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Educação

Primeiro em Mato Grosso, IPES celebra a 31ª colocação nacional em redação no ENEM

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A excelência acadêmica do IPES – Instituto Presbiteriano de Educação Simonton, de Tangará da Serra, é novamente reconhecida pelos resultados conquistados no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Em 2025, a instituição reafirmou essa trajetória ao alcançar a quinta colocação geral em Mato Grosso e conquistar o primeiro lugar estadual em redação, com média de 882,96 pontos.

O desempenho ganha ainda mais relevância quando analisado no cenário nacional. Entre as 23.167 instituições participantes do ENEM, o IPES conquistou a 31ª colocação em redação, integrando um seleto grupo que representa pouco mais de 0,1% das escolas brasileiras avaliadas.

Para o diretor do IPES, Wesley Lopes Torres, o resultado é consequência de um projeto pedagógico construído com compromisso, dedicação e constância.

“Recebemos esse resultado com muita alegria e, ao mesmo tempo, com a certeza de que ele é fruto de um trabalho sério, desenvolvido ao longo de muitos anos. Estar na 31ª colocação nacional em redação, entre mais de 23 mil escolas, demonstra que nosso projeto pedagógico está no caminho certo.”

Tema exigiu reflexão crítica

A redação do ENEM 2025 abordou o tema “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira”, considerado um dos mais desafiadores dos últimos anos. A proposta exigiu dos candidatos uma reflexão aprofundada sobre o aumento da expectativa de vida, a redução da taxa de natalidade, os impactos sociais e econômicos do envelhecimento populacional, além dos desafios enfrentados pelas políticas públicas voltadas à população idosa.

Especialistas em educação destacam que o uso da palavra “perspectivas” ampliou a complexidade da proposta, exigindo dos estudantes uma análise crítica e equilibrada sobre o presente e o futuro da sociedade brasileira, evitando abordagens superficiais ou exclusivamente otimistas.

Formação para além das provas

Para Wesley Lopes Torres, o excelente desempenho alcançado pelo IPES reflete uma formação que vai muito além da preparação para os exames.

“Mais do que preparar nossos alunos para uma prova, buscamos desenvolver competências de leitura, interpretação, argumentação e pensamento crítico. Esses conhecimentos são fundamentais para a vida acadêmica, profissional e para o exercício da cidadania.”

Segundo o diretor, a conquista é resultado do trabalho conjunto desenvolvido por estudantes, professores, equipe pedagógica, direção e famílias, que compartilham o compromisso com uma educação de excelência.

O resultado reafirma a missão do IPES de formar estudantes preparados para os desafios acadêmicos e para a vida, unindo conhecimento, valores e desenvolvimento humano. Mais do que celebrar uma posição de destaque nos rankings, a instituição celebra a consolidação de um projeto educacional comprometido com a formação integral de seus alunos e com a transformação da sociedade por meio da educação.

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Educação

IPES promove capacitação pedagógica em IA com foco na qualidade do ensino

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O Instituto Presbiteriano de Educação Simonton (IPES) mantém sua política de modernização e uso da tecnologia para ampliar a qualidade do ensino e fortalecer a capacitação da equipe pedagógica.

Desde o início do ano letivo, a escola desenvolve um cronograma de formação em Inteligência Artificial voltado a professores, coordenadores e diretores. As capacitações são através do sistema Google ForEducation que possui ferramentas voltadas para a educação.

Segundo o diretor Wesley Lopes Torres, a qualificação em IA valoriza o educador, otimiza a rotina pedagógica e contribui para um ensino mais inclusivo. “O professor passa a atuar também como mediador digital, preparando os estudantes para um mercado de trabalho que já exige domínio dessas tecnologias”, afirma.

Wesley Lopes Torres, sobre a IA: “Ela não substitui o professor, mas devolve o tempo a ele”.

Entre os benefícios para os docentes, Torres destaca a automação de tarefas administrativas, o ganho de produtividade no planejamento de aulas, a diversificação de materiais didáticos e a possibilidade de acompanhamento mais preciso do desempenho dos alunos. “A IA é uma ferramenta tecnológica. Ela não substitui o professor, mas devolve o tempo a ele”, acrescenta.

No ambiente escolar, a IA também contribui para a personalização da aprendizagem, inclusão de estudantes com necessidades especiais, maior engajamento em sala de aula e desenvolvimento do senso crítico sobre o uso ético da tecnologia.

“O objetivo é transformar a sala de aula em um ambiente mais dinâmico e eficiente. A formação continuada é fundamental para garantir o uso pedagógico qualificado da IA, aliado à análise crítica e à discussão ética com os estudantes”, conclui o diretor do IPES.

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