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Semana de Extensão: Unemat leva saúde e conhecimento sobre avicultura à comunidade

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Serviços de saúde e conhecimentos sobre avicultura movimentaram a Semana de Extensão da Unemat nesta terça-feira (1), com alunos levando atendimento à população e oficinas práticas. A iniciativa, que une teoria e ação, reforça o papel social da universidade pública, segundo participantes.

O segundo dia da Semana de Extensão contou com a participação de alunos do curso de Enfermagem realizando palestras sobre saúde mental na UBS do Jardim dos Ipês e, aferição de pressão arterial e teste de glicemia junto ao caminhão da extensão da Unemat, na praça da antiga prefeitura, como é popularmente conhecida. Houve, também, aferição de pressão e orientações de saúde na Feira do Produtor, na quarta-feira da semana passada, dia 26/03.

O acadêmico de Enfermagem, Jaffer Calhau (foto acima), ressalta que as experiências com a atividade possibilitam uma proximidade com a população. “Nós conseguimos sentir que estamos sendo úteis para a comunidade”, afirmou.

Durante a Feira de Extensão, na última quarta-feira, acadêmicas de Enfermagem realizaram mostra de projeto de extensão em primeiros socorros numa das salas do campus local da Unemat. (Foto na sequência)

As atividades, coordenadas pela professora Ana Carolina Macri Gaspar Vendramini, incluíram demonstrações de primeiros socorros em crianças e adultos, com ações de capacitação para escolas, empresas e entidades.

Já a equipe do Laboratório de Avicultura Familiar, realizou a atividade Avifam de Portas Abertas, na Empresa Matogrossense de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Empaer) e, também, na Feira do Produtor do Centro. Atendendo a população, os acadêmicos falaram sobre a formação e a qualidade do ovo de galinha e o utilização de aviário móvel na criação de galinhas nas pequenas propriedades. “A gente precisa levar o conhecimento da Universidade para a comunidade. Nada mais justo essa troca de saberes, pois a nossa Universidade é pública”, ressaltou Marcelo Augusto, um dos envolvidos.

Pablo de Souza, que também esteve no Avifam de Postas Abertas, destaca que a experiência com essas ações é enriquecedora para a formação acadêmica e pôde perceber o interesse da comunidade em interagir com os alunos. “Um dos visitantes foi um agrônomo aposentado, com mais de 60 anos de formado. Pude perceber o interesse genuíno das pessoas em querer aprender mais, em partilhar o conhecimento”, destacou.

(Fonte: Ana Paula Corrêa, estudante do primeiro semestre de Jornalismo, e John Muller/ANOTA – Agência de Notícias Tangará)

 

 

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PJC cumpre mandados para apurar esquema de corrupção em hospital de Campo Novo

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Investigações iniciaram após denúncia de oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI ligada ao atendimento prestado pela unidade hospitalar

A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (26) a Operação Silêncio Comprado para cumprir 20 ordens judiciais relacionadas a um suposto esquema de corrupção envolvendo a gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, em Campo Novo do Parecis.

As medidas, expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo de Tangará da Serra, incluem mandados de busca e apreensão, sequestro de bens, bloqueio de valores, medidas cautelares diversas da prisão e quebras de sigilo telefônico e telemático.

Os mandados são cumpridos em Campo Novo do Parecis, Arenápolis e nas cidades paulistas de Barueri e Cotia. O objetivo é reunir provas, dimensionar a extensão dos fatos investigados e preservar recursos públicos.

As investigações são conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) e apuram suposta tentativa de interferência nos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) nº 01/2025, instaurada para investigar possíveis irregularidades na gestão do Hospital Municipal Euclides Horst.

Segundo a Polícia Civil, a investigação teve início após denúncia encaminhada pelo Ministério Público sobre suposta oferta de vantagem indevida para influenciar integrantes da CPI, além de indícios de irregularidades na execução de contratos de gestão da unidade hospitalar.

Entre os fatos apurados estão suspeitas de pagamentos por serviços não prestados, emissão de notas fiscais fraudulentas ou ideologicamente falsas, movimentação irregular de recursos públicos e possível desvio de valores ligados à administração do hospital.

De acordo com a Deccor, os elementos reunidos até o momento apontam, em tese, para a prática de crimes contra a administração pública, especialmente corrupção ativa, sem prejuízo da apuração de outros delitos no decorrer das investigações.

A operação contou com apoio da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), das delegacias de Arenápolis e Campo Novo do Parecis, além da Polícia Civil de São Paulo.

O nome da operação, Silêncio Comprado, faz referência à denúncia de suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, fato que originou a investigação.

A ação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para 2026, por meio da Operação Pharus, voltada ao combate de grupos criminosos no estado.

(Assessoria PJC-MT)

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