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Em busca de protagonismo no MT, legenda ‘Brasil 35’ oficializa diretório em Tangará da Serra

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O partido ‘Brasil 35’ oficializou o seu diretório municipal em Tangará da Serra. O anúncio da composição local da nova legenda ocorreu na tarde do último sábado, na Chácara Iracema, no Jardim Rio Preto, e contou com a presença do seu presidente estadual, Jorge Yoshiaki Yenai, e do secretário-geral Geovani Venâncio da Silva.

A reunião contou com participações de representantes da comunidade em geral, empresários e profissionais dos mais variados segmentos, membros da imprensa e outros setores. Os vereadores Ademir Anibale e Eduardo Sanches também prestigiaram o evento político.

Presidente local do Brasil 35, Delsimary Teixeira de Souza: “Partido veio para revolucionar”.

Os trabalhos foram conduzidos por Yenai e Geovani e pelos membros do diretório local – presidente Delsimary Teixeira de Souza, 1º vice-presidente Alfredo Acácio Nuernberg e 1º tesoureiro José Osmar Vicente.

A legenda, cuja nomenclatura substitui a antiga denominação do Partido da Mulher Brasileira (PMB), busca um lugar ao sol no ambiente político de Mato Grosso e do Brasil. O presidente estadual – Ex-deputado estadual e primeiro suplente do senador Wellington Fagundes (PL), o médico Jorge Yenai – tem base em Sinop e assumiu a presidência do diretório estadual em maio desse ano.

No encontro, Yenai deixou claro que a agremiação trabalhará para ser protagonista no cenário estadual já em 2022, com a construção de chapas para Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa. O próprio Yenai cogita disputar uma vaga ao Senado no ano que vem.

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Para a disputa pelo governo, o partido buscará uma composição com siglas com os quais tenha afinidade ideológica, não descartando, porém, uma candidatura direta ao Paiaguás.

Presidente estadual, Jorge Yenai: “Agremiação trabalha para ser protagonista no cenário estadual já em 2022”.

O protagonismo da legenda deverá vir com a possível filiação do presidente Jair Bolsonaro e a migração de boa parte das lideranças bolsonaristas em todos os estados brasileiros. Em Mato Grosso, O Brasil 35 tem o fortalecimento como meta, através de filiações de lideranças e de populares em grande número. “Queremos um Brasil diferente, livre da corrupção e com fortalecimento da família. Para isso, precisamos trabalhar, ainda que seja sábado, domingo ou feriado, como estamos fazendo hoje”, disse o dirigente partidário.

Alfredo Nuernberg destacou a importância do fortalecimento das bases da legenda e da defesa do Agro.

A presidente do diretório local Delsimary Teixeira de Souza, por sua vez, destacou o desafio de estar à frente da agremiação no município, especialmente em razão de o Brasil 35 trabalhar para ser um partido diferenciado. “Esse partido veio para revolucionar e logo poderemos contar com muitos filiados e com muita força para fazer esta revolução. Esse partido vai crescer e precisaremos manter o foco para exercer nosso papel na política”, declarou.

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Já o 1º vice-presidente do diretório, Alfredo Nuernberg, destacou a importância do fortalecimento das bases da legenda e da defesa do Agro, que apontou ser a “galinha dos ovos de ouro” do país. “Vamos assumir o protagonismo político em nossas bases. O Brasil 35 terá em Tangará da Serra um time que jogará em defesa do direito de propriedade, da família, do conservadorismo, dos valores cristãos (…) Devemos defender o Agro, a nossa “galinha dos ovos de ouro”, que por graça divina nos foi dada ao Brasil”, colocou.

Composição do Diretório

Presidente: Delsimary Teixeira de Souza

1º Vice-Presidente: Alfredo Acácio Nuernberg

2º Vice-Presidente: Selton José Vieira

3º Vice-Presidente: Cássio Lorenzetti

Secretário-Geral: Aparecida Maria Vieira

1º Vice-Secretário: Brígida Maria

2º Vice-Presidente: Makisuell Teixeira Moreira de Souza

Tesoureiro Geral: Amilton Wiederkehr

1º Tesoureiro: José Osmar Jorge Vicente

2º Tesoureiro: Jair Wiederkehr

Comissão Executiva: Wellington Formigoni (1º Membro), Ivanei Ferreira Coutinho (2º Membro).

Suplentes da Comissão Executiva: 1º Suplente: Sebastião Guedes Maciel; 2º Suplente: Maria de Lourdes Fernandes Blanco; 3º Suplente: Macleibert Luiz Formigoni.

Vogal: Elis Regina Bedin.

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Chico Guarnieri pede CPI para investigar repasse federal de R$ 20 mi de Fagundes ao TCE-MT

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Durante pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta terça-feira (17), o deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB) anunciou o pedido de instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o repasse de R$ 20 milhões destinados ao Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso por meio de emenda parlamentar do senador Wellington Fagundes (PL).

Na tribuna, o parlamentar afirmou que a atuação recente do presidente do TCE-MT, Sérgio Ricardo, em fiscalizações de obras de infraestrutura no estado, estaria sendo utilizada como instrumento de projeção política. Segundo Guarnieri, as ações extrapolam o papel institucional da Corte de Contas e teriam relação com o cenário eleitoral de 2026.

“O povo de Mato Grosso merece saber como e por que um órgão que já possui um orçamento bilionário recebeu mais R$ 20 milhões em recursos federais. É nosso dever fiscalizar quem também fiscaliza”, declarou.

Na avaliação de Chico Guarnieri, a sociedade mato-grossense tem o direito de compreender por que a atuação midiática do presidente do TCE ganhou força justamente em um ano eleitoral. O parlamentar argumenta que Sérgio Ricardo integra o Tribunal desde 2012 e ocupa sua presidência desde 2024, mas somente agora passou a protagonizar fiscalizações amplamente divulgadas e acompanhadas por forte exposição pública.

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“Sérgio Ricardo diz que está cumprindo o dever dele de fiscalizar, mas escolheu fazer esse teatro de vistorias agressivas bem no ano eleitoral! Por que ele não fez esse escândalo todo nos dois primeiros anos como presidente?”, questionou na tribuna.

Para o deputado, é necessário esclarecer se esse protagonismo recente possui alguma relação com os R$ 20 milhões destinados ao órgão por meio de emenda parlamentar. Guarnieri sustenta que cabe ao conselheiro explicar à população os motivos desse “despertar fiscalizatório” tardio e demonstrar que as ações desenvolvidas não estão vinculadas a interesses políticos ou eleitorais. Segundo ele, a transparência exige que o Tribunal esclareça não apenas a aplicação dos recursos recebidos, mas também as razões que levaram à adoção dessa postura mais ostensiva justamente neste momento.

Exposição midiática: Para deputado, atuação recente de Sérgio Ricardo em fiscalizações estaria sendo utilizada como instrumento de projeção política.

Durante o discurso, o deputado questionou o volume de recursos destinados ao TCE-MT e comparou o orçamento da instituição ao de outros tribunais de contas do país. Segundo ele, o órgão mato-grossense possui um dos maiores custos proporcionais do Brasil e já dispõe de estrutura suficiente para desempenhar suas funções constitucionais.

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Guarnieri também criticou o aumento das despesas com publicidade institucional do Tribunal. De acordo com o parlamentar, os gastos teriam saltado de R$ 6,65 milhões para R$ 22,65 milhões em 2025. Para ele, é necessário esclarecer se os recursos recebidos por meio da emenda parlamentar tiveram influência indireta na ampliação dessas despesas.

O deputado afirmou ainda que pretende investigar a destinação dos recursos indicados pelo senador Wellington Fagundes, oficialmente destinados a ações de informática e segurança da informação. Segundo ele, a CPI deverá apurar todo o percurso financeiro e administrativo da verba, além de convocar responsáveis para prestar esclarecimentos.

Ao anunciar a iniciativa, Guarnieri defendeu que a fiscalização deve alcançar todos os poderes e instituições públicas.

“A fiscalização não pode ser de mão única. Se prefeitos, secretários e o próprio Governo do Estado são submetidos ao escrutínio público, o Tribunal de Contas também deve prestar contas à sociedade com a mesma transparência”, afirmou.

O parlamentar encerrou o pronunciamento defendendo que a comissão investigue detalhadamente a aplicação dos recursos e as circunstâncias que levaram ao repasse, sustentando que a população tem o direito de conhecer os resultados concretos produzidos pelo investimento.

Segundo Guarnieri, a proposta de CPI será apresentada aos demais deputados estaduais para coleta das assinaturas necessárias à sua instauração.

(Assessoria)

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