresa no ano de 2022 e inclui as unidades da Oeste Veículos em Campo Novo do Parecis e Nova Mutum.

A Oeste buscou nos seus próprios indicadores as credenciais para a certificação, obtendo as melhores pontuações em itens como atendimento e satisfação dos clientes em vendas/pós-vendas, índice de retenção de clientes (IRC) acima de 50%, qualidade em nível de excelência nos serviços, nos processos e na estrutura física, entre outros padrões exigidos pela marca Chevrolet.

O Gerente Regional de Operações da GM do Brasil, Daniel Perrela, estará presente na entrega do certificado, assim como demais representantes da área comercial e de negócios da subsidiária, além de representantes do Banco GM, que entregarão à Oeste Veículos a placa Diamante, premiação máxima da Chevrolet para desempenhos em serviços financeiros.

Para o diretor comercial Guilherme Introvini, a conquista da certificação é uma conquista não apenas da equipe da Oeste, mas também da sociedade de Tangará da Serra e região. “Não são todas as concessionárias que têm esse status e isso envolve critérios que passam pela população, pelo nosso cliente”, considera.

Já o sócio-diretor da Oeste Veículos, João Carlos Introvini, observa que um parâmetro fundamental para a obtenção do Padrão ‘A’ está na fidelização do cliente, apontado pelo índice de retenção de clientes (IRC) observado pela GM do Brasil. “Se você não tem nota alta, por exemplo, você está ‘inelegível’, ou seja, tem que estar acima na satisfação do cliente, e nós temos um dos mais altos IRCs do Brasil”, considera o empresário.

Ainda segundo João Carlos Introvini, a obtenção do certificado resulta em status e inúmeras vantagens competitivas dentro da montadora, já que evidencia uma performance superior da concessionária, abrangendo desde a direção aos profissionais responsáveis pelo atendimento e pelos serviços. “Temos um padrão que é o nosso DNA. O mérito é da equipe, do nosso time de colaboradores, que faz jus ao padrão Classe A”, finaliza o diretor da Oeste Veículos*.

A Oeste Veículos está localizada na Avenida Lions Internacional nº 1.495-W, em Tangará da Serra. O telefone é (65) 3311-5000.

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Biorrefinaria Uisa integra produção sustentável à preservação de nascentes e biodiversidade

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No ano em que Nova Olímpia completa 40 anos de emancipação, a presença da Uisa remonta ao período anterior à formação do município. Fundada em 1980, ainda como Destilarias Itamarati, a empresa acompanhou a estruturação da cidade e sua evolução ao longo das últimas décadas. Com atuação contínua no setor sucroenergético, a biorrefinaria integra a base econômica local e mantém participação no desenvolvimento regional, associando produção industrial a iniciativas voltadas à sustentabilidade ambiental.

Instalada em Nova Olímpia, a Uisa, empresa do setor sucroenergético que transforma matérias-primas em bioprodutos e bioalimentos, mantém um conjunto de programas ambientais voltados à preservação de nascentes, recuperação de áreas degradadas e segurança hídrica.

Caetano Henrique Grossi: “Mantemos o foco na preservação ambiental, no uso consciente da água e na recuperação de áreas degradadas”.

O programa Águas da Guanabara, uma das principais iniciativas da Uisa, criado em 2004, opera em uma área estratégica por integrar a zona de transição entre os biomas Cerrado e Amazônia, na bacia do Alto Paraguai, região formadora do sistema hídrico do Pantanal.

Segundo o gerente de Sustentabilidade da Uisa, Caetano Henrique Grossi, atualmente 245 nascentes localizadas em cerca de 50 mil hectares da companhia estão mapeadas e preservadas. “Nosso objetivo é garantir o abastecimento de rios e córregos, além de manter o equilíbrio ambiental e a disponibilidade de água na região”, afirmou.

Mapeamento com tecnologia e validação ambiental

A tecnologia é um dos pilares do programa. O levantamento das nascentes é realizado com uso de sensoriamento remoto, geoprocessamento e imagens de satélite, cruzadas com dados da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Levantamento das nascentes ocorre por sensoriamento remoto, geoprocessamento e imagens de satélite.

“Esse método permite identificar áreas que necessitam de intervenção e monitorar as condições ambientais, caso a caso”, explicou Grossi.

O trabalho também conta com validação de órgãos ambientais e acompanhamento técnico, além de estudos independentes que atestam a precisão do mapeamento e a efetividade das ações.

Biodiversidade e qualidade da água

As intervenções incluem reflorestamento, controle de erosão, manejo do solo e manutenção da cobertura vegetal. A recomposição das áreas é feita com espécies nativas do Cerrado e da Amazônia, produzidas em viveiro próprio, que mantém cerca de 75 variedades, incluindo espécies ameaçadas.

O viveiro conta com capacidade de produção anual de até 200 mil mudas.

Desde o início do programa, mais de 2 milhões de mudas foram plantadas. Entre 2007 e 2024, a área de vegetação nativa foi ampliada em 1.030 hectares, o que representa aumento de 8% na cobertura vegetal.

De acordo com Grossi, os resultados também aparecem na biodiversidade e nos recursos hídricos. “Identificamos 163 espécies arbóreas e 355 espécies de animais — incluindo onça-pintada, anta, lobo-guará e tamanduá-bandeira — considerados indicadores de equilíbrio ambiental”, relatou.

Na área hídrica, sete nascentes degradadas tiveram a vazão recuperada após ações de revitalização. O Índice de Qualidade da Água (IQA) permanece classificado como “bom”, segundo monitoramento técnico.

Integração entre produção e sustentabilidade

As ações ambientais estão integradas ao modelo produtivo da biorrefinaria, baseado em economia circular. A produção utiliza integralmente a cana-de-açúcar e reaproveita subprodutos como vinhaça e resíduos orgânicos na fertirrigação e na melhoria do solo.

O uso eficiente da água é um dos pilares operacionais.  “Em nosso processo industrial, a água é reutilizada em circuito fechado, sem descarte em corpos hídricos”, disse Grossi. Segundo ele, a adoção de tecnologias de recirculação contribuiu para a redução do consumo de água, tanto na indústria quanto nas operações agrícolas.

A unidade também gera energia elétrica a partir da biomassa, garantindo autossuficiência energética e fornecimento de excedente ao Sistema Interligado Nacional.

Ações regionais e engajamento comunitário

Além das áreas próprias, a empresa mantém iniciativas voltadas à comunidade, com destaque para a doação de mudas e ações de educação ambiental, por meio do projeto Pensamos Verde, que já destinou mais de 570 mil mudas a produtores rurais, instituições e comunidades em 16 municípios de Mato Grosso.

As atividades incluem orientação técnica, campanhas educativas e programas voltados a estudantes.

“Mantemos o foco na preservação ambiental, no uso consciente da água e na recuperação de áreas degradadas”, afirmou Grossi. “A ampliação das ações ocorre principalmente por meio da distribuição de mudas e do fortalecimento de projetos comunitários.”

O modelo adotado já recebeu premiações e certificações ambientais e é apontado como referência no setor sucroenergético, com reconhecimento por iniciativas voltadas à preservação do bioma pantaneiro.

Segurança hídrica como eixo estratégico

A segurança hídrica é fundamental para garantir a regularidade dos fluxos de água que sustentam rios, biodiversidade e atividades econômicas. A preservação dessas áreas mantém o equilíbrio dos ecossistemas, reduz riscos de escassez e assegura o abastecimento humano e produtivo, além de contribuir para a estabilidade climática.

Segundo Grossi, na Uisa, a preservação das nascentes é tratada como elemento central para a continuidade das atividades produtivas e para a manutenção dos ecossistemas regionais.

“Nossa estratégia busca alinhar produção agrícola, conservação ambiental e disponibilidade de água em uma região sensível do ponto de vista hídrico”, concluiu.

(*) Na sequência, link com matérias sobre registro da presença de onças na área da Uisa e sobre ação educativa com foco ambiental da biorrefinaria.

Imagens registram três onças-pintadas em área da biorrefinaria uisa em Mato Grosso

Uisa promove ação educativa entre produtores para prevenção da mosca-dos-estábulos

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