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Saúde Pública

Mendes anuncia construção de três hospitais regionais em Tangará da Serra, Juína e no Araguaia

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O governador Mauro Mendes anunciou agora pela manhã três novos hospitais regionais serão implantados no estado, um deles em Tangará da Serra. A informação consta na conta do governador no Instagram.

Além de Tangará da Serra, o município de Juína receberá uma unidade hospitalar regional, além da região do Araguaia, todos a serem viabilizados com recursos do MT Mais. “Vamos construir três novos hospitais regionais (…) que irão beneficiar milhares de mato-grossenses que precisam de saúde pública. Estas regiões sofrem com vazios na assistência à saúde”, consta na mensagem postada pelo chefe do Executivo Estadual (Imagem do post ao final da matéria).

O vereador Rogério Silva, que compartilhou a mensagem do governador, mostrou entusiasmo com a informação. “Excelente notícia”, disse o edil, em sua página no Facebook. Silva é do Democratas (DEM), mesmo partido de Maro Mendes. “Uma promessa antiga, que vamos continuar cobrando para que realmente saia do papel”, completou.

Conversão

Em Tangará da Serra, a intenção do prefeito Vander Masson (PSDB) é converter o Hospital Municipal em Hospital Regional, mantido pelo estado. A intenção foi revelada ainda em dezembro por Vander, em entrevista coletiva concedida no dia 22 daquele mês.

Intenção do Executivo é converter o Hospital Municipal em unidade regional.

Masson considera a pré-disposição do governo estadual e vê o aproveitamento da atual estrutura do Hospital Municipal Arlete Daisy Cichetti de Brito como a solução mais ágil para dotar o município de uma unidade hospitalar regional, capaz de atendimentos de média e alta complexidades. “Vejo os benefícios que um hospital regional representaria para a população de Tangará da Serra e da região”, disse, afirmando que já iniciou conversações com o governador Mauro Mendes sobre a possibilidade.

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Sobre a área que já estaria reservada pelo município para a construção do Hospital Regional – junto à Avenida Ignácio Bittencourt, proximidades da rotatória do Cristo Redentor -, Vander não descarta a possibilidade, mas destaca que a construção de uma nova estrutura para abrigar um hospital regional poderia demorar anos. “Improvável, demandaria muito tempo. O Hospital Central de Mato Grosso, por exemplo, ficou com as obras paradas por mais de 30 anos”, ponderou.

Veja o post de Mauro Mendes no Instagram:

 

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Saúde Pública

Covid-19: Decreto estadual estabelece novas medidas restritivas e de prevenção em Mato Grosso

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O Governo de Mato Grosso editou decreto com novas medidas para prevenção e avanço do contágio da covid-19 no estado, tendo em vista o aumento da média móvel de casos, internações hospitalares e óbitos.

As novas regras, assinadas pelo governador Mauro Mendes (foto), deverão ser publicadas ainda nesta terça-feira (19.01) no Diário Oficial do Estado.

De acordo com o decreto, pelos próximos 45 dias fica proibida a realização de eventos sociais, festas, shows, atividades em casas noturnas e confraternizações com mais de 100 pessoas em espaços privados ou públicos, “inclusive o uso de logradouros públicos, onde haja aglomeração e consumo de bebidas alcoólicas”.

Já os eventos corporativos (organizados por instituições públicas ou privadas) devem respeitar as regras sanitárias e distanciamento social previstas no Decreto 522, de 12 de junho de 2020, a exemplo do distanciamento mínimo de 1,5m e uso de máscaras.

Quanto às atividades em bares, restaurantes e congêneres, está permitida a realização desde que com o máximo de 50% da capacidade do local, “tendo como base o metro quadrado e o espaçamento de 1,5m (um metro e meio) entre as mesas/assentos”.

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“Os prefeitos municipais deverão obrigatoriamente adotar as medidas estabelecidas neste Decreto ou outras mais restritivas, sob pena de responder pelas eventuais consequências de seus atos”, afirma trecho do decreto.

O documento autoriza as forças de Segurança do Estado de Mato Grosso a tomar todas as ações necessárias para fazer cumprir as novas medidas e, também, “possíveis normas municipais mais rígidas e/ou restritivas”.

Servidores

Ainda no decreto está previsto que, em casos excepcionais, poderá ser feito o regime de revezamento de trabalho aos servidores dos órgãos públicos estaduais (não se aplicando aos terceirizados).

O revezamento excepcional deve obedecer aos critérios de permanência mínima de dois terços do quantitativo de servidores em trabalho presencial, mediante escala de revezamento a ser estabelecida pela chefia imediata; e, também, a compatibilidade das atividades exercidas pelo servidor com o regime de teletrabalho, “ainda que estas sejam oriundas de unidade administrativa diversa daquela em que o servidor está lotado”.

“A autoridade máxima do órgão ou entidade estadual poderá promover ajustes quanto à aplicação das regras de revezamento presencial e teletrabalho, conforme suas respectivas necessidades, ou para fins de garantir a preservação do funcionamento dos serviços considerados essenciais e prioritários”, afirma o decreto.

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