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Prefeitura entrega revitalização das avenidas Vergílio Favetti e Inácio Bittencourt

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A prefeitura de Tangará da Serra, através da Secretaria de Infraestrutura do município, entregou na semana que passou as obras de revitalização das avenidas Virgílio Favetti e Inácio Bittencourt (foto do topo).

Na Avenida Virgílio Favetti (foto abaixo), a revitalização contribuiu com a mobilidade urbana e na organização do espaço no local. A implantação de ciclovia – com área total de 3.222,32 m² -, estacionamento no canteiro central e uma nova iluminação pública (com 74 postes), reforça a segurança no período noturno e valoriza a localidade.

A avenida também recebeu microrrevestimento asfáltico em 28.525,85m², melhorando drasticamente a mobilidade urbana, segurança e a integridade dos motoristas e dos veículos. “Essa obra foi pensada para atender às necessidades do presente, mas também projetar o futuro da cidade. Estamos criando vias mais seguras e acessíveis para todos os tangaraenses”, destacou o secretário municipal de Infraestrutura, Magno César, durante a solenidade de inauguração.

Avenida Virgílio Favetti: Revitalização incluiu ciclovia, estacionamento e iluminação.

Já a Avenida Inácio Bittencourt, que antes enfrentava dificuldades estruturais, também foi revitalizada, recebeu ciclovia e nova iluminação. Foram 5.999,29 m² de pavimentação asfáltica, 2.216,58 m² de ciclovia e cerca de 106 postes com braços duplos para iluminação.

Imagem da Avenida Inácio Bittencourt, com obras em finalização: antiga reivindicação da comunidade local.

Para o prefeito Vander Masson, as entregas representam mais um passo importante rumo a uma cidade mais moderna e preparada para o crescimento. “Essas obras não são apenas concreto e asfalto, elas representam mais segurança, mais qualidade de vida e mais oportunidades de desenvolvimento. Estamos transformando Tangará da Serra em um lugar cada vez melhor para se viver”, afirmou o prefeito.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

O investimento nas duas obras foi de mais de R$3,4 milhões.

#infraestrutura urbana; #avenida virgílio favetti; #avenida inácio bittencourt; #obras públicas

(Texto e fotos: Assessoria de Comunicação)

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Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

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Uma equipe técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) percorre nesta semana a região de Porto Estrela e Barra do Bugres, no oeste-sudoeste de Mato Grosso, para uma agenda de fiscalização relacionada a sítios arqueológicos existentes na área.

O foco da atividade envolve territórios tradicionalmente ocupados por comunidades quilombolas. Entre os locais de interesse está o sítio arqueológico Laje de Pedras, situado em área tradicionalmente ocupada por comunidades quilombolas da região.

A atividade ocorre no contexto da Portaria nº 79/2026, publicada em agosto no Diário Oficial da União, que autoriza ou renova projetos de pesquisa arqueológica em diferentes estados, entre eles Mato Grosso.

(*) Veja a Portaria 79/2026: PORTARIA 79 2026 – IPHAN

Nos trabalhos de campo, os técnicos verificarão grau de preservação do sítio arqueológico e para coleta de informações e efetivação do registro desse bem no banco de dados da instituto (SICG/IPHAN).

Território quilombola sofre com problemas ambientais, pressão de posseiros e pesca predatória.

A presença da equipe ocorre em uma região que reúne comunidades tradicionais e áreas de interesse histórico e arqueológico que remontam ao período pré-colonial. As comunidades quilombolas também enfrentam outros problemas, entre eles queimadas, dificuldades relacionadas à produção agrícola e questões de saúde. A região registra ainda ocorrências de pesca predatória, como a registrada no rio Jauquara em julho, além de conflitos internos e relatos de pressão de posseiros sobre territórios tradicionalmente ocupados.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

A fiscalização do patrimônio arqueológico integra as atribuições do Iphan, que acompanha pesquisas autorizadas e adota medidas destinadas à proteção dos sítios arqueológicos. A legislação brasileira estabelece proteção específica para esses bens, independentemente de eventual processo de reconhecimento ou tombamento.

A expectativa é que, após o retorno da equipe de campo, o Iphan realize uma reunião por meio virtual com representantes das comunidades para apresentar os resultados da fiscalização e esclarecer dúvidas sobre os procedimentos relacionados às pesquisas arqueológicas e à proteção do patrimônio existente na região.

(*) Abaixo, vídeo de pesca predatória na localidade.

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