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Seciteci prestigia Semana de Extensão e participa de comemoração dos 30 anos Unemat

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), por meio do secretário Allan Kardec, participou nesta quarta-feira (02.4) da comemoração dos 30 anos do campus da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), em Tangará da Serra. Ele foi ao evento acompanhado da reitora Vera Maquêa.

O secretário chegou ao campus da Unemat no final da tarde em Tangará e passou por várias salas onde eram apresentados projetos de extensão que são realizados por alunos. A Seciteci também conta no local com o Circuito Itinerante do MT Ciências, que reúne diversas atrações para todas as idades unindo conhecimento científico e diversão, além de um estande da Recytec, que trabalha a conscientização através do condicionamento de equipamentos eletrônicos descartáveis.

De acordo com o diretor do campus da Unemat em Tangará, Ariel Lopes Torres, somente nesta quarta-feira, mais de 600 pessoas passaram pelo local, principalmente crianças e adolescentes.

“É muito bom poder estar aqui e ver projetos interessantes de extensão que realmente podem contribuir com a economia e o desenvolvimento regional. Fico feliz em conhecer essas ideias e ver que a Seciteci está rodando Mato Grosso incentivando a ciência, a tecnologia e a inovação”, afirma Allan.

Um dos projetos conhecidos pelo secretário foi o de primeiros socorros – Samuka – e de desenvolvimento de cultivares através do MT Horticultura. O prefeito Vander Masson e secretários municipais também acompanharam o secretário na ocasião.

A comemoração dos 30 anos da Unemat conta com a Semana de Extensão, realizada entre 31 de março e 4 de abril, em diversos pontos da cidade. De acordo com a reitora Vera Maquêa, o evento terá palestras, demonstrações, atividades científicas, atrações culturais e visitação a projetos e laboratórios. A programação é aberta ao público em geral e pode ser acessada aqui.

(Assessoria Seciteci-MT)

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PJC cumpre mandados para apurar esquema de corrupção em hospital de Campo Novo

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Investigações iniciaram após denúncia de oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI ligada ao atendimento prestado pela unidade hospitalar

A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (26) a Operação Silêncio Comprado para cumprir 20 ordens judiciais relacionadas a um suposto esquema de corrupção envolvendo a gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, em Campo Novo do Parecis.

As medidas, expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo de Tangará da Serra, incluem mandados de busca e apreensão, sequestro de bens, bloqueio de valores, medidas cautelares diversas da prisão e quebras de sigilo telefônico e telemático.

Os mandados são cumpridos em Campo Novo do Parecis, Arenápolis e nas cidades paulistas de Barueri e Cotia. O objetivo é reunir provas, dimensionar a extensão dos fatos investigados e preservar recursos públicos.

As investigações são conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) e apuram suposta tentativa de interferência nos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) nº 01/2025, instaurada para investigar possíveis irregularidades na gestão do Hospital Municipal Euclides Horst.

Segundo a Polícia Civil, a investigação teve início após denúncia encaminhada pelo Ministério Público sobre suposta oferta de vantagem indevida para influenciar integrantes da CPI, além de indícios de irregularidades na execução de contratos de gestão da unidade hospitalar.

Entre os fatos apurados estão suspeitas de pagamentos por serviços não prestados, emissão de notas fiscais fraudulentas ou ideologicamente falsas, movimentação irregular de recursos públicos e possível desvio de valores ligados à administração do hospital.

De acordo com a Deccor, os elementos reunidos até o momento apontam, em tese, para a prática de crimes contra a administração pública, especialmente corrupção ativa, sem prejuízo da apuração de outros delitos no decorrer das investigações.

A operação contou com apoio da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), das delegacias de Arenápolis e Campo Novo do Parecis, além da Polícia Civil de São Paulo.

O nome da operação, Silêncio Comprado, faz referência à denúncia de suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, fato que originou a investigação.

A ação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para 2026, por meio da Operação Pharus, voltada ao combate de grupos criminosos no estado.

(Assessoria PJC-MT)

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