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Tradição de 34 anos: Mil Linhas é Destaque Empresarial pelo 21º ano consecutivo

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Qualidade, bons preços e variedade para atender o cliente na exata medida. A reunião dessas virtudes fez a Mil Linhas Armarinhos e Aviamentos se consolidar no mercado de Tangará da Serra e região e fazer jus, por 21 anos consecutivos, ao prêmio Destaque Empresarial.

Fundada há 34 anos, a empresa foi mais uma vez contemplada com a premiação conferida pela Associação Comercial e Empresarial de Tangará da Serra (ACITS), após pesquisa de mercado no segmento de Comércio de Armarinhos e Aviamentos. Os proprietários da Mil Linhas, Cleusa e seu filho Eduardo Sanches, juntamente com os colaboradores, receberam o prêmio no último dia 06 em grandioso evento realizado pela ACITS no CTG Aliança da Serra.

Estratégia e modernidade

Especializada em produtos para atividades de costura e artesanatos, a Mil Linhas acompanha as novas tendências do segmento de armarinhos e lojas de aviamentos, que passam a ter consumidores cada vez mais adeptos às tendências de moda e beleza, alcançando públicos específicos para costura, crochê, tricô, patchwork; decoupage, scrapbook e feltragem.

Loja conta dispõe de 22 mil itens para comercialização.

Logo, para se manter no topo do segmento, a Mil Linhas não abre mão do atendimento diferenciado e da qualidade dos mais de 22 mil itens cadastrados em seu estoque. “Pensamos no cliente, oferecendo qualidade, com bom atendimento num ambiente onde ele se sente bem e encontra o que precisa”, observa a empresária Cleusa.

Eduardo e a esposa Camila, com Dª Cleusa: Empreendedorismo planejamento de expansão.

Nesta ótica empreendedora, Eduardo viu a necessidade de investir em um novo espaço. Assim, em março desse ano, inauguraram a nova loja, ampla e moderna, na rua Júlio Martinez Benevides, ao lado da loja Rei do Pano, no trajeto entre a Câmara Municipal e o Banco Itaú, onde fervilha a movimentação comercial da cidade.

A mudança, além do incremento estrutural, foi uma questão de maior comodidade aos clientes, já que, ao lado, há um estabelecimento tradicional e especializado em tecidos. “Oferecemos nossa variedade e nossos preços diferenciados para que o cliente economize tempo e dinheiro. Ou seja, encontra todo o contexto daquilo que procura num único lugar”, observa Eduardo.

Entre os 22 mil itens cadastrados na Mil Linhas, destacam-se, além de linhas para crochê, costura e bordado, itens como agulhas e alfinetes, botões, enchimentos, fitas, fechos de roupa (zipers), mantas acrílicas, missangas, plásticos térmicos, rendas, velcros, TNT, tesouras, trenas, toalhas, tecidos de artesanato, palminhas, cadarços, tiras para chinelos, miudezas em geral, serviços par botões pregados e uma infinidade de outros produtos.

O empreendedorismo vem sendo caminho de desenvolvimento na família e atualmente a direção tem, inevitavelmente, um planejamento de expansão. Com o êxito comercial da Mil Linhas no e um branding que lhes permite tal projeção, o jovem casal avalia novos mercados – incluindo filiais em municípios com potencial – e ações massivas nas mídias sociais para potencializar a conexão da Mil Linhas com o mercado consumidor.

Endereço e contato

A Mil Linhas tem seu endereço na Rua Júlio Martinez Benevides, nº 262-S, Centro de Tangará da Serra. O telefone é (65) 3326-3983 e (65) 99991-0411 (celular/WhatApp). Instagram @millinhasaviamentos. Página no Facebook: Mil Linhas Aviamentos.

 

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Biorrefinaria Uisa integra produção sustentável à preservação de nascentes e biodiversidade

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No ano em que Nova Olímpia completa 40 anos de emancipação, a presença da Uisa remonta ao período anterior à formação do município. Fundada em 1980, ainda como Destilarias Itamarati, a empresa acompanhou a estruturação da cidade e sua evolução ao longo das últimas décadas. Com atuação contínua no setor sucroenergético, a biorrefinaria integra a base econômica local e mantém participação no desenvolvimento regional, associando produção industrial a iniciativas voltadas à sustentabilidade ambiental.

Instalada em Nova Olímpia, a Uisa, empresa do setor sucroenergético que transforma matérias-primas em bioprodutos e bioalimentos, mantém um conjunto de programas ambientais voltados à preservação de nascentes, recuperação de áreas degradadas e segurança hídrica.

Caetano Henrique Grossi: “Mantemos o foco na preservação ambiental, no uso consciente da água e na recuperação de áreas degradadas”.

O programa Águas da Guanabara, uma das principais iniciativas da Uisa, criado em 2004, opera em uma área estratégica por integrar a zona de transição entre os biomas Cerrado e Amazônia, na bacia do Alto Paraguai, região formadora do sistema hídrico do Pantanal.

