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Agronegócio & Produção

TratorTecMaq e Teejet: Pulverização bem feita é dinheiro na conta do produtor

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Uma aplicação bem feita, com os produtos e equipamentos certos, garante a proteção da lavoura contra pragas e doenças, a correta disponibilização de nutrientes e uma diferença altamente positiva na conta do produtor rural.

A TratorTecMaq é distribuidora exclusiva Teejet para toda a região sudoeste de Mato Grosso. A Teejet tem sido, safra após safra, o grande diferencial para a boa produtividade nas lavouras da região, em especial na dessecação e no pós-emergente.

Pontas Teejet AIXR, um TTJ e TXA.

Nestes trabalhos, destacam-se as pontas modelos AIXR, TTJ e TT. Na aplicação de fungicidas, os destaques ficam por conta das pontas TXA e cone vazio.

Fábio Júnior, da TratorTecMaq: “É preciso ir a campo para saber o que o produtor quer”.

A atuação direta da TratorTecMaq com os produtores também faz a diferença. “É preciso ir a campo para saber o que o produtor quer. Esta proximidade, mais a parceria com consultores e revendas é fundamental”, observa o consultor de vendas da empresa, Fábio Junior, que explica a opção pela Teejet: “Precisão, eficiência, maior cobertura, menor coeficiente de variação, durabilidade. E nós, da TratorTecMaq, temos o melhor preço da região”, acrescenta.

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Treinamentos

A TratorTecMaq tem percorrido as propriedades da região para promover treinamentos de aplicação em parceria com a Teejet e com consultores.

Os treinamentos incluem palestras e dinâmicas de campo, com foco na perfeita pulverização, detalhes sobre os componentes do pulverizador e sua manutenção, passando pelos tipos de bico, regulagem, calibração, cultura e área a receber a aplicação, condições meteorológicas, deriva, entre outras informações.

Fábio Junior destaca que a observância de condições adversas, o correto ajuste do equipamento e a renovação constante das pontas de pulverização garantem economia e uniformidade na aplicação do produto, além de evitar agressões ao meio-ambiente. “A aplicação representa uma fatia importante do custo da produção e compreende um dos principais fatores para um bom resultado na produção”, concluiu.

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Agronegócio & Produção

Módulo de Academia de Liderança levanta debate sobre papel da mulher no setor agropecuário

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Conhecer o panorama do setor agropecuário no Brasil e desenvolver uma rede de relacionamentos que resultem em impactos positivos ao agronegócio de Mato Grosso. Esses foram alguns dos objetivos da visita técnica à Brasília realizada pelas participantes da Academia de Liderança – Mulheres Líderes do Agro, na última semana.

Foi no auditório da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a primeira programação na capital federal. Nele, foram apresentadas as áreas de atuação do Sistema CNA, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e a atuação da CNA junto ao Congresso Nacional.

O presidente do Sistema Famato, Normando Corral, realizou a abertura do evento e destacou a importância de fortalecer a categoria. “Já acabou o tempo em que as mulheres cuidavam apenas da sede da fazenda. Hoje nós temos quem lida direto com o gado, quem opera máquina agrícola, quem faz toda a parte de gestão e elas tem muito mais espaço a conquistar”.

Normando: “Já acabou o tempo em que as mulheres cuidavam apenas da sede da fazenda”.

Segundo o diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi, desenvolver lideranças é uma das metas da instituição, que lançou neste mês de agosto, a Comissão Nacional de Mulheres do Agro. “Queremos formar líderes que busquem resolver o problema do produtor rural e a Comissão tem o objetivo de fortalecer as lideranças femininas do agro provocando maior participação das mulheres nos sindicatos rurais”, destaca.

Além das representantes de Mato Grosso, também participaram 10 produtoras rurais da Comissão Técnica Semeadoras do Agro da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp).

Em um painel denominado A Liderança de Todos os Dias, as participantes aproveitaram para contar suas experiências no campo e compartilhar suas vivências como mulheres e líderes do setor.

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A pecuarista de Cáceres, Fernanda Machado, destacou a singularidade da mulher no agro. “Estamos ocupando espaço, falamos o que precisa falar porque sabemos o quanto custou para conquistar tudo isso. O homem gosta da agilidade, mas a mulher tem capacidade para o negócio de outra forma. É como uma fazenda, uma diferente da outra”.

A produtora rural Emanuelle Cruz e Santos, assumiu a gestão da propriedade rural da família e está construindo o pioneirismo feminino, em sua realidade. “Estamos sendo pioneiras e tentando mudar uma realidade. Às vezes num ambiente masculino eu não tinha segurança para falar, por isso venho trabalhando para assumir o meu papel de liderança. Se não lideramos a nós mesmas, não vamos conseguir liderar uma empresa ou uma propriedade”, destacou.

Segundo a presidente do Sindicato Rural de Guiratinga, Juliana Mesquita, é importante que as mulheres do agro mostrem à sociedade, o seu valor e o do setor. “A maioria dos homens tem dificuldade de enxergar a capacidade na mulher e acabam desmerecendo o trabalho. São poucas as mulheres que dão a cara a tapa para mudar essa realidade.

A técnica de campo da Assistência Técnica e Gerencial do Senar-MT, Janaína Lima, trabalhou em vários cenários no campo e contou a sua experiência. “Sou doutora em zootecnia, fui técnica, formei técnicos, sou produtora rural e hoje trabalho dando assistência técnica a 17 produtores rurais. E é preciso que a mulher acredite em alguém que fala que você consegue. Fico muito contente em ver panoramas em que mulher e homem trabalham juntos e em igualdade”

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Painelistas

“As mulheres possuem o seu jeito de liderar, que às vezes, é muito diferente do perfil do homem. Não queremos ser os homens, queremos ser nós mesmas, liderando do jeito feminino de ser, com a assertividade necessária”, Janaína Flor, coordenadora da NFPGO.

“A verdadeira liderança é aquela que consegue ajudar o colaborador até fora do ambiente de trabalho, em questões pessoais e familiares. É ele olhar para você e enxergar um ponto de apoio”. Denise Hasse, vice-presidente do Sindicato Rural de Lucas do Rio Verde.

“As mulheres tendem a precisar de mais tempo para tomarem decisões e, às vezes, o mercado não consegue esperar. É preciso buscar um equilíbrio entre o perfil de trabalho e a necessidade dos negócios”, Fabiano Tavares, confinador.

“Ao serem mais assertivas, as mulheres trazem mais resultados positivos para a atividade”, Ana Claudia, Direto da Fazenda.

O segundo encontro se estendeu por dois dias e também contou com uma visita ao Congresso Nacional, em que as participantes tiveram a oportunidade de conhecer os poderes legislativo, executivo e judiciário na capital federal. As participantes também conheceram o Instituto Pensar Agro da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA).

Gustavo Carneiro, diretor-geral do IPA, destacou a importância do engajamento no setor. “Não temos ligação com pessoa física, apenas com associações que representam o setor, por isso é importante que estejam engajados com as instituições que trazem os problemas e desafios dos produtores rurais para debate”.

O próximo e último encontro ocorrerá em Cuiabá, no mês de setembro. O assunto será comunicação. As participantes aprenderão sobre mídia training, storytelling, redes sociais, técnicas de negociação, entre outros.

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