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Polly Dance inaugura a Acqua Academia, novo conceito em fitness para Tangará da Serra

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O meio empresarial abriu o ano de 2020 com inovação no quesito atividade física em Tangará da Serra. A Polly Dance Acqua Academia foi inaugurada no início da noite de sexta-feira (03), apresentando um novo conceito em fitness e saúde, totalmente diferente das abordagens nas academias tradicionais.

A ampla e elegante estrutura, de 1.600 metros quadrados, edificada na avenida Tancredo de Almeida Neves em frente à Vila Olímpica, proporciona as melhores condições para o desenvolvimento das pessoas, de crianças a idosos, atendendo a cada objetivo, necessidade e especificidade.

Anderson: “Nosso diferencial está nos novos métodos”.

Segundo o gerente Anderson Santos, a Acqua utiliza metodologia e abordagem individualizadas, com avaliação físico-corporal completa. Os métodos de musculação incluem equipamentos de última geração. “Nosso diferencial está nos novos métodos, com atenção especial a cada caso”, disse.

Novas aulas nas modalidades kangoo jump, aqua cross, pilates bola e solo, atividades em piscina olímpica, musculação em equipamentos de última geração são apenas algumas das novidades que podem ser encontradas na Acqua, além de lanchonete e um departamento especializado em acessórios e roupas fitness.

Silvana Varnier: “Queremos que todos se sintam acolhidos aqui”.

No ato inaugural, a proprietária da Acqua, Silvana Varnier, destacou que as atividades físicas são essenciais para a boa saúde. “O Brasil está em primeiro lugar em sedentarismo na América do Sul e em quinto lugar no mundo”, observou. Ao lado de familiares e colaboradores, Silvana disse que a Acqua veio para ser um diferencial em Tangará da Serra. “Queremos que todos se sintam acolhidos aqui, que seja um espaço para encontros de famílias para atividade física e convivência”, declarou a empreendedora.

A Polly Dance mantém outras duas academias em Tangará da Serra, uma na Avenida Mato Grosso nº 587 e outra na rua Júlio Martinez Benevides nº 271, ambas no Centro.

(*) Clique abaixo para ver galeria de fotos da inauguração.

Polly Dance Acqua: Imagens da inauguração da mais nova academia de Tangará da Serra

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Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

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Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

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