Segundo o gerente de Sustentabilidade da Uisa, Caetano Henrique Grossi, atualmente 245 nascentes localizadas em cerca de 50 mil hectares da companhia estão mapeadas e preservadas. “Nosso objetivo é garantir o abastecimento de rios e córregos, além de manter o equilíbrio ambiental e a disponibilidade de água na região”, afirmou.

Mapeamento com tecnologia e validação ambiental

A tecnologia é um dos pilares do programa. O levantamento das nascentes é realizado com uso de sensoriamento remoto, geoprocessamento e imagens de satélite, cruzadas com dados da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Levantamento das nascentes ocorre por sensoriamento remoto, geoprocessamento e imagens de satélite.

“Esse método permite identificar áreas que necessitam de intervenção e monitorar as condições ambientais, caso a caso”, explicou Grossi.

O trabalho também conta com validação de órgãos ambientais e acompanhamento técnico, além de estudos independentes que atestam a precisão do mapeamento e a efetividade das ações.

Biodiversidade e qualidade da água

As intervenções incluem reflorestamento, controle de erosão, manejo do solo e manutenção da cobertura vegetal. A recomposição das áreas é feita com espécies nativas do Cerrado e da Amazônia, produzidas em viveiro próprio, que mantém cerca de 75 variedades, incluindo espécies ameaçadas.

O viveiro conta com capacidade de produção anual de até 200 mil mudas.

Desde o início do programa, mais de 2 milhões de mudas foram plantadas. Entre 2007 e 2024, a área de vegetação nativa foi ampliada em 1.030 hectares, o que representa aumento de 8% na cobertura vegetal.

De acordo com Grossi, os resultados também aparecem na biodiversidade e nos recursos hídricos. “Identificamos 163 espécies arbóreas e 355 espécies de animais — incluindo onça-pintada, anta, lobo-guará e tamanduá-bandeira — considerados indicadores de equilíbrio ambiental”, relatou.

Na área hídrica, sete nascentes degradadas tiveram a vazão recuperada após ações de revitalização. O Índice de Qualidade da Água (IQA) permanece classificado como “bom”, segundo monitoramento técnico.

Integração entre produção e sustentabilidade

As ações ambientais estão integradas ao modelo produtivo da biorrefinaria, baseado em economia circular. A produção utiliza integralmente a cana-de-açúcar e reaproveita subprodutos como vinhaça e resíduos orgânicos na fertirrigação e na melhoria do solo.

O uso eficiente da água é um dos pilares operacionais.  “Em nosso processo industrial, a água é reutilizada em circuito fechado, sem descarte em corpos hídricos”, disse Grossi. Segundo ele, a adoção de tecnologias de recirculação contribuiu para a redução do consumo de água, tanto na indústria quanto nas operações agrícolas.

A unidade também gera energia elétrica a partir da biomassa, garantindo autossuficiência energética e fornecimento de excedente ao Sistema Interligado Nacional.

Ações regionais e engajamento comunitário

Além das áreas próprias, a empresa mantém iniciativas voltadas à comunidade, com destaque para a doação de mudas e ações de educação ambiental, por meio do projeto Pensamos Verde, que já destinou mais de 570 mil mudas a produtores rurais, instituições e comunidades em 16 municípios de Mato Grosso.

As atividades incluem orientação técnica, campanhas educativas e programas voltados a estudantes.

“Mantemos o foco na preservação ambiental, no uso consciente da água e na recuperação de áreas degradadas”, afirmou Grossi. “A ampliação das ações ocorre principalmente por meio da distribuição de mudas e do fortalecimento de projetos comunitários.”

O modelo adotado já recebeu premiações e certificações ambientais e é apontado como referência no setor sucroenergético, com reconhecimento por iniciativas voltadas à preservação do bioma pantaneiro.

Segurança hídrica como eixo estratégico

A segurança hídrica é fundamental para garantir a regularidade dos fluxos de água que sustentam rios, biodiversidade e atividades econômicas. A preservação dessas áreas mantém o equilíbrio dos ecossistemas, reduz riscos de escassez e assegura o abastecimento humano e produtivo, além de contribuir para a estabilidade climática.

Segundo Grossi, na Uisa, a preservação das nascentes é tratada como elemento central para a continuidade das atividades produtivas e para a manutenção dos ecossistemas regionais.

“Nossa estratégia busca alinhar produção agrícola, conservação ambiental e disponibilidade de água em uma região sensível do ponto de vista hídrico”, concluiu.

(*) Na sequência, link com matérias sobre registro da presença de onças na área da Uisa e sobre ação educativa com foco ambiental da biorrefinaria.

Imagens registram três onças-pintadas em área da biorrefinaria uisa em Mato Grosso

Uisa promove ação educativa entre produtores para prevenção da mosca-dos-estábulos

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