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Infraestrutura & Logística

Obras do viaduto no anel viário já tem empresa contratada; Concessionária avalia projetos

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A empresa responsável pelas obras do viaduto no entroncamento (foto acima) do Anel Viário com avenida Alvadi Monticelli, no Alto da Boa Vista, já tem contrato com a concessionária responsável pelo trecho que inclui a perimetral, enquanto o projeto de engenharia está em elaboração pela prefeitura de Tangará da Serra, através da Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (Seplan).

O projeto, porém, está vinculado às aprovações de outros dois. Um deles é para implantação de uma via marginal de acesso ao Hospital Regional (este em construção pelo governo do Estado) e o outro é da duplicação do anel viário entre o entroncamento e a avenida Lions Internacional.

Projetos

Os projetos do viaduto, da duplicação do trecho em questão do anel viário, assim como a marginal de acesso ao hospital, estão em fase de elaboração pela Secretaria de Planejamento do município e serão avaliados pela concessionária. Uma vez aprovados, a concessionária autorizará as obras.

Projeto para instalação de marginal de acesso passará por análise da concessionária.

Para o custeio dos projetos, a Câmara Municipal aprovou, em março último, abertura de Crédito Adicional Especial no valor global de R$ 2,5 milhões. No caso do viaduto, o valor orçado do projeto de engenharia é de R$ 364.164,00.

No mesmo crédito adicional está previsto custeio de projeto de engenharia para duplicação do Anel Viário André Maggi, no valor de R$ 215.582,29, entre o cruzamento do bairro Alto da Boa Vista até a Avenida Lions Internacional.

Outro projeto incluído na mesma propositura aprovada em março consta a contratação de projeto de engenharia para implantação via marginal de acesso ao Hospital Regional, valor de R$ 27.213,57. Para esta obra, também já há uma empresa contratada pela concessionária.

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Infraestrutura & Logística

Aeroporto de Tangará da Serra integra pacote ligado à concessão do aeroporto de Brasília

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O leilão que definirá a gestão do Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília, terá reflexo direto em Tangará da Serra. A empresa vencedora da concessão do terminal da capital federal deverá assumir também a gestão de dez aeroportos regionais de pequeno porte, três deles em Mato Grosso.

A medida é uma estratégia do governo federal, usando um grande aeroporto rentável como “âncora” para viabilizar investimentos em aeroportos menores, dentro da mesma concessão.

Entre os terminais incluídos no pacote do leilão em Brasília está o aeroporto regional de Tangará da Serra. Também integram a lista os aeroportos de Juína e de Cáceres, igualmente em território mato-grossense.

Além desses, estão previstos aeroportos regionais em Mato Grosso do Sul — Bonito, Dourados e Três Lagoas —, dois em Goiás — São Miguel do Araguaia e Alto Paraíso —, além de Ponta Grossa, no Paraná, e Barreiras, na Bahia. Todos os terminais passaram por inspeção prévia da atual concessionária do aeroporto de Brasília, a Inframérica.

Os investimentos estimados somam cerca de R$ 500 milhões para adequar os aeroportos às operações de aeronaves e ao atendimento de passageiros.

Benefícios

Para uma cidade polo como Tangará da Serra, um aeroporto regional não é apenas uma obra de transporte. Ele funciona como infraestrutura estratégica de integração econômica, reduzindo distâncias e ampliando a capacidade de atração de negócios, fortalecendo o papel de polo regional de Tangará da Serra.

A região é fortemente baseada no agronegócio. Nesse contexto, um aeroporto regional facilita deslocamento de técnicos e executivos de empresas do setor, facilita a chegada de investidores e compradores, além de proporcionar operações corporativas rápidas.

Modelo

A gestão do Aeroporto Internacional de Brasília deverá ir a leilão no segundo semestre deste ano, após a atual concessionária, Inframérica, registrar prejuízos acumulados ao longo de anos de operação.

Os valores mínimos da concessão ainda não foram divulgados. O processo, no entanto, deverá seguir modelo semelhante ao adotado na relicitação do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, que estabeleceu pagamento inicial de R$ 982 milhões pela outorga, além de repasse de 20% do faturamento anual e cumprimento de cronograma de investimentos em melhorias estruturais.

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