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Errata de publicação coloca Tangará da Serra entre os municípios com menor endividamento

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No início de janeiro, uma matéria publicada pelo site Brasil 61 sobre levantamento apontava Tangará da Serra entre os 100 municípios mais endividados do país. Um mês depois – nesta sexta-feira – o site divulgou errata com a mesma lista dos municípios que antes seriam os mais endividados numa condição contrária, com menor índice de endividamento.

Segundo a errata do Brasil 61, levantamento divulgado pelo CLP revela que, em 2025, dos 100 municípios menos endividados do Brasil, a maioria (51) está localizada na Região Sudeste. Em seguida aparece o Sul, com 22 cidades nessa condição. Na sequência vêm o Centro-Oeste e o Norte, com 14 e 7 municípios, respectivamente, seguidos pelo Nordeste, com 6.

O ranking é liderado por Seropédica (RJ). Santa Luzia (MG) ocupa a segunda posição entre as cidades com menor índice de endividamento do país, seguida por Saquarema (RJ). Completam as cinco primeiras colocações Santana de Parnaíba (SP) e Macaé (RJ), em quarto e quinto lugares, respectivamente.

Tangará da Serra figura na 12ª colocação entre os de menor índice de endividamento em todo o país.

Correção

Anteriormente, o Brasil 61 havia informado que o ranking se referia aos municípios mais endividados. O link da matéria foi excluído pelo Brasil 61. A divulgação foi repercutida pelo Enfoque Business e imediatamente contestada pela prefeitura de Tangará da Serra, através do gabinete do Executivo e da Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan).

O equívoco ocorreu devido a uma interpretação incorreta da metodologia do estudo, que apresenta os resultados em uma ordem que pode gerar confusão, já que a conclusão deve ser feita no sentido inverso.

De acordo com o relatório, os dados foram normalizados em uma escala de 0 a 100, sempre obedecendo ao critério de que quanto mais próximo de 100, melhor o desempenho.

Na sequência, a lista dos 20 municípios menos endividados do país, segundo o CLP:

– Seropédica (RJ)

– Santa Luzia (MG)

– Saquarema (RJ)

– Santana de Parnaíba (SP)

– Macaé (RJ)

– Niterói (RJ)

– Maricá (RJ)

– Goiana (PE)

– Curvelo (MG)

– Indaiatuba (SP)

– Vitória (ES)

Tangará da Serra (MT)

– Nova Lima (MG)

– Itaboraí (RJ)

– Itaperuna (RJ)

– Águas Lindas de Goiás (GO)

– Pouso Alegre (MG)

– Aracruz (ES)

– Coronel Fabriciano (MG)

– Canaã dos Carajás (PA)

O estudo integra a sexta edição do Ranking de Competitividade dos Municípios, que avaliou 418 cidades brasileiras — o equivalente a 7,5% do total de municípios do país.

(Redação EB, com informações de Brasil 61)

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PJC cumpre mandados para apurar esquema de corrupção em hospital de Campo Novo

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Investigações iniciaram após denúncia de oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI ligada ao atendimento prestado pela unidade hospitalar

A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (26) a Operação Silêncio Comprado para cumprir 20 ordens judiciais relacionadas a um suposto esquema de corrupção envolvendo a gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, em Campo Novo do Parecis.

As medidas, expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo de Tangará da Serra, incluem mandados de busca e apreensão, sequestro de bens, bloqueio de valores, medidas cautelares diversas da prisão e quebras de sigilo telefônico e telemático.

Os mandados são cumpridos em Campo Novo do Parecis, Arenápolis e nas cidades paulistas de Barueri e Cotia. O objetivo é reunir provas, dimensionar a extensão dos fatos investigados e preservar recursos públicos.

As investigações são conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) e apuram suposta tentativa de interferência nos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) nº 01/2025, instaurada para investigar possíveis irregularidades na gestão do Hospital Municipal Euclides Horst.

Segundo a Polícia Civil, a investigação teve início após denúncia encaminhada pelo Ministério Público sobre suposta oferta de vantagem indevida para influenciar integrantes da CPI, além de indícios de irregularidades na execução de contratos de gestão da unidade hospitalar.

Entre os fatos apurados estão suspeitas de pagamentos por serviços não prestados, emissão de notas fiscais fraudulentas ou ideologicamente falsas, movimentação irregular de recursos públicos e possível desvio de valores ligados à administração do hospital.

De acordo com a Deccor, os elementos reunidos até o momento apontam, em tese, para a prática de crimes contra a administração pública, especialmente corrupção ativa, sem prejuízo da apuração de outros delitos no decorrer das investigações.

A operação contou com apoio da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), das delegacias de Arenápolis e Campo Novo do Parecis, além da Polícia Civil de São Paulo.

O nome da operação, Silêncio Comprado, faz referência à denúncia de suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, fato que originou a investigação.

A ação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para 2026, por meio da Operação Pharus, voltada ao combate de grupos criminosos no estado.

(Assessoria PJC-MT)

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