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Tangará da Serra ganha Bosque da Saudade, em memória às vítimas da Covid-19

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A prefeitura de Tangará da Serra, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMEA), inaugurou na noite desta quinta-feira (21) o Bosque da Saudade – Orestes Ambrósio do Nascimento, um espaço dedicado à memória das vítimas da Covid-19 no município.

“Este é um local especial, destinado a homenagear aqueles que nos deixaram prematuramente, lembrando-nos da importância de valorizar cada momento de nossas vidas. E o bosque leva o nome do senhor Orestes Ambrósio, pioneiro do nosso município que infelizmente veio a falecer por Covid-19, junto a sua esposa. Deixo aqui meu carinho pela família do senhor Orestes e de todas as famílias que tiveram seus entes falecidos por esta doença. Mas hoje queremos também celebrar a vida e este local é para isso, para que a população desfrute de bons momentos por aqui”, disse o prefeito Vander Masson.

Familiares de Orestes Ambrósio participaram da solenidade, representando também as famílias de todos os cidadãos e cidadãs que perderam a vida por Covid no município.

Já o secretário de Meio Ambiente do município, Vinícius Lançone, destacou o simbolismo do novo espaço comunitário. “É um local de contemplação, para que possamos homenagear as vítimas do Covid-19. E aqui nós homenageamos seu Orestes Ambrósio do Nascimento, um pioneiro tangaraense, que chegou aqui em 1972, representando todas as outras vítimas. E este é um momento de alegria, pra gente demonstrar o nosso respeito a essas pessoas que infelizmente não estão mais entre nós”, ressaltou.

Participaram da inauguração do Bosque da Saudade o superintendente de Governo, Marcelo Ferro, os secretários de Infraestrutura e o de Indústria, Comércio e Serviços, Magno Cesar e Silvio Sommavilla (respectivamente), os ouvidores do Município José Maria Barbosa e Andressa Sonego, os vereadores Hélio da Nazaré, Nivaldo Leiteiro e Ademir Anibali, servidores do município e moradores do bairro onde está instalado o Bosque da Saudade.

Espaço

O Bosque da Saudade está localizado em uma Área de Preservação Permanente (APP) às margens do Córrego Mutum, na Rua 38-A, esquina com a Rua 19-A, na região do Residencial Barcelona, próximo ao Parque da Família. No local já foram plantadas 403 mudas de árvores em tributo aos tangaraenses que faleceram por complicações da Covid-19 ao longo da Pandemia. As mudas utilizadas no plantio foram produzidas pelo Viveiro Municipal de Tangará da Serra.

A obra teve um investimento em torno de R$ 560 mil, oriundos do Fundo Municipal de Desenvolvimento Ambiental.

(Redação EB, com Assessoria)

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PJC cumpre mandados para apurar esquema de corrupção em hospital de Campo Novo

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Investigações iniciaram após denúncia de oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI ligada ao atendimento prestado pela unidade hospitalar

A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (26) a Operação Silêncio Comprado para cumprir 20 ordens judiciais relacionadas a um suposto esquema de corrupção envolvendo a gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, em Campo Novo do Parecis.

As medidas, expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo de Tangará da Serra, incluem mandados de busca e apreensão, sequestro de bens, bloqueio de valores, medidas cautelares diversas da prisão e quebras de sigilo telefônico e telemático.

Os mandados são cumpridos em Campo Novo do Parecis, Arenápolis e nas cidades paulistas de Barueri e Cotia. O objetivo é reunir provas, dimensionar a extensão dos fatos investigados e preservar recursos públicos.

As investigações são conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) e apuram suposta tentativa de interferência nos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) nº 01/2025, instaurada para investigar possíveis irregularidades na gestão do Hospital Municipal Euclides Horst.

Segundo a Polícia Civil, a investigação teve início após denúncia encaminhada pelo Ministério Público sobre suposta oferta de vantagem indevida para influenciar integrantes da CPI, além de indícios de irregularidades na execução de contratos de gestão da unidade hospitalar.

Entre os fatos apurados estão suspeitas de pagamentos por serviços não prestados, emissão de notas fiscais fraudulentas ou ideologicamente falsas, movimentação irregular de recursos públicos e possível desvio de valores ligados à administração do hospital.

De acordo com a Deccor, os elementos reunidos até o momento apontam, em tese, para a prática de crimes contra a administração pública, especialmente corrupção ativa, sem prejuízo da apuração de outros delitos no decorrer das investigações.

A operação contou com apoio da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), das delegacias de Arenápolis e Campo Novo do Parecis, além da Polícia Civil de São Paulo.

O nome da operação, Silêncio Comprado, faz referência à denúncia de suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, fato que originou a investigação.

A ação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para 2026, por meio da Operação Pharus, voltada ao combate de grupos criminosos no estado.

(Assessoria PJC-MT)

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