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Qualidade, sabor e equipe: Assim Assado é Destaque Empresarial em buffet e restaurante

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“Não podemos cozinhar se não gostamos de pessoas”. A frase dita pelo renomado e saudoso chef Joël Robuchon expressa o conceito de talento da culinária. Afinal, ninguém capricha num almoço ou jantar se não for para agradar.

O Assim Assado foi, mais uma vez, agraciado como Destaque Empresarial ACITS, edição 2022, nos segmentos buffet para festas e restaurante. As premiações, definidas após pesquisa de mercado, foram concedidas em concorrido evento realizado pela Associação Comercial e Empresarial de Tangará da Serra, no CTG Aliança da Serra, na noite do último dia 06.

Restaurante Assim Assado, localizado na Rua Três-A, Jardim Tanaka.

No segmento buffet, o Assim Assado foi o escolhido pelo décimo segundo ano consecutivo. Já como restaurante, o Assim Assado faturou o prêmio pelo terceiro ano seguido.

Talento, bom gosto e organização na cozinha que resultam em qualidade reconhecida e sabores indiscutíveis. A isso, se somam equipe e atendimento exemplares, temperados com o prazer em servir. Quando todos estes ingredientes compõem a receita de um negócio, o resultado é o sucesso e o reconhecimento, como os conquistados reiteradamente pelo Assim Assado.

O casal Clarice Terezinha Baron Grapeggia e Alceu Luiz Grapeggia é a etiqueta do êxito do Assim Assado, fundado em 2006 com serviços prestados em Tangará da Serra e região anexa. São, portanto, 17 anos de tradição. “Atendemos em Tangará da Serra e região do entorno, como Campo Novo do Parecis, Barra do Bugres e Diamantino”, diz Clarice. Porém, a reconhecida qualidade já levou o Buffet Assim Assado para outras cidades, como Sorriso.

Além do atendimento no restaurante, localizado na rua Três-A, no Jardim Tanaka, o Assim Assado é chamado para os mais variados eventos, em especial casamentos, formaturas, aniversários, dias de campo e eventos empresariais.

Rigor e perfeição é uma marca da Assim Assado. Os cardápios focam na gastronomia tradicional, com carnes brancas e vermelhas e acompanhamentos bem aceitos como risotos, massas, legumes, batatas. Há, também, atrações extras como canapés, queijos e presuntos. As saladas são fartas, vistosas e, para fechar, as sobremesas são dignas de elogios.

Há, claro, cuidados para as inevitáveis restrições alimentares dos comensais, o que resulta em opções vegetarianas e sem açúcar. “É impossível agradar todo mundo, mas sempre trabalhamos para que as pessoas saiam do evento lembrando bem do que comeram”, diz Alceu.

Há um cuidado irrepreensível desde a escolha dos ingredientes que compõem as receitas servidas aos clientes, passando pela logística, pela disposição das mesas, pelas louças e talheres, pela apresentação da equipe, até o toque final, que é o momento de servir.

“Nos preocupamos com a qualidade, sabor e quantidade na medida certa dos alimentos que servimos. Nosso trunfo é a nossa equipe, que faz a diferença”, observa Clarice Grapeggia.

Endereço e contato

A sede do Assim Assado é o restaurante localizado na Rua Três-A, número 55-N, Jardim Tanaka, região central de Tangará da Serra. O melhor acesso ao restaurante é seguindo pela Avenida Tancredo de Almeida Neves, sentido centro-bairro, acessando a primeira rua à direita após o cruzamento com Avenida Ismael José do Nascimento. O telefone é (65) 98426-9700.

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Biorrefinaria Uisa integra produção sustentável à preservação de nascentes e biodiversidade

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No ano em que Nova Olímpia completa 40 anos de emancipação, a presença da Uisa remonta ao período anterior à formação do município. Fundada em 1980, ainda como Destilarias Itamarati, a empresa acompanhou a estruturação da cidade e sua evolução ao longo das últimas décadas. Com atuação contínua no setor sucroenergético, a biorrefinaria integra a base econômica local e mantém participação no desenvolvimento regional, associando produção industrial a iniciativas voltadas à sustentabilidade ambiental.

Instalada em Nova Olímpia, a Uisa, empresa do setor sucroenergético que transforma matérias-primas em bioprodutos e bioalimentos, mantém um conjunto de programas ambientais voltados à preservação de nascentes, recuperação de áreas degradadas e segurança hídrica.

Caetano Henrique Grossi: “Mantemos o foco na preservação ambiental, no uso consciente da água e na recuperação de áreas degradadas”.

O programa Águas da Guanabara, uma das principais iniciativas da Uisa, criado em 2004, opera em uma área estratégica por integrar a zona de transição entre os biomas Cerrado e Amazônia, na bacia do Alto Paraguai, região formadora do sistema hídrico do Pantanal.

Segundo o gerente de Sustentabilidade da Uisa, Caetano Henrique Grossi, atualmente 245 nascentes localizadas em cerca de 50 mil hectares da companhia estão mapeadas e preservadas. “Nosso objetivo é garantir o abastecimento de rios e córregos, além de manter o equilíbrio ambiental e a disponibilidade de água na região”, afirmou.

Mapeamento com tecnologia e validação ambiental

A tecnologia é um dos pilares do programa. O levantamento das nascentes é realizado com uso de sensoriamento remoto, geoprocessamento e imagens de satélite, cruzadas com dados da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Levantamento das nascentes ocorre por sensoriamento remoto, geoprocessamento e imagens de satélite.

“Esse método permite identificar áreas que necessitam de intervenção e monitorar as condições ambientais, caso a caso”, explicou Grossi.

O trabalho também conta com validação de órgãos ambientais e acompanhamento técnico, além de estudos independentes que atestam a precisão do mapeamento e a efetividade das ações.

Biodiversidade e qualidade da água

As intervenções incluem reflorestamento, controle de erosão, manejo do solo e manutenção da cobertura vegetal. A recomposição das áreas é feita com espécies nativas do Cerrado e da Amazônia, produzidas em viveiro próprio, que mantém cerca de 75 variedades, incluindo espécies ameaçadas.

O viveiro conta com capacidade de produção anual de até 200 mil mudas.

Desde o início do programa, mais de 2 milhões de mudas foram plantadas. Entre 2007 e 2024, a área de vegetação nativa foi ampliada em 1.030 hectares, o que representa aumento de 8% na cobertura vegetal.

De acordo com Grossi, os resultados também aparecem na biodiversidade e nos recursos hídricos. “Identificamos 163 espécies arbóreas e 355 espécies de animais — incluindo onça-pintada, anta, lobo-guará e tamanduá-bandeira — considerados indicadores de equilíbrio ambiental”, relatou.

Na área hídrica, sete nascentes degradadas tiveram a vazão recuperada após ações de revitalização. O Índice de Qualidade da Água (IQA) permanece classificado como “bom”, segundo monitoramento técnico.

Integração entre produção e sustentabilidade

As ações ambientais estão integradas ao modelo produtivo da biorrefinaria, baseado em economia circular. A produção utiliza integralmente a cana-de-açúcar e reaproveita subprodutos como vinhaça e resíduos orgânicos na fertirrigação e na melhoria do solo.

O uso eficiente da água é um dos pilares operacionais.  “Em nosso processo industrial, a água é reutilizada em circuito fechado, sem descarte em corpos hídricos”, disse Grossi. Segundo ele, a adoção de tecnologias de recirculação contribuiu para a redução do consumo de água, tanto na indústria quanto nas operações agrícolas.

A unidade também gera energia elétrica a partir da biomassa, garantindo autossuficiência energética e fornecimento de excedente ao Sistema Interligado Nacional.

Ações regionais e engajamento comunitário

Além das áreas próprias, a empresa mantém iniciativas voltadas à comunidade, com destaque para a doação de mudas e ações de educação ambiental, por meio do projeto Pensamos Verde, que já destinou mais de 570 mil mudas a produtores rurais, instituições e comunidades em 16 municípios de Mato Grosso.

As atividades incluem orientação técnica, campanhas educativas e programas voltados a estudantes.

“Mantemos o foco na preservação ambiental, no uso consciente da água e na recuperação de áreas degradadas”, afirmou Grossi. “A ampliação das ações ocorre principalmente por meio da distribuição de mudas e do fortalecimento de projetos comunitários.”

O modelo adotado já recebeu premiações e certificações ambientais e é apontado como referência no setor sucroenergético, com reconhecimento por iniciativas voltadas à preservação do bioma pantaneiro.

Segurança hídrica como eixo estratégico

A segurança hídrica é fundamental para garantir a regularidade dos fluxos de água que sustentam rios, biodiversidade e atividades econômicas. A preservação dessas áreas mantém o equilíbrio dos ecossistemas, reduz riscos de escassez e assegura o abastecimento humano e produtivo, além de contribuir para a estabilidade climática.

Segundo Grossi, na Uisa, a preservação das nascentes é tratada como elemento central para a continuidade das atividades produtivas e para a manutenção dos ecossistemas regionais.

“Nossa estratégia busca alinhar produção agrícola, conservação ambiental e disponibilidade de água em uma região sensível do ponto de vista hídrico”, concluiu.

(*) Na sequência, link com matérias sobre registro da presença de onças na área da Uisa e sobre ação educativa com foco ambiental da biorrefinaria.

Imagens registram três onças-pintadas em área da biorrefinaria uisa em Mato Grosso

Uisa promove ação educativa entre produtores para prevenção da mosca-dos-estábulos

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