TANGARÁ DA SERRA
Pesquisar
Close this search box.

Política & Políticos

Em comitiva estadual, Chico Guarnieri percorre Médio-Norte com pacote de investimentos

Publicado em

Uma comitiva liderada pelo governador Mauro Mendes, pelo vice-governador Otaviano Pivetta e pelo deputado estadual Chico Guarnieri cumpriu agenda oficial na região Médio-Norte nos dias 5 e 6 de março. O roteiro cobriu 11 municípios: Nova Maringá, São José do Rio Claro, Tapurah, Itanhangá, Ipiranga do Norte, Sorriso, Santa Carmem, Vera, Feliz Natal, Nova Ubiratã e Sapezal.

O cronograma inclui entregas e ordens de serviço em infraestrutura, educação, habitação e agricultura familiar. Em Nova Maringá, primeiro destino da agenda, foi inaugurado o Residencial Mario Duilio Henri. O município também recebeu autorizações para pavimentação em trechos das rodovias MT-242, MT-488 e MT-160, além de novos equipamentos para a agricultura familiar e adesões ao programa SER Família.

Para Chico Guarnieri, o volume de anúncios demonstra uma política de descentralização dos investimentos. “Estamos falando de obras estruturantes que mudam a realidade dos municípios, fortalecem a economia local e garantem mais qualidade de vida para a população”, pontuou.

As ações previstas para os demais municípios da rota contemplam:

  • Infraestrutura: Lançamento de obras em rodovias estaduais, incluindo as MT-222, MT-130, MT-140 e MT-183.
  • Educação: Inauguração de unidades escolares e autorizações para a construção de novas creches e centros de educação infantil.
  • Habitação: Concessão de subsídios pelo programa SER Família Habitação, com foco em Tapurah, Sorriso, Nova Ubiratã e Sapezal.
  • Saúde: Autorizações para construção de unidades hospitalares.
Leia mais:  Taques critica STF, fala em “bandalheira” na corte e questiona relação com Senado

Chico Guarnieri ressaltou, ainda, que a descentralização dos recursos visa fortalecer a economia local e atender demandas específicas levantadas junto às gestões municipais. A agenda oficial encerrou ontem, sexta-feira (6), em Sapezal.

Comentários Facebook
Advertisement

Política & Políticos

Taques critica STF, fala em “bandalheira” na corte e questiona relação com Senado

Published

on

Candidato ao Senado (foto acima) afirma que ministros deveriam ter mandato, defende fim de decisões monocráticas e critica presidente do Senado por não dar andamento a pedidos de impeachment

A crise institucional vivenciada pelo Brasil com os episódios envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal tem sido terreno fértil neste pleito eleitoral. É nesse ambiente que o ex-senador e ex-governador Pedro Taques (PSB), candidato ao Senado por Mato Grosso, fez críticas incisivas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), durante entrevista concedida à Serra FM na manhã desta terça-feira (22).

Taques iniciou afirmando que considera a corrupção e a atuação das facções criminosas dois dos principais problemas enfrentados atualmente pelo país. Ao tratar da primeira questão, direcionou parte significativa da entrevista ao funcionamento do STF e à relação entre a Corte e o Senado Federal.

Proposta de mudanças

Uma das mudanças defendidas pelo candidato é a instituição de mandato para ministros do Supremo. Segundo Taques, os ministros deveriam permanecer no cargo por 12 anos, e a idade mínima para ingresso na Corte deveria passar dos atuais 35 para 60 anos. Ele afirmou ter uma proposta de emenda nesse sentido.

Outra alteração defendida por Taques é a proibição das decisões monocráticas no Supremo. Para ele, decisões dessa natureza permitem que um único ministro suspenda ou altere decisões tomadas pelo Congresso. “Eu defendo que supremo deva ser o tribunal, não o ministro A, B ou C”, afirmou. Na avaliação apresentada pelo candidato, as decisões monocráticas não seriam adequadas ao funcionamento democrático.

Leia mais:  Taques critica STF, fala em “bandalheira” na corte e questiona relação com Senado

Relação STF/Senado

Taques também defendeu que deputados e senadores deixem de ser julgados pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo ele, a mudança seria necessária para reduzir uma relação que classificou como de proximidade entre integrantes dos dois Poderes.

“Eu defendo que a sabatina seja mais valorizada”, afirmou. O ex-senador lembrou sua passagem pelo Senado e citou as sabatinas dos ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux. Também disse ter apresentado projeto para permitir a participação da população nas sabatinas por meio da internet, inclusive com o envio de denúncias sobre os indicados.

Taques descartou, por outro lado, a eleição direta para ministros do STF. Segundo ele, esse modelo poderia ampliar a influência econômica sobre a composição da Corte.

“Bandalheira” e Alcolumbre

Na sequência, fez uma das críticas mais duras da entrevista. Disse que há uma “bandalheira” no Supremo e citou o banqueiro Daniel Vorcaro e o Banco Master ao fazer acusações sobre supostas relações financeiras e pessoais envolvendo integrantes da Corte. Essas afirmações foram apresentadas pelo candidato durante a entrevista e não são tratadas aqui como fatos comprovados.

Ao abordar os pedidos de impeachment de ministros do Supremo, Taques criticou diretamente o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Segundo o candidato, Alcolumbre teria condições de deixar os pedidos sem apreciação e estaria mantendo as representações paradas. Taques defendeu uma mudança no procedimento: caso o presidente do Senado não colocasse o pedido em votação no prazo de 30 dias, toda a Casa ficaria paralisada até que a matéria fosse apreciada.

Leia mais:  Taques critica STF, fala em “bandalheira” na corte e questiona relação com Senado

O número citado por Taques na entrevista foi de 102 pedidos. Entretanto, o número de representações contra ministros do STF mudou ao longo de setembro. Em 1º de setembro, Alcolumbre afirmou publicamente que havia 109 pedidos de impeachment contra os dez ministros da Corte.

As declarações de Taques ocorrem em um momento de forte discussão política sobre a relação entre o Senado e o Supremo. Em setembro, novos pedidos de impeachment foram protocolados contra ministros da Corte, enquanto Alcolumbre passou a ser pressionado por parlamentares para dar andamento às representações.

Segurança pública

A entrevista também tratou de segurança pública. Taques defendeu a criação de uma lei de responsabilidade da segurança pública que estabeleça um piso mínimo obrigatório de investimentos para o setor, a exemplo do que ocorre, segundo ele, com saúde e educação.

O candidato afirmou ainda que as Forças Armadas deveriam concentrar sua atuação na fronteira de Mato Grosso com a Bolívia, como forma de dificultar a entrada de drogas e, consequentemente, o abastecimento financeiro das organizações criminosas.

Taques também afirmou que pretende combater as lideranças das facções criminosas e mencionou ações realizadas durante sua trajetória política e jurídica. Ao falar de Mato Grosso, citou o caso de João Arcanjo Ribeiro e afirmou que sua atuação contribuiu para a sua prisão.

Comentários Facebook
Continue Reading

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana