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Infraestrutura & Logística

Obras do viaduto no anel viário já tem empresa contratada; Concessionária avalia projetos

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A empresa responsável pelas obras do viaduto no entroncamento (foto acima) do Anel Viário com avenida Alvadi Monticelli, no Alto da Boa Vista, já tem contrato com a concessionária responsável pelo trecho que inclui a perimetral, enquanto o projeto de engenharia está em elaboração pela prefeitura de Tangará da Serra, através da Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (Seplan).

O projeto, porém, está vinculado às aprovações de outros dois. Um deles é para implantação de uma via marginal de acesso ao Hospital Regional (este em construção pelo governo do Estado) e o outro é da duplicação do anel viário entre o entroncamento e a avenida Lions Internacional.

Projetos

Os projetos do viaduto, da duplicação do trecho em questão do anel viário, assim como a marginal de acesso ao hospital, estão em fase de elaboração pela Secretaria de Planejamento do município e serão avaliados pela concessionária. Uma vez aprovados, a concessionária autorizará as obras.

Projeto para instalação de marginal de acesso passará por análise da concessionária.

Para o custeio dos projetos, a Câmara Municipal aprovou, em março último, abertura de Crédito Adicional Especial no valor global de R$ 2,5 milhões. No caso do viaduto, o valor orçado do projeto de engenharia é de R$ 364.164,00.

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No mesmo crédito adicional está previsto custeio de projeto de engenharia para duplicação do Anel Viário André Maggi, no valor de R$ 215.582,29, entre o cruzamento do bairro Alto da Boa Vista até a Avenida Lions Internacional.

Outro projeto incluído na mesma propositura aprovada em março consta a contratação de projeto de engenharia para implantação via marginal de acesso ao Hospital Regional, valor de R$ 27.213,57. Para esta obra, também já há uma empresa contratada pela concessionária.

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Infraestrutura & Logística

Primeiro trecho operacional da Ferrovia Estadual será inaugurado neste sábado

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Neste sábado, 20 de junho, será inaugurado em Dom Aquino o primeiro trecho operacional da Ferrovia Estadual Senador Vicente Emílio Vuolo, considerada a primeira ferrovia construída a partir de autorização de um governo estadual no Brasil. O empreendimento representa um marco para a infraestrutura logística do Estado e promete fortalecer a competitividade do agronegócio mato-grossense nos mercados nacional e internacional.

A cerimônia ocorrerá às margens da BR-070, onde foi implantado o terminal multimodal que passa a desempenhar papel estratégico no novo corredor logístico estadual. O local funcionará como ponto de integração entre os modais rodoviário e ferroviário, recebendo cargas transportadas por caminhões para posterior embarque nos trens.

Com a entrada em operação do terminal, Dom Aquino assume posição de destaque na logística de Mato Grosso. A cidade sediará uma das principais estruturas da nova malha ferroviária, transformando uma região tradicionalmente agrícola em importante centro de distribuição e escoamento da produção.

Novo terminal ferroviário foi projetado para movimentar até 10 milhões de toneladas de grãos por ano.

O trecho inaugural possui aproximadamente 162 quilômetros de extensão e liga Rondonópolis ao terminal instalado em Dom Aquino. A obra integra a primeira fase da Ferrovia Estadual, que demandou investimentos da ordem de R$ 5 bilhões e é considerada atualmente um dos maiores projetos privados de infraestrutura logística em execução no país.

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Quando totalmente concluída, a ferrovia terá cerca de 743 quilômetros de extensão, conectando Rondonópolis a Lucas do Rio Verde, passando por 16 municípios mato-grossenses e contando ainda com um ramal estratégico para Cuiabá.

O novo terminal ferroviário foi projetado para movimentar até 10 milhões de toneladas de grãos por ano, principalmente soja e milho. A estrutura definitiva deverá ser concluída no segundo semestre de 2026, ampliando significativamente a capacidade de escoamento da produção agrícola estadual.

A chegada dos trilhos a regiões mais próximas das áreas produtoras é uma reivindicação histórica do setor produtivo. Desde a implantação da Ferronorte em Rondonópolis, em 2013, produtores rurais, empresários e lideranças políticas defendiam a expansão da malha ferroviária para o médio-norte do Estado, reduzindo custos logísticos e aumentando a eficiência no transporte de cargas.

Além dos benefícios econômicos, o projeto também é apontado como importante aliado da sustentabilidade ambiental. Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o transporte ferroviário apresenta menores índices de emissão de carbono quando comparado ao modal rodoviário, contribuindo para uma logística mais limpa e eficiente.

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Na mesma linha, a vice-presidente da Rumo, Natália Marcassa, destaca que a expansão ferroviária fortalece a competitividade do agronegócio brasileiro e amplia a capacidade de conexão das cadeias produtivas aos mercados internacionais. Para ela, os trilhos representam uma solução de longo prazo que alia eficiência, segurança e redução das emissões de carbono.

A inauguração deste primeiro trecho simboliza o início de uma nova etapa para a infraestrutura de transportes de Mato Grosso, consolidando o Estado como um dos principais corredores logísticos do agronegócio nacional.

(Fotos Rumo Logística e reprodução Web)

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