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Serviço Geológico do Brasil lança Atlas Aerogeofísico do Estado do Mato Grosso

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O Serviço Geológico do Brasil (SGB), por meio da Diretoria de Geologia e Recursos Minerais (DGM), acaba de apresentar o Atlas Aerogeofísico do Estado do Mato Grosso. O documento amplia a disponibilização de dados aerogeofísicos e representa uma das principais iniciativas do SGB, com o objetivo de facilitar a gestão e a utilização desses dados conforme as preferências e as prioridades dos setores público e privado, bem como as características geológicas e as potencialidades minerais locais. O Atlas pode ser encontrado no link https://rigeo.cprm.gov.br/handle/doc/24566.

Ao longo das duas últimas décadas o Governo federal, através do SGB, realizou investimentos para a aquisição de dados aerogeofísicos, tendo sido recoberta uma área de cerca de 3,7 milhões de km², que corresponde a aproximadamente 43% do território nacional continental, e 92% das áreas de escudo cristalino. O esforço visa contribuir para o aprimoramento do conhecimento geológico do brasileiro e da descoberta de jazidas minerais.

Em geral, os aerolevantamentos descobriram dados magnetométricos e gamaespectrométricos com espaçamento entre as linhas de voo de 500 metros, e altura de voo de 100 metros. O desenvolvimento do Atlas envolveu dezenove diferentes projetos aerogeofísicos ou parte deles, integrados em uma única malha, seguindo os limites do estado. O trabalho demandou o reprocessamento e nivelamento dos dados brutos e aplicação de filtros para enfatizar assinaturas anômalas. Também vale destacar que o Atlas Aerogeofísico está alinhado a três dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), que são: trabalho decente e crescimento econômico; indústria, inovação e infraestrutura; e consumo e produção responsáveis.

Com o Atlas Aerogeofísico do Estado do Mato Grosso, o SGB prossegue a política governamental de atualizar o conhecimento geológico brasileiro, por meio dos levantamentos geológicos básicos, geoquímicos e geofísicos e da avaliação integrada das informações, o que é fundamental para o desenvolvimento regional e importante subsídio à formulação de políticas públicas e de apoio à tomada de decisão de investimentos.

(Brasil 61)

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Meteorologia prevê nova frente fria em junho para derrubar temperaturas em Mato Grosso

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A segunda metade de junho promete trazer uma nova friagem para o Centro-Oeste, com destaque para Tangará da Serra e municípios vizinhos, como Barra do Bugres, Nova Olímpia, Arenápolis, Nortelândia e Reserva do Cabaçal. A Serra de Tapirapuã, conhecida por registrar algumas das menores temperaturas da região, deve sentir de forma mais intensa os efeitos da frente fria que se aproxima.

De acordo com previsões do Climatempo, Cptec/Inpe e Inmet, uma massa de ar polar avança pelo Sul do Brasil e se desloca em direção ao Centro-Oeste, canalizando-se pela Bolívia e Acre até alcançar o oeste de Mato Grosso. Esse movimento é característico das friagens amazônicas, que costumam derrubar rapidamente as temperaturas em áreas serranas.

Queda acentuada

As mínimas previstas para Tangará da Serra e Serra de Tapirapuã devem ficar entre 10 °C e 12 °C, com sensação térmica ainda menor durante as madrugadas. Nos municípios vizinhos, como Barra do Bugres, Nova Olímpia e Arenápolis, os termômetros devem marcar entre 12 °C e 14 °C, enquanto em Nortelândia e Reserva do Cabaçal as mínimas devem variar de 11 °C a 13 °C. As máximas, que normalmente ultrapassam os 30 °C nesta época do ano, devem cair para a faixa de 20 °C a 23 °C.

Chuva rápida na chegada

A frente fria deve chegar acompanhada de chuvas rápidas e isoladas, principalmente no início da incursão do ar polar. Após a passagem, o tempo tende a se estabilizar, com dias ensolarados e noites frias, típicas das friagens que marcam o inverno mato-grossense.

Pela meteorologia, nova frente fria deverá chegar em Tangará da Serra na segunda metade do mês.

Persistência do fenômeno

Segundo os meteorologistas, o resfriamento deve persistir por 3 a 5 dias, sendo mais intenso nas primeiras 48 horas. A partir do final da semana seguinte, as temperaturas voltam a subir gradualmente, devolvendo o calor característico da região.

Impactos locais

A friagem pode afetar culturas agrícolas sensíveis ao frio, exigindo atenção redobrada dos produtores. A população também deve se preparar para noites geladas, especialmente em áreas rurais e serranas. Municípios como Tangará da Serra e Reserva do Cabaçal, já acostumados a registrar temperaturas mais baixas, devem sentir os efeitos de forma mais intensa.

O fenômeno reforça a importância da Serra de Tapirapuã como um dos pontos mais frios do Centro-Oeste e confirma que o inverno de 2026 terá episódios marcantes de friagem em Mato Grosso.

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