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Infraestrutura & Logística

ALMT aprova estadualização da MT-247, entre Barra do Bugres e Lambari D’Oeste

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Trecho é uma importante rota para o escoamento da produção agrícola regional estado, sendo mais uma opção de trajeto até Cáceres. Estadualização da rodovia – que levará o nome de Marcelo Sansão – tem coautoria de Chico Guarnieri.

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso aprovou, em primeira votação, o Projeto de Lei nº 310/2025, que prevê a estadualização da estrada vicinal que interliga as rodovias MT-343, MT-247 e MT-246/339, passando pelos municípios de Cáceres, Lambari D’Oeste e Barra do Bugres. A proposta é de coautoria do deputado estadual Chico Guarnieri (PRD) e tem Dr João (MDB) como autor. A ligação até Lambari D’)este é de aproximadamente 97 quilômetros, até a MT-170.

Trajeto da MT-247, entre Barra do Bugres e Lambari D’Oeste. (Imagem: Google Earth)

O trecho, com extensão de 123,44 quilômetros, é considerado estratégico para a região, pois serve ao escoamento da produção agrícola e ao transporte escolar. Atualmente, a manutenção da via é responsabilidade dos municípios, mas, segundo Chico Guarnieri, as prefeituras enfrentam dificuldades financeiras para arcar com custos tão elevados.

O parlamentar defende que a estadualização é fundamental para garantir a trafegabilidade e a segurança da estrada, que é uma importante rota logística da região.

“Essa é uma via vital para a economia e para a população da região. Com a estadualização, teremos mais condições de garantir uma manutenção adequada e permanente”, destacou Guarnieri, sobre o projeto aprovado na sessão dessa quarta-feira (13.08).

Reuniões

Essa demanda vem sendo acompanhada pelo parlamentar desde o início do seu mandato. Em março, Chico Guarnieri recebeu representantes da Associação Intermunicipal dos Beneficiários da Integração Logística Oeste-Sudoeste e garantiu comprometimento com a pauta.

Chico Guarnieri foi um dos proponentes da estadualização da MT-247. Rodovia levará o nome de Marcelo Sansão.

Em maio, o deputado estadual liderou uma comitiva que foi até a prefeitura de Cáceres para apresentar o projeto de estadualização e defendeu que essa medida é importante para a redução dos custos de manutenção para as prefeituras e melhorando o escoamento da produção agrícola, pecuária e de calcário, setores essenciais para a economia local.

Já no final de junho, Chico Guarnieri levou uma outra comitiva, formada por parlamentares e representantes da Secretaria de Estado de Infraestrutura de Mato Grosso (Sinfra) para uma visita a municípios da região do médio-norte e teve um encontro com representantes da Associação. Na oportunidade, o parlamentar reforçou aos representantes do governo estadual, a necessidade dessa estadualização.

Homenagem

O projeto de Lei que nomeia como Marcelo Sansão a rodovia MT-247 foi aprovado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Proposto pelo deputado estadual Chico Guarnieri, o projeto segue agora para sanção do governo do Estado.

Marcelo era filho de Alessio Sansão e Zuleide Grandi Laurenti Sansão, família que contribuiu para o crescimento de Barra do Bugres e região. “A família Sansão veio para Mato Grosso em agosto de 1969 e desde então contribui ativamente para o desenvolvimento do nosso Estado. Assim como seus familiares, Marcelo, mesmo ainda jovem e diante de todas as adversidades, trabalhou, estudou e se dedicou muito aos negócios familiares”, disse o deputado sobre seu projeto aprovado na quarta-feira (13.08).

Marcelo faleceu em 08 de setembro de 2015, vítima de uma doença autoimune crônica (artrite reumatoide juvenil). Desde seus 9 anos de idade lutou pela vida, mas infelizmente aos 22 anos de idade não resistiu.

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Infraestrutura & Logística

Aeroporto de Tangará da Serra integra pacote ligado à concessão do aeroporto de Brasília

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O leilão que definirá a gestão do Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília, terá reflexo direto em Tangará da Serra. A empresa vencedora da concessão do terminal da capital federal deverá assumir também a gestão de dez aeroportos regionais de pequeno porte, três deles em Mato Grosso.

A medida é uma estratégia do governo federal, usando um grande aeroporto rentável como “âncora” para viabilizar investimentos em aeroportos menores, dentro da mesma concessão.

Entre os terminais incluídos no pacote do leilão em Brasília está o aeroporto regional de Tangará da Serra. Também integram a lista os aeroportos de Juína e de Cáceres, igualmente em território mato-grossense.

Além desses, estão previstos aeroportos regionais em Mato Grosso do Sul — Bonito, Dourados e Três Lagoas —, dois em Goiás — São Miguel do Araguaia e Alto Paraíso —, além de Ponta Grossa, no Paraná, e Barreiras, na Bahia. Todos os terminais passaram por inspeção prévia da atual concessionária do aeroporto de Brasília, a Inframérica.

Os investimentos estimados somam cerca de R$ 500 milhões para adequar os aeroportos às operações de aeronaves e ao atendimento de passageiros.

Benefícios

Para uma cidade polo como Tangará da Serra, um aeroporto regional não é apenas uma obra de transporte. Ele funciona como infraestrutura estratégica de integração econômica, reduzindo distâncias e ampliando a capacidade de atração de negócios, fortalecendo o papel de polo regional de Tangará da Serra.

A região é fortemente baseada no agronegócio. Nesse contexto, um aeroporto regional facilita deslocamento de técnicos e executivos de empresas do setor, facilita a chegada de investidores e compradores, além de proporcionar operações corporativas rápidas.

Modelo

A gestão do Aeroporto Internacional de Brasília deverá ir a leilão no segundo semestre deste ano, após a atual concessionária, Inframérica, registrar prejuízos acumulados ao longo de anos de operação.

Os valores mínimos da concessão ainda não foram divulgados. O processo, no entanto, deverá seguir modelo semelhante ao adotado na relicitação do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, que estabeleceu pagamento inicial de R$ 982 milhões pela outorga, além de repasse de 20% do faturamento anual e cumprimento de cronograma de investimentos em melhorias estruturais.

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