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Economia & Mercado

Varejo: como o CRM omnichannel responde à nova jornada de compra

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Com 73% dos consumidores alternando entre canais físicos e digitais, varejistas adotam plataformas de CRM para integrar experiências e impulsionar resultados

Em 2025, o comportamento de compra dos consumidores sofreu uma mudança profunda. Segundo levantamento da Harvard Business Review, 73% dos consumidores utilizam múltiplos canais, físicos e digitais, antes de concluir uma compra. A tendência consolida o modelo omnichannel e impõe ao varejo o desafio de integrar experiências em todos os pontos de contato.

A adoção de uma estratégia omnichannel envolve obstáculos operacionais e tecnológicos. Entre os principais entraves estão a integração de sistemas legados, a unificação de estoques e a personalização da comunicação com o cliente. Sem uma visão centralizada do consumidor, torna-se difícil oferecer uma experiência consistente e relevante.

Nesse cenário, as plataformas de CRM (Customer Relationship Management) ganham protagonismo. Elas possibilitam a coleta e análise de dados oriundos de diferentes canais, construindo uma visão 360 graus do cliente. Com essas informações, as empresas conseguem personalizar ofertas, ajustar estoques de forma inteligente e aprimorar o atendimento.

Dados que personalizam e fidelizam

Pedro Ivo Martins, Diretor de Clientes da Dito CRM, afirma que “o varejo precisa começar a pensar como mídia. Assim, tem a oportunidade de criar um outro tipo de vínculo com o consumidor”. Segundo ele, o uso estratégico de dados permite não apenas personalizar a jornada, mas aumentar os índices de fidelização.

Empresas que incorporaram estratégias omnichannel com suporte de CRM têm observado ganhos expressivos. Os benefícios mais recorrentes dessa abordagem incluem a redução de custos operacionais, o aumento do ticket médio, a retenção de clientes e maior precisão na análise do comportamento do consumidor.

Pedro ressalta que “ao integrar os canais e utilizar os dados com inteligência, o varejo consegue transformar a experiência do cliente e, ao mesmo tempo, gerar valor para o negócio”.

Integração é o novo padrão

A expectativa é que o omnichannel evolua para um modelo ainda mais integrado e automatizado, com uso intensivo de tecnologias como inteligência artificial e machine learning. Essas ferramentas permitirão prever comportamentos e refinar ainda mais a personalização.

Num ambiente em que a experiência do cliente se torna um diferencial competitivo, empresas que não se adaptarem à lógica omnichannel correm o risco de ficar para trás. Mais do que uma tendência, a integração de canais com o suporte de plataformas de CRM já se consolidou como requisito básico para o sucesso no varejo contemporâneo.

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Economia & Mercado

Referência global: Mato Grosso amplia exportações de carne bovina para a Ásia em 39,4%

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Mato Grosso ampliou em 39,4% as exportações de carne bovina para a Ásia na comparação entre os 10 primeiros meses de 2024 e o mesmo período de 2025. Neste ano, o estado já embarcou mais de 458 mil toneladas de proteína bovina para 12 países asiáticos, fortalecendo sua posição como maior exportador de carne do Brasil e referência global em produção sustentável.

“A Ásia é hoje o principal motor de crescimento para as exportações de carne bovina, e Mato Grosso está muito bem-posicionado para atender essa demanda. Estamos falando de mercados que ampliam consumo ano após ano e buscam carne de qualidade, com segurança sanitária e comprovação de sustentabilidade — exatamente o que o Brasil, e especialmente Mato Grosso, têm a oferecer”, afirma o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade.

De janeiro a outubro de 2024, o estado havia exportado 328,5 mil toneladas para 11 países asiáticos. Já em 2025, a Ásia passou a representar 60,6% de todo o volume exportado por Mato Grosso — acima dos 52,2% registrados no ano anterior. Esse crescimento reforça a importância estratégica da região para o avanço da pecuária mato-grossense.

A China permanece como o maior comprador. Nos dez primeiros meses de 2024, o país adquiriu 284,1 mil toneladas. Em 2025, esse volume saltou para 413,6 mil toneladas, impulsionado pela maior demanda por proteína de alta qualidade e pela ampliação do acesso sanitário do Brasil ao mercado chinês.

Além da China, outros países asiáticos também ampliaram significativamente suas compras. A Indonésia foi o caso mais expressivo: passou de apenas 250 toneladas entre janeiro e outubro de 2024 para 3,1 mil toneladas no mesmo período deste ano, o que representa um aumento de 1.160%.

Em 2025, Mato Grosso também exportou carne bovina para Macau, Hong Kong, Filipinas, Timor-Leste, Singapura, Malásia, Camboja, Maldivas, Cazaquistão e Turcomenistão, mercados que buscam diversificar fornecedores e valorizam produtos com certificações de origem e sustentabilidade.

(Thalyta Amaral/Assessoria)

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