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Infraestrutura & Logística

Hidrovia: Depois de Barranco Vermelho, SEMA-MT emite LP do Terminal Portuário de Paratudal

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Uma notícia altamente positiva para a logística da macrorregião Oeste-Sudoeste de Mato Grosso vem da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA-MT). A pasta estadual emitiu Licença Prévia (LP) para instalação do Terminal Portuário Paratudal, no rio Paraguai, próximo a Cáceres, na região do Pantanal mato-grossense.

A autorização, assinada em 16 de maio precisa ser aprovada pelo Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema), que colocou o processo na pauta da próxima reunião, marcada para 29 de junho.

Este é o segundo porto a ser autorizado pela Sema no tramo norte do rio Paraguai. Em fevereiro, a pasta autorizou a instalação do terminal conhecido como Barranco Vermelho, também em Cáceres. Os terminais servirão para escoar a produção de carne, milho, madeira, açúcar, algodão, soja e derivados pelo Rio Paraguai, com cargas oriundas de toda a parte oeste do estado. Também há previsão para transporte de fertilizantes e outros insumos da produção agrícola.

Além de Paratudal e do Terminal de Barranco Vermelho – ambos já com Licença Prévia – o tramo norte do rio Paraguai já conta com outro porto – o Terminal Portuário APH -, este pronto para operar. Somente Paratudal terá capacidade de movimentar 5 milhões de toneladas de grãos por ano, além de 3 milhões/ano de toneladas de fertilizantes e 250 mil toneladas/ano de contêineres e carga geral.

Além de grãos, hidrovia transportará fertilizantes, contêineres e carga geral.

 

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Segundo o economista ligado à Agenda Regional oeste (ARO), Silvio Tupinambá, que também é engenheiro civil, professor universitário e especialista em logística, a macrorregião oeste-sudoeste de Mato Grosso – vocacionada para soja, arroz, milho, carnes e madeira, além de cimento e derivados dos minérios de ferro e manganês – tem como polos as cidades de Cáceres (oeste) e Tangará da Serra (sudoeste). “Para esta porção territorial de Mato Grosso, a hidrovia representará um importante corredor de escoamento da produção, conectando os grandes mercados do exterior via Nueva Palmira, no Uruguai”, observa, acrescentando que, “de quebra, com a hidrovia, a região terá condições de estabelecer laços comerciais com os países vizinhos da América do Sul”.

O Terminal Paratudal, a ser construído na Fazenda Toledal, está sob responsabilidade da Companhia de Investimentos do Centro Oeste e de uma empresa do grupo aberta com o nome de “Terminal Portuário Paratudal Ltda”. O sócio majoritário é Luiz Alberto do Amaral Assy, empresário do ramo da navegação com negócios também no Pantanal de Mato Grosso do Sul.

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(Redação EB, com informações de MídiaJur)

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Infraestrutura & Logística

Governo publica edital para licitar pavimentação da MT-426, na região da Calcário, em Tangará

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O governo do Estado publicou no início deste mês de julho o edital de abertura de certame licitatório para obras de pavimentação da MT-426, na região da Calcário Tangará/São Jorge e Fazenda Netolândia, em Tangará da Serra.

O edital (RDC 059/2022) foi publicado com data de 01 de julho e prevê, em regime diferenciado, contratação de empresa de engenharia para execução dos serviços de implantação e pavimentação de 21,36 quilômetros da MT-426, desde a entrada da empresa Calcário Tangará até o entroncamento com a MT-358, proximidades da Serra dos Parecis, e, também, 17,24 quilômetros na MT-170, a partir da bifurcação com a 426, em direção ao distrito de São Jorge. Neste trecho, o projeto inclui a substituição da ponte de madeira existente sobre o rio Formoso, naquele distrito, por uma ponte de concreto. Extensão total, portanto, é de 38,60 quilômetros, com o governo estadual executando com a conclusão prevista até final de 2024, sem necessidade de parceria com associação de produtores.  (Veja, na imagem abaixo, trajeto a ser pavimentado)

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O projeto, no entanto, foi custeado com recursos privados de R$ 381 mil, através da Associação dos Produtores da MT-426/170, com aprovação pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra-MT) em março deste ano.

Região produtora

Um dos articuladores das obras que serão licitadas é Edilson Sampaio, que coordena as obras de pavimentação da MT-339, como superintendente da Associação dos Produtores das Rodovias MT-480 e MT-339. Ele, que foi informado da licitação durante uma visita à Sinfra-MT na semana passada, destaca a importância da pavimentação daquela rodovia, que atende a uma região que responde por importantes atividades econômicas – como produção de calcário e pecuária. “É preciso enaltecer a proatividade do governo do Estado, que dará uma solução definitiva para um problema que se arrasta a décadas. A pavimentação vai impulsionar a economia daquela região, que sempre contribuiu em alta conta para o município e ao próprio estado”, disse.

Segundo estimativas da associação dos produtores da localidade, somente em calcário a região produziu em 2021 um total de 1,18 milhão de toneladas, o que representou cerca de 40 mil viagens de caminhões carregados, cada um, com uma média de com 30 toneladas de carga do insumo.

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Há, também, uma intensa movimentação de gado de corte na região, advinda de um grande confinamento. Segundo informações repassadas por produtores da região, a pecuária de corte movimentou, por sua vez, cerca de 15 mil cargas vivas em 2021.

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