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Soja: Nova doença em lavouras do MT é descartada; Microrganismos encontrados são endêmicos

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As suspeitas de que haveria uma nova doença na soja em Mato Grosso, causando abertura precoce das vagens e apodrecimento dos grãos, foi descartada esta semana pelo Instituto de defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT).

Durante esta safra, produtores rurais da região Médio Norte de Mato Grosso, especialmente dos municípios de Sorriso e Ipiranga do Norte, suspeitaram da ocorrência da doença, causando grande preocupação no setor produtivo do estado.

Fiscais engenheiros agrônomos do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea MT) foram a campo em fevereiro para verificar as informações e fazer análises comprobatórias. Porém, nas amostras analisadas no laboratório de sanidade vegetal do Instituto, não foram encontrados resultados indicando que a anomalia seja ocasionada por fatores bióticos, ou seja, organismos vivos.

Foram detectados os fungos Colletotrichum truncatum, Phomopsis sojae, Fusarium semitectum nas vagens e nos grãos, além destes, o fungo Rhizoctonia solani. Porém, os microrganismos identificados correspondem a patógenos endêmicos, ou seja, doenças comuns no cultivo das lavouras de soja no Estado como causadores das doenças de final de ciclo, não sendo provavelmente a causa principal da anomalia constatada pelos produtores.

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O Indea MT continuará o trabalho de acompanhamento das análises realizadas pelas entidades de pesquisa, bem como o monitoramento das áreas de ocorrência.

(Redação EB, com Assessoria Sedec-MT)

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Após intensa programação, Nova Olímpia encerra festividades dos 40 anos

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Com data comemorada oficialmente em 13 de maio, Nova Olímpia encerrou ontem (terça-feira, 12) a programação comemorativa pelos 40 anos de emancipação político-administrativa com uma grande celebração popular marcada por eventos cívicos, manifestações culturais e shows nacionais que movimentaram o município desde os primeiros dias do mês. A cidade reuniu milhares de pessoas no Centro de Eventos Luiz Cavalcante Lins nas festividades das chamadas Bodas de Esmeralda.

A programação foi intensificada no último dia 8 de maio com noite gospel, reunindo apresentações da cantora Maria Marçal, Banda Os Bençãos e grupos regionais. No sábado (09), o público acompanhou shows de DJ Roni, Adriana Cavalcante, Lambasaia e Banda Sintonia. Já no domingo (10), as atrações ficaram por conta de Esquema 4, Som de Faculdade e Banda Stillus.

Na segunda-feira (11), a programação sertaneja levou ao palco Dayane Boldini, Pegada Quente, Mateuzinho Sucessinho, além da dupla nacional Cleber & Cauan. O encerramento, na noite desta terça-feira (12), teve caráter religioso e reuniu grande público para o show nacional do Padre Fábio de Melo e apresentação da Banda Gaudium.

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Além dos shows, a programação alusiva aos 40 anos contou com desfile cívico, passeio ciclístico, atividades esportivas, celebrações religiosas e homenagens à trajetória do município. A festividade mobilizou moradores e visitantes da região, reforçando o sentimento de pertencimento e valorização da história local.

Polo sucroenergético

Reconhecida como importante polo sucroenergéticos da região Centro-Oeste do Brasil, Nova Olímpia marca, em seus 40 anos de emancipação, uma trajetória construída pelo trabalho de seu povo e marcada pela força da cana-de-açúcar, atividade que transformou o município em uma referência estadual e lhe rendeu o reconhecimento de “Capital da Cana” em Mato Grosso.

As origens da cidade remontam à década de 1950, quando o colonizador Belizário de Almeida, conhecido como “Tio Bili”, abriu caminhos na região e atraiu famílias vindas principalmente da cidade paulista de Olímpia, origem que inspirou o nome do município.

Os primeiros moradores enfrentaram dificuldades severas, com acesso precário, longas viagens e ausência de infraestrutura. Ainda assim, a pequena vila cresceu, tornou-se distrito de Barra do Bugres e conquistou a emancipação político-administrativa em 13 de maio de 1986.

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Ao longo das décadas, Nova Olímpia consolidou sua vocação agrícola. Inicialmente sustentada pela pecuária e pelas lavouras tradicionais, a economia encontrou na cana-de-açúcar seu principal motor de desenvolvimento. A implantação da então Usinas Itamarati marcou uma transformação econômica e social, impulsionando empregos, renda e crescimento urbano.

Hoje, o município, sob comando do prefeito Ari Cândido Batista, é referência estadual no setor sucroenergético, mantendo forte presença na produção de açúcar, etanol e bioenergia. Mas os 40 anos de Nova Olímpia também representam a história de famílias, pioneiros e trabalhadores que ajudaram a construir uma cidade que preserva suas raízes enquanto projeta o futuro com desenvolvimento e identidade própria em Mato Grosso.

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