TANGARÁ DA SERRA
Pesquisar
Close this search box.

Política & Políticos

Reeleito, Guarnieri mantém foco na saúde, infraestrutura e desenvolvimento dos municípios

Publicado em

Parlamentar seguirá acompanhando obras, cobrando investimentos e dando continuidade às principais demandas apresentadas ao longo de sua atuação na Assembleia Legislativa

Com a reeleição para mais quatro anos na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB) já tem definidas algumas das prioridades que continuarão norteando sua atuação parlamentar. Saúde, infraestrutura, desenvolvimento econômico e fortalecimento dos municípios permanecem entre as principais frentes de trabalho, com atenção especial às demandas do interior do estado.

Eleito com 18.842 votos, Chico dará continuidade ao trabalho iniciado em janeiro de 2025, quando assumiu uma cadeira na Assembleia. Agora, além de acompanhar as iniciativas já encaminhadas ao Governo do Estado, o parlamentar pretende manter a articulação por novos investimentos e melhorias para a população mato-grossense.

Uma das principais frentes de atuação continuará sendo a ampliação e melhoria dos serviços de saúde. Em Barra do Bugres, o acompanhamento das obras do Hospital Roosevelt permanece entre as prioridades, após a articulação de recursos para a conclusão da unidade. Em Campo Novo do Parecis, o deputado seguirá acompanhando o projeto de reforma e ampliação do Hospital Municipal Euclides Horst, que conta com R$ 10 milhões assegurados pelo Governo do Estado.

Outra demanda importante é a implantação da nova Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Tangará da Serra, projeto que prevê investimento de aproximadamente R$ 20 milhões.

Além das obras estruturantes, a atuação parlamentar seguirá voltada à melhoria dos atendimentos, à aquisição de equipamentos e veículos e ao fortalecimento da rede pública de saúde.

A pavimentação e recuperação de rodovias estaduais também continuarão no centro das articulações do deputado, especialmente em regiões que dependem das estradas para o escoamento da produção, transporte de pacientes e deslocamento da população.

Entre as demandas já trabalhadas estão as rodovias MT-246, MT-247, MT-339, MT-488 e MT-160, além de outras ligações consideradas importantes para a integração dos municípios.

Em Barra do Bugres, o deputado também seguirá acompanhando o programa de pavimentação urbana e as melhorias de infraestrutura previstas para diferentes bairros, asfaltando 100% o município.

O objetivo é manter o diálogo com o Governo do Estado e os municípios para acompanhar o andamento dos projetos, cobrar cronogramas e buscar soluções para demandas que ainda aguardam atendimento.

Presidente da Comissão de Indústria, Comércio e Turismo da Assembleia Legislativa em 2026, Chico também pretende manter o desenvolvimento econômico entre suas áreas de atuação.

O incentivo ao empreendedorismo, à indústria, ao comércio, ao turismo e às atividades produtivas seguirá como parte das discussões e iniciativas parlamentares.

Entre os trabalhos já desenvolvidos está a valorização do etnoturismo em Campo Novo do Parecis, município reconhecido por lei de autoria do deputado como Capital do Etnoturismo de Mato Grosso. O incentivo ao turismo de pesca esportiva também integra as pautas defendidas pelo parlamentar, com foco na geração de renda e no desenvolvimento das economias locais.

Além das pautas estruturantes, a continuidade do mandato será marcada pelo acompanhamento das demandas apresentadas por prefeitos, vereadores, lideranças comunitárias e moradores de diferentes regiões de Mato Grosso.

Questões relacionadas à segurança pública, habitação, inclusão, educação e melhoria dos serviços públicos também permanecerão na agenda parlamentar.

Após a reeleição, Chico destacou que a continuidade do trabalho representa uma responsabilidade renovada diante da população. “A reeleição renova a nossa responsabilidade e também a nossa disposição para fazer ainda mais. Tenho muito orgulho de representar a nossa gente, o Médio-Norte, e de ser uma voz de Mato Grosso nesta Assembleia”, afirmou.

