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CTG Aliança da Serra promove 1º Baile da Colheita, com Tchê Gaitaço, neste sábado

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O CTG Aliança da Serra promove neste sábado, a partir das 21h00, a primeira edição do “Baile da Colheita”. A animação ficará por conta do grupo Tchê Gaitaço e as mesas/ingressos podem ser adquiridos no próprio clube, na Avenida Virgílio Favetti, ou pelos telefones (65) 99909-4255 e 99921-3982.

O baile celebra a colheita da safra e a cultura local, com música típica gaúcha e porções de iguarias tradicionais da culinária sulista.

Animação do Baile da Colheita será do grupo Tchê Gaitaço.

Segundo a patroa do CTG, Patrícia Pagno Müller Geraldo, a expectativa é de uma noite muito animada. “A resposta da comunidade aos eventos do CTG Aliança da Serra sempre é positiva e esperamos um baile maravilhoso nesta primeira edição do Baile da Colheita”, afirma Patrícia, que está à frente de uma diretoria exclusivamente formada por mulheres.

Patrícia Pagno Müller Geraldo está à frente da patronagem do CTG Aliança da Serra: “Expectativa de um baile maravilhoso”.

O Grupo Tchê Gaitaço tem origem na cidade de Quaraí, no Rio Grande do Sul, na fronteira oeste do estado. A forte presença de famílias gaúchas e do Sul do Brasil em Mato Grosso fez com que o Tchê Gaitaço se aproximasse do estado, com inúmeras apresentações que lhe renderam prestígio e admiração pelo talento demonstrado e, também, a boa estrutura e o zelo contratual.

Leia mais:  Diagnóstico Situacional e Social terá nesta terça última oficina antes dos trabalhos de campo

#ctg aliança da serra; #baile da colheita; #tchê gaitaço

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Diagnóstico Situacional e Social terá nesta terça última oficina antes dos trabalhos de campo

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Os trabalhos voltados ao Diagnóstico Situacional e Social de Tangará da Serra terão nesta terça-feira (14) a quinta e última oficina antes do início da etapa de campo. A atividade será realizada ao longo de todo o dia, das 8h às 17h, com intervalo para almoço, no auditório da Delegacia Regional de Educação de Mato Grosso (DRE), na região central da cidade.

A iniciativa – que reúne os vários setores do poder público e da sociedade civil organizada – tem como objetivo levantar dados e evidências sobre a realidade dos segmentos mais vulneráveis da população, subsidiando a formulação de políticas públicas. Entre os públicos analisados estão crianças e adolescentes — incluindo o enfrentamento ao trabalho infantil —, meninas e mulheres em situação de risco, pessoas idosas, pessoas com deficiência e população em situação de rua.

Os trabalhos, com o tema “Do Diagnóstico à Ação: A necessidade de intervenções integradas”, são conduzidos pela equipe técnica da Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão do Norte de Mato Grosso (FAEPEN), entidade vinculada à Universidade do Estado de Mato Grosso, campus de Sinop.

A oficina desta terça-feira terá como temática “Ferramentas Técnicas Aplicadas”, com conteúdo voltado à elaboração de diagnóstico social simplificado, construção de planos de ação orientados por evidências, além de monitoramento, avaliação e produção de pareceres e relatórios técnicos.

Leia mais:  Diagnóstico Situacional e Social terá nesta terça última oficina antes dos trabalhos de campo

Com a conclusão desta etapa, a equipe passará a se dedicar exclusivamente aos trabalhos de campo, que envolvem coleta de dados e levantamento detalhado das demandas e condições dos públicos atendidos.

Etapas anteriores

As quatro oficinas anteriores abordaram os seguintes temas: Vulnerabilidade Social e Desigualdades (15/12/2025), Dignidade da Pessoa Humana e Constituição Federal (10/02/2026), Indicadores Sociais e Diagnóstico para Políticas Públicas (10/03/2026) e Políticas Públicas e Controle Social (24/03/2026). Os dois últimos módulos, somados à oficina desta terça-feira, compõem a terceira fase do projeto.

Raimundo Nonato: “Paralelamente às oficinas, estamos atuando junto às instituições e delineando as evidências. A partir de agora, é ir a campo”.

Segundo o responsável técnico da equipe, Raimundo Nonato da Cunha França, a etapa metodológica está próxima da conclusão. “Paralelamente às oficinas, estamos atuando junto às instituições e delineando as evidências. A partir de agora, é ir a campo, e teremos uma etapa intensa de trabalho”, afirmou.

Execução e equipe

O estudo foi contratado pela Secretaria Municipal de Assistência Social, com apoio do Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres (GPPM) e anuência dos conselhos municipais. A coordenação está sob responsabilidade de Aparecida de Fátima Alves de Lima, tendo como responsável técnico o professor Raimundo Nonato da Cunha França.

Leia mais:  Diagnóstico Situacional e Social terá nesta terça última oficina antes dos trabalhos de campo

A equipe conta ainda com os especialistas Cláudia Pezzini, Carolina Tito Camarço e Josué Souza Gleriano.

Escopo e investimento

O levantamento abrange a análise das condições de vida de pessoas idosas, pessoas com deficiência, população em situação de rua, crianças e adolescentes e questões relacionadas à realidade de gênero.

Para a secretária municipal de Assistência Social, Márcia Kiss, a base técnica é essencial para a definição de políticas públicas. “O diagnóstico permite superar a tomada de decisão baseada em suposições e direciona os investimentos para onde há maior necessidade”, destacou.

O projeto conta com investimento de R$ 385 mil, com recursos dos fundos municipais do Idoso (FUMID), da Criança e do Adolescente, além de aporte da Secretaria Municipal de Assistência Social e apoio do Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres (GPPM). A execução está prevista para um período de 15 meses.

O que é o Diagnóstico Situacional

O Diagnóstico Situacional e Social é um instrumento de pesquisa que analisa de forma aprofundada a realidade de um território, reunindo dados sobre condições de vida, vulnerabilidades, potencialidades e demandas sociais.

A proposta é produzir um retrato detalhado — com informações demográficas, econômicas, culturais, ambientais e epidemiológicas — capaz de orientar ações e políticas públicas mais eficazes, com base em evidências. As próximas etapas incluem a identificação de necessidades prioritárias e o mapeamento de potencialidades e recursos existentes na comunidade.

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