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Polícia Militar prende seis por assalto a residência; bando usava drone como apoio

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A Polícia Militar desarticulou mais um grupo criminoso envolvido em roubos a residências em Tangará da Serra. A ação ocorreu na manhã desta quarta-feira de Cinzas (18), na Avenida Virgílio Favetti, no bairro Parque Universitário.

A guarnição foi acionada via Centro de Operações da Polícia Militar (Copom/190) para atender uma ocorrência de roubo a residência. Três suspeitos invadiram o imóvel durante a madrugada e, armados, mantiveram uma família sob ameaça por várias horas. As vítimas foram obrigadas a realizar transferências via Pix e a entregar joias, celulares e outros objetos de valor.

Cerco e prisões

Durante as diligências, os policiais realizaram cerco e, com apoio de informações repassadas por moradores e imagens de câmeras de monitoramento, identificaram um veículo VW Gol, de cor prata, utilizado na fuga. Um dos suspeitos foi localizado no bairro Bela Vista, o que levou, na sequência, à detenção de três indivíduos, que confessaram participação no crime.

As investigações prosseguiram e conduziram a equipe policial até uma oficina, onde foram localizados mais três envolvidos. No local, houve apreensão de um revólver, entorpecentes e materiais relacionados ao tráfico de drogas. Em outro endereço, os policiais localizaram uma segunda arma de fogo.

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Ao todo, seis pessoas foram presas e encaminhadas ao Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc). Foi apurado que três dos detidos participaram diretamente da invasão da residência. Um quarto suspeito atuou no transporte e na fuga do grupo, além de manter a posse das joias subtraídas, de um revólver calibre 32 e de drogas. Outros dois envolvidos ficaram responsáveis por ocultar uma segunda arma, um revólver calibre 38.

Drone de apoio

Durante a ação, a Polícia Militar realizou uma apreensão considerada expressiva (foto acima), incluindo dois veículos VW Gol, uma motocicleta Dafra, dois revólveres calibres 32 e 38, munições, drogas (cocaína, maconha e lança-perfume), uma balança de precisão, nove aparelhos celulares, dinheiro em espécie (R$ 960), joias e um relógio, produtos do roubo.

Também foi apreendido um drone, equipamento que indica um grau mais sofisticado de atuação criminosa. Segundo a polícia, o aparelho era utilizado para monitoramento e apoio logístico durante as ações ilícitas.

O grupo deverá responder pelos crimes de roubo, sequestro e cárcere privado, tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo.

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Preso pela PJC, suspeito de matar estudante universitária agiu por vingança

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O suspeito de assassinar a estudante universitária Valéria Correia Araújo, de 28 anos, foi identificado e preso pela Polícia Judiciária Civil na tarde desta sexta-feira, em Tangará da Serra. O homem, de 20 anos, foi localizado no Residencial Dona Júlia durante ação conjunta das delegacias Regional, Especializada de Defesa da Mulher, de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e de Roubos e Furtos (DERF), coordenada pelo delegado Gustavo Espíndula de Souza.

Valéria tinha 28 anos e estudava Direito.

Em entrevista coletiva, o delegado informou que o suspeito confessou o crime e afirmou ter agido por vingança após um desentendimento ocorrido dias antes. Segundo a investigação, ele e Valéria haviam se relacionado algumas vezes e, no último encontro, houve uma discussão, ocasião em que a jovem o expulsou da residência.

Conforme o relato do investigado, ele decidiu retornar ao imóvel na manhã da última quarta-feira (06), quando invadiu a quitinete da vítima e a matou com cerca de 30 golpes de faca, a maioria na região do pescoço.

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O autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro. Ele tem antecedentes por roubo e chegou a ser detido para internação quando adolescente.

Autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro.

Valéria foi encontrada morta por um amigo da família, acionado após parentes — residentes em Minas Gerais — perderem contato com a jovem. A universitária estava com braços e pernas amarrados, o rosto coberto e apresentava sinais de violência sexual, conforme apurado pela investigação.

A vítima cursava Direito e deixa uma filha de 10 anos, que vive com o pai em Minas Gerais. Uma irmã de Valéria esteve em Tangará da Serra para realizar os procedimentos de reconhecimento e providenciar o translado do corpo para o estado de origem da família.

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