Comentários Facebook
Advertisement

Política & Políticos

Taques critica STF, fala em “bandalheira” na corte e questiona relação com Senado

Published

on

Candidato ao Senado (foto acima) afirma que ministros deveriam ter mandato, defende fim de decisões monocráticas e critica presidente do Senado por não dar andamento a pedidos de impeachment

A crise institucional vivenciada pelo Brasil com os episódios envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal tem sido terreno fértil neste pleito eleitoral. É nesse ambiente que o ex-senador e ex-governador Pedro Taques (PSB), candidato ao Senado por Mato Grosso, fez críticas incisivas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), durante entrevista concedida à Serra FM na manhã desta terça-feira (22).

Taques iniciou afirmando que considera a corrupção e a atuação das facções criminosas dois dos principais problemas enfrentados atualmente pelo país. Ao tratar da primeira questão, direcionou parte significativa da entrevista ao funcionamento do STF e à relação entre a Corte e o Senado Federal.

Proposta de mudanças

Uma das mudanças defendidas pelo candidato é a instituição de mandato para ministros do Supremo. Segundo Taques, os ministros deveriam permanecer no cargo por 12 anos, e a idade mínima para ingresso na Corte deveria passar dos atuais 35 para 60 anos. Ele afirmou ter uma proposta de emenda nesse sentido.

Outra alteração defendida por Taques é a proibição das decisões monocráticas no Supremo. Para ele, decisões dessa natureza permitem que um único ministro suspenda ou altere decisões tomadas pelo Congresso. “Eu defendo que supremo deva ser o tribunal, não o ministro A, B ou C”, afirmou. Na avaliação apresentada pelo candidato, as decisões monocráticas não seriam adequadas ao funcionamento democrático.

Relação STF/Senado

Taques também defendeu que deputados e senadores deixem de ser julgados pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo ele, a mudança seria necessária para reduzir uma relação que classificou como de proximidade entre integrantes dos dois Poderes.

“Eu defendo que a sabatina seja mais valorizada”, afirmou. O ex-senador lembrou sua passagem pelo Senado e citou as sabatinas dos ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux. Também disse ter apresentado projeto para permitir a participação da população nas sabatinas por meio da internet, inclusive com o envio de denúncias sobre os indicados.

Taques descartou, por outro lado, a eleição direta para ministros do STF. Segundo ele, esse modelo poderia ampliar a influência econômica sobre a composição da Corte.

“Bandalheira” e Alcolumbre

Na sequência, fez uma das críticas mais duras da entrevista. Disse que há uma “bandalheira” no Supremo e citou o banqueiro Daniel Vorcaro e o Banco Master ao fazer acusações sobre supostas relações financeiras e pessoais envolvendo integrantes da Corte. Essas afirmações foram apresentadas pelo candidato durante a entrevista e não são tratadas aqui como fatos comprovados.

Ao abordar os pedidos de impeachment de ministros do Supremo, Taques criticou diretamente o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Segundo o candidato, Alcolumbre teria condições de deixar os pedidos sem apreciação e estaria mantendo as representações paradas. Taques defendeu uma mudança no procedimento: caso o presidente do Senado não colocasse o pedido em votação no prazo de 30 dias, toda a Casa ficaria paralisada até que a matéria fosse apreciada.

O número citado por Taques na entrevista foi de 102 pedidos. Entretanto, o número de representações contra ministros do STF mudou ao longo de setembro. Em 1º de setembro, Alcolumbre afirmou publicamente que havia 109 pedidos de impeachment contra os dez ministros da Corte.

As declarações de Taques ocorrem em um momento de forte discussão política sobre a relação entre o Senado e o Supremo. Em setembro, novos pedidos de impeachment foram protocolados contra ministros da Corte, enquanto Alcolumbre passou a ser pressionado por parlamentares para dar andamento às representações.

Segurança pública

A entrevista também tratou de segurança pública. Taques defendeu a criação de uma lei de responsabilidade da segurança pública que estabeleça um piso mínimo obrigatório de investimentos para o setor, a exemplo do que ocorre, segundo ele, com saúde e educação.

O candidato afirmou ainda que as Forças Armadas deveriam concentrar sua atuação na fronteira de Mato Grosso com a Bolívia, como forma de dificultar a entrada de drogas e, consequentemente, o abastecimento financeiro das organizações criminosas.

Taques também afirmou que pretende combater as lideranças das facções criminosas e mencionou ações realizadas durante sua trajetória política e jurídica. Ao falar de Mato Grosso, citou o caso de João Arcanjo Ribeiro e afirmou que sua atuação contribuiu para a sua prisão.

Comentários Facebook
Continue Reading

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana