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TratorTecMaq comercializa semeadeira para grão miúdo da Picetti em Tangará da Serra e região

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Uma semeadeira que garante uma semeadura de precisão. Esta é a semeadeira para grão miúdo da Picetti, disponibilizada para comercialização pela TratorTecMaq em Tangará da Serra e toda a região sudoeste de Mato Grosso.

A TratorTecMaq oferece a semeadeira em condições especiais, com atendimento personalizado ao cliente.

O equipamento tem como diferenciais a regulagem precisa e simplificada, com ajuste rápido; acionamento elétrico e parada automática (opcional); semeadura perfeita e homogênea por gravidade; aceita a semeadura de sementes revestidas; projetada para semeadura de sementes de alta pureza; preserva os revestimentos durante a distribuição; componentes internos sem necessidade de lubrificação; baixo investimento geral em manutenção.

A TratorTecMaq oferece a semeadeira Picetti com os preços mais competitivos da região e em condições especiais, com atendimento personalizado ao cliente. Maiores informações pelos telefones 3325-0205, 99987-4408 e 99987-4445, ou diretamente na loja, Avenida Lions Internacional nº 1.907, Vila Esmeralda, em Tangará da Serra.

(*) Veja, a seguir, vídeo sobre o equipamento

O Produto

A semeadeira para grão miúdo da Picetti tem o reservatório em aço carbono e é composto por divisórias a cada linha, permitindo a semeadura em terrenos com inclinação lateral, garantindo assim a equalização da semeadura por todo seu comprimento.

Projetado para obter alta precisão de regulagem da vazão de sementes, o regulador tem a função de abrir e fechar a abertura dos dosadores de sementes. Para proporcionar maior segurança na operação o regulador de vazão possui um mecanismo de trava da regulagem.

Desenvolvido em polímero de alta resistência ao desgaste, o dosador possui sulcos projetados para uma precisa distribuição de sementes puras e/ou revestidas, garantindo a integridade dos revestimentos.

A semeadeira para grão miúdo da Picetti tem o reservatório em aço carbono e é composto por divisórias a cada linha.

Com alto torque, o motor de 12v realiza o acionamento elétrico da semeadeira, podendo ser acionado manualmente pelo operador por meio de um interruptor localizado dentro da cabine do trator ou por um sistema automático com auxílio de um sensor (opcional) instalado diretamente no equipamento.

Projetada para garantir a máxima homogeneidade da semeadura por gravidade, a tela detectora entrega uma perfeita distribuição de sementes e cobertura formada no solo, diminuindo o espaço entre plantas, evitando assim a proliferação de plantas invasoras e indesejadas. A tela detectora de sementes é um item patenteado.

Picetti

A Picetti tem sede em São Gabriel do Oeste, no Mato Grosso do Sul. É uma das maiores fabricantes e exportadoras de implementos agrícolas daquele estado e atende produtores em outros estados do Brasil.

Os produtos da Picetti são reconhecidos pelo baixo custo de manutenção, alta tecnologia e facilidade de operação. A empresa se consolidou no mercado como grande parceira do produtor rural, aperfeiçoando seus equipamentos a partir da convivência com o cliente, o que permite uma constante inovação tecnológica.

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Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

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Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

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