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Ativo do crime: Uso de drones amplia capacidade estratégica de ações criminosas

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O uso de drones por organizações criminosas tem se tornado um recurso cada vez mais frequente em ações ilícitas. Traficantes e assaltantes passaram a empregar o equipamento como ativo estratégico e logístico, principalmente para monitoramento de áreas, vigilância de rotas, planejamento de ações ilícitas e acompanhamento de movimentações policiais.

Drone (alto da foto) apreendido em Tangará da Serra em operação policial contra o tráfico.

Em Tangará da Serra, as polícias Civil e Militar realizaram, esse ano, ao menos duas prisões com apreensão de drones. Numa delas, em 19 de janeiro, um traficante foi preso pela Polícia Civil no Jardim Presidente. Na residência do alvo, os agentes apreenderam, além de drogas, um drone, supostamente utilizado para monitorar a aproximação policial ou auxiliar na logística das atividades ilícitas.

O outro caso de apreensão de drones com organizações criminosas aconteceu nessa quarta-feira de Cinzas (18), pela Polícia Militar, no atendimento a uma ocorrência de assalto no Jardim Universitário.

Leia mais:  PJC investiga morte de universitária em Tangará; furto de módulos rende prisões

Ativo do crime

No contexto de aparato tecnológico ou instrumental, um drone pode ser considerado um ativo do crime.

De fácil aquisição e operação, os drones permitem aos criminosos observar bairros, acessos urbanos e pontos de interesse em tempo real, reduzindo riscos durante ataques, fugas e transporte de drogas e outras serventias ilícitas. Em alguns casos, os equipamentos são utilizados para reconhecimento prévio de alvos, comoresidências e estabelecimentos comerciais e empresas em geral.

Drones são usados para vigiar áreas, acompanhar patrulhas policiais e planejar ações criminosas.

As forças de segurança reconhecem que o emprego dessa tecnologia representa uma sofisticação das práticas criminosas e exige resposta igualmente tecnológica por parte do Estado, com investimento em inteligência, sistemas de detecção e integração de informações.

A apreensão de drones em operações policiais tem sido considerada indicativo relevante de organização e planejamento nas ações ilícitas, reforçando o papel do equipamento como ferramenta de apoio ao crime organizado.

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Preso pela PJC, suspeito de matar estudante universitária agiu por vingança

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O suspeito de assassinar a estudante universitária Valéria Correia Araújo, de 28 anos, foi identificado e preso pela Polícia Judiciária Civil na tarde desta sexta-feira, em Tangará da Serra. O homem, de 20 anos, foi localizado no Residencial Dona Júlia durante ação conjunta das delegacias Regional, Especializada de Defesa da Mulher, de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e de Roubos e Furtos (DERF), coordenada pelo delegado Gustavo Espíndula de Souza.

Valéria tinha 28 anos e estudava Direito.

Em entrevista coletiva, o delegado informou que o suspeito confessou o crime e afirmou ter agido por vingança após um desentendimento ocorrido dias antes. Segundo a investigação, ele e Valéria haviam se relacionado algumas vezes e, no último encontro, houve uma discussão, ocasião em que a jovem o expulsou da residência.

Conforme o relato do investigado, ele decidiu retornar ao imóvel na manhã da última quarta-feira (06), quando invadiu a quitinete da vítima e a matou com cerca de 30 golpes de faca, a maioria na região do pescoço.

Leia mais:  PM tira torturadores de circulação; traficante é preso com ecstasy, maconha e cocaína

O autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro. Ele tem antecedentes por roubo e chegou a ser detido para internação quando adolescente.

Autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro.

Valéria foi encontrada morta por um amigo da família, acionado após parentes — residentes em Minas Gerais — perderem contato com a jovem. A universitária estava com braços e pernas amarrados, o rosto coberto e apresentava sinais de violência sexual, conforme apurado pela investigação.

A vítima cursava Direito e deixa uma filha de 10 anos, que vive com o pai em Minas Gerais. Uma irmã de Valéria esteve em Tangará da Serra para realizar os procedimentos de reconhecimento e providenciar o translado do corpo para o estado de origem da família.

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