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Materiais elétricos e hidráulicos são critérios de qualidade e segurança; Pintura personaliza a obra

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Interpretar o projeto é condição determinante para a qualidade e segurança de uma obra. E tudo começa na concepção, com o cliente decidindo o que quer para o projetista elaborar o melhor projeto.

Depois disso, vem a execução. Um dos pontos-chave para uma obra de qualidade está na análise do projeto elétrico. É preciso critério na escolha do cabeamento, das tomadas, dos quadros de energia e das conexões, além de lustres, lâmpadas e outros itens (como chuveiros e ventiladores de teto) para garantir que a estrutura tenha funcionalidade, qualidade e segurança. Assim, o fornecedor destes materiais sempre faz a diferença no resultado final. (Veja imagens ao final do texto)

A Lorenzetti Materiais de Construção, em Tangará da Serra, tem um amplo portfólio de materiais elétricos.

Junto à qualidade do estoque, a Lorenzetti dispõe de consultores que sabem interpretar as necessidades do cliente para que a obra tenha o material adequado, observando o projeto. “O material correto significa qualidade para a obra e, também, segurança”, diz Leodir Caregnatto, gerente da loja matriz da Lorenzetti, no centro de Tangará da Serra.

O consultor acrescenta, ainda, que o material hidráulico também deve atender com exatidão o que está no projeto. Os tubos e conexões precisam ser bem escolhidos para evitar transtornos e custos inesperados lá na frente.

É aí que entra a tradição de 40 anos da Lorenzetti, que oferece, além de soluções de qualidade, o melhor custo-benefício com as melhores marcas.

Pintura

Se os materiais elétricos e hidráulicos são importantes na qualidade e segurança da obra, a pintura é a cereja do bolo. Não há margem para erro nesta fase, pois a pintura é o acabamento de todo o processo, a finalização que traduz a personalidade de uma obra bem executada.

Neste quesito, produtos de qualidade e orientação de consultores especializados são os diferenciais da Lorenzetti. As três lojas de Tangará e a filial de Barra do Bugres oferecem um portfólio privilegiado em tintas, seladores e opções em massa corrida, além de rolos, pincéis, bandejas, lixas e outros materiais e acessórios utilizados na pintura, além de tintas automotivas. (Veja imagens ao final do texto)

Tradição

A Lorenzetti Materiais de Construção está em sua quarta década de atuação no mercado.

Em Tangará da Serra, além da loja na Avenida Brasil (matriz, telefone 65 3311-6000), a Lorenzetti tem lojas no Residencial Dona Júlia (Avenida Nilo Torres, telefone 3311-6020) e no Jardim Mirante (Rua 26 – Celso Rosa de Lima -, telefone 3311-6010). Já a loja em Barra do Bugres é na Avenida Hitler Sansão, telefone 065 3361-1363.

Os orçamentos podem ser solicitados via WhatsApp, que é o mesmo número do telefone fixo da matriz: +55 65 3311-6000. No Facebook, o atendimento é pela página @lorenzettimateriais · Materiais de construção.

Vale lembrar que neste final de ano, as compras na Lorenzetti dão direito a cupons da campanha ‘Natal Legal é no Comércio Local’, da Associação Comercial e Empresarial de Tangará da Serra (ACITS). Os cupons dão direito a concorrer, até 07 de janeiro, a R$ 80.000,00 em vales-compras.

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Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

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Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